Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Então eu conheci a dor, sem conhecer o amor, abraços meus demÎnios, acho que eu sou um monstro, até porque ninguém me ama, chorar jå não adianta, se eu dou odiado pelo mundo inteiro, devo amar a mim mesmo!
Inimigo pÔe pensamentos ruins na mente.
Mas:
O verdadeiro amor lança fora todo o medo.
âDeus nĂŁo nos deu o espĂrito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderaçãoâ ââ(2 Tm⏠â1:7âŹ).
E oro a Deus para nos abençoar, sempre na sua presença. âDeus, o nosso Deus, nos abençoarĂĄ. Deus nos abençoarĂĄâ (Sl âââ67:6-7âŹ).
um dia me disseram que o mundo da voltas e que o amor de hoje acaba amanha cinco reais no bolso pra comprar uma rosa e eu vou te conquistar todas as manhas
Fingir nĂŁo Ă© mais uma opção para vocĂȘ meu amor e nem para mim, eu observo todas as noites a lua e as estrelas e vejo que sĂŁo as Ășnicas coisas que o ser humano nĂŁo pode botar as mĂŁos sujas, eu uso suas luzes pra clarear meu caderno onde escrevo para fugir para um mundo de palavras onde sei que estou com vocĂȘ e vocĂȘ comigo, isso tudo Ă© um paraĂso do qual nĂŁo quero sair, quero apenas permanecer nele junto com vocĂȘ, mas apareceu as nuvens de chuva nessa noite fria, as nuvens cobriram a lua e as estrelas deixando meu caderno, meu mundo de palavras sem luz e com as nuvens vem chuva, e com a chuva vem o alagamento e a destruição, meu caderno estĂĄ todo encharcado, minhas palavras estĂŁo borradas e eu estou no fundo do alagamento me afogando em palavras, palavras que escrevi onde finge ter vocĂȘ pra mim, onde sempre era uma opção para acabar com a solidĂŁo.
Amor
O amor Ă© o maior tema
Para os poetas de toda Terra
Sim , seu incomparĂĄvel efeito sobre nĂłs mesmos
Intriga os pensadores e todos que tentam entender
NĂŁo hĂĄ algo mais falado do que o amor
Em vĂĄrios versos ou estrofes
A inspiração e motivação
Tudo isso e mais um pouco
Ah! O amor Ă© belo
Ainda mais se sincero
Ainda mais encantador sem barreiras
E confortante se recĂproco
Questionamos seu inĂcio
Muitas vezes repentino ou tardio
SĂł queremos saber se Ă© verdade
Aquele sentimento que sentimos
Mas o amor Ă© inexplicĂĄvel as vezes
Pelo menos quando Ă© irracionalmente visto
Mas quando podemos entende-lo
Fica até mais fåcil de senti-lo
Poesia sua nudez,
alma se dispersa,
nĂtida voz que clama por seu amor.
diante a verdade que esconde
por amar morrerĂĄ,
numa vontade que vaga tĂŁo longe
se delicia todos momentos que vivemos.
diante a inquisição de outros tempos
deixamos de viver...
por amar demais deixei a vida ser vivida,
estranhamente tempo paro quando senti que
seria a ultima vez que amei seria parte da imensidĂŁo...
mesmo que escuridão tome conta de tudo ainda terei sua lembrança.
O amor Ă© como as flores se tu as regastes
constantemente, de um semente irĂĄ nascer uma linda flor, mas se deixas-te de regar ela murcha e morre.
Ă anjo imaterial!
o sĂłlido Ă© corruptĂvel,
o verso Ă© desencarnado!
a consistĂȘncia do amor,
nĂŁo Ă© a textura da pele,
nenhuma substĂąncia converte,
anĂmico em animação!
Ă© o opaco,
que de fato,
Ă© concreto,
é muito além do métrico,
a estética do inverso,
do que me desfigura,
e sĂł a ti prefigura,
esse meu insĂłlito...tocar.
Eis o vibrato atroz dos artigos possessivos!
o rĂspido silĂȘncio Ă© o artigo" indefinido"
da alma craseada,
crivada de vĂrgulas e grifos!
E os intervalos retinem o vĂcio,
do inexpressivo!
o vĂcio do intangĂvel,
o intocado é a canção do alusivo,
na diatĂŽnica da escala figurativa,
o amor oscila,
como o intervalo harmĂŽnico de uma muda sinfonia!
cifras nĂŁo decifram,
os desarrazoados borrÔes,
de paixÔes inståveis!
por mais volĂĄteis,
ou inviĂĄveis,
toda volĂșpia,
Ă© volata abrupta,
da possessĂŁo!
e os agudos,
sĂŁo aguilhoadas,
cravejam em disparada,
o desespero da nota,
que tenta percorrer a aorta,
do coração!
Se o vibrato do arco,
transpassa o adĂĄgio,
tanto mais a afonia,
dos caracteres inflados,
do vĂĄcuo,
do incorporado!
a clarividĂȘncia se desprende da lĂłgica,
o corpo Ă© ilusĂŁo de Ăłtica!
sĂł segue a carĂłtida,
da obstinação!
O artesĂŁo vĂȘ no gesso,
nĂŁo o frio relevo,
mas o flexĂvel sentimento,
que modela a sua visĂŁo!
A textura nĂŁo Ă© tradutora,
Ă© a intermediadora,
entre tocar e sentir!
Escrita Ă© fĂȘmea,
tem estilete,florete e gineceu!
nos braços de Morfeu,
Ă© ninfa carmim,
em anĂĄguas de cetim,
parece sangrar em papel almaço,
todo o estigma de seu ouriçado...subtender,
ou serĂĄ submeter?
Como se fosse um rio meu amor
VocĂȘ levou meu coração
E eu fiquei sentado aqui
Reinventado o céu e o chão
