Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Demorei para ver
Que com tu quero viver
Quis negar
NĂŁo queria te amar
NĂŁo me amas
NĂŁo me corresponde mas...
EstĂĄ tudo bem...
â LUA CHEIA
Vi contigo o luar
no terraço, na varanda.
Lua cheia Ă© quem manda
onde vai o meu ollhar
no clarĂŁo por sobre o mar!
Lua, faz esse momento,
brilha sobre o firmamento,
reflete a luz do Sol.
Ontem eu estava tĂŁo sĂł,
hoje sobra sentimento!
â A Ășnica coisa que importa Ă© que eu realmente gosto de alguĂ©m. Eu sinto isso. E isso Ă© tudo que eu sempre quis.
â đ A lenda do nectar que atrai os enamorados a Sta Maria da Feira đ
Chamoa Gomes
"Diz-se que na primeira vez que D. Afonso visitou Chamoa encontrou a com uma marca no dedo. Diz-se que como era hĂĄbito Chamoa nos seus passeios matinais teria no dia anterior encontrado uma silva onde apanhou a amora silvestre perfeita. Ao apanhar a amora tinha se picado e segundo o curandeiro para sarar tinha que embeber a amora numa bebida. Depois de contar a D. Afonso esta histĂłria, decidiram beber o liquido e partilhar a amora como sinal do seu amor incondicional.. Consta que se beijaram como se fosse a primeira vez e amaram como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ TerĂĄ sido com esta alma imensa que Afonso, partiu para fundar o reino. Diz-se que todos os enamorados Ă Ă©poca passaram a vir ĂĄ terra de santa maria, para se encantarem com tal sabor e sob o cĂłdigo de âchamoaâ pediam a bebida. Diz se que beijavam como se fosse a primeira vez, amavam como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ. Diz-se....." - Chamoa.pt
VocĂȘ feriu meu coração de tantas formas
Maneiras que eu desconhecia
Dores que jamais imaginei sentir
Mas...
Parabéns
VocĂȘ me apresentou o pior do
Amorâ
â â DĂȘ-me o Ășltimo beijo
DĂȘ-me o Ășltimo abraço
DĂȘ-me a sua Ășltima companhia
Mas avise-me,
Talvez, assim, posso acostumar-me com a sua ausĂȘncia
Talvez nĂŁo seja sĂł uma questĂŁo de tempo pode ser sobre espaço. â Desejo em VĂȘnus mais um dia com vocĂȘ.
â NĂłs nĂŁo podemos nos perder ...
O destino fugiu de ter lavras
Nos rabiscos de nosso amar
O que ficou em meias palavras
Podemos escolher o recomeçar
Quero ainda de te saber
Tenho fome desta vontade
Satisfação de poder te ter
Por total, nĂŁo sĂł metade
Se Ășltimo for este passo
Levando-me ao inĂcio do fim
Saudosar-me-ei do teu abraço
Mas antes, brandarei pra valer
Na voz do poetar, a ti saber:
- nĂłs nĂŁo podemos nos perder!
(Ă© amor! e amor tem que viver!)....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 de maio de 2010, 10â00â - Rio de janeiro, RJ
â Perguntaram-me porque nunca mais viram eu escrever um texto novo.
Eu respondi brandamente:
Estou vivendo o que escreverei.
â A felicidade em seu olhar,
Ă como uma tarde agradĂĄvel de sol.
E sua imagem em minha mente Ă© como a de um lindo Girassol.
Sua Aurora dourada me fascina,
Seu jeito puro e delicado Ă© o que a ilumina.
Esta sua Aurora distintiva,
Acalenta todo o meu ser,
Me privando de toda a preocupação,
Que em meu ser, queira comprometer.
Estas são as sinceras e inseguras palavras do meu coração.
Durante as noites em que eu estive sĂŁo.
â Lascivas
Mormente, suas belezas
divergiam-se ao extremo
aspirava-lhe os nobres encantos
ou melhor, equĂvocos
fĂșnebres sentimentos
ao menos a primeira
quiçå a segunda
desguarnecido,
Âżora me lestes?
Claro que lestes
ÂżA primeira? NĂŁo olvidastes, estĂĄs marcadas em minha pele
Âż A segunda? Tampouco, contei-lhe os segredos de um conto
pormenor das lascivas
deleito-me com as terceiras
alimento-me com as minĂșcias quimĂ©ricas
â Seria possĂvel?
éramos como dia e noite
éramos como verão e inverno
mas hå quem diga que não hå uma ligação
Como assim?
sem a noite, o aurora nĂŁo seria tĂŁo belo
e, somente o calor, tornaria isso num inferno
nem um pouco a mais, nem um pouco a menos
Sim, Ă© possĂvel!
â Amo-te!
mas nĂŁo por teu precioso sorriso
nem por seus traços delicadamente esculpidos,
tampouco pelas suas fascinantes curvas,
embora contemplasse a sua silhueta sob Ă luz da lua
que passava por uma fresta da janela e,
deitada sobre meu peito,
perguntava-me o por que do meu batimento ser uma loucura,
logo respondi, sorri!
Amo-te!
pois vislumbrei o brilho da sua alma,
mostrou-me que a vida Ă© o quanto fazemos o bem
nĂŁo importa a quem,
assim, passei a lhe venerar e admirar,
transcendi falsas compressÔes,
vi o quanto vocĂȘ me somaria,
desde entĂŁo passei a lhe desejar,
nĂŁo por resumidas horas
e nem por noites de recaĂdas,
talvez, pela eternidade de uma vida!
â OUVE OS MEUS GRITOS
Ouve os meus gritos calados
Mudos de outros dias
Nas palavras silenciosas
Arranca com as tuas mĂŁos
Todos os meus desejos
Todas as minhas dores presas
A minha prĂłpria ansiedade
Escritas no livro desassossego
Faz trovar os sons do amor
Que sĂŁo ensurdecedores
Nos desejos sentidos no corpo
Dentro da minha alma presa
De uma prisĂŁo sem portas, sem grades
Os olhos choram pensamentos
Molham as dĂșvidas dos dias
Das mĂĄgoas, das mĂŁos frias
Na fogueira que arde em carĂcias
Na solidĂŁo escondidas de mim
Da solidĂŁo que arde comigo
Palavras que embalam a dĂșvida
Do teu ou do meu amargo feliz coração.
â Ă que ele ouviu as dores que assolavam meu coração, ouviu os medos que me paralisavam e me olhou de um jeito que me fez sentir como se toda dor nĂŁo passasse de uma velha lembrança, meu medo de tentar virou vontade de fazer dar certo...
Lutaria por vocĂȘ, se vocĂȘ se arriscasse por mim.
â "Todo o esplendor do teu corpo e da tua alma, aparece na supremacia do teu silĂȘncio e na imensidĂŁo da tua calma!"(jose valdir pereira)
â a caridade esta dentro de todos, Ă© sĂł vocĂȘ parar sentir e agir.
DĂvida o seu pouco e se mutiplicara.
