Incentivo a Leitura Lingua Portuguesa

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O verdadeiro crescimento aparece no comportamento: controlar a língua para não ferir, controlar o orgulho para aprender e controlar a raiva para não destruir.

Perdoe esse meu vício de linguagem,
Minha língua,
Sempre interrompendo a sua.
Sem meias palavras,
Te ganhando no beijo.

ROCHA E LÍNGUA.
"A rocha de onde estás sentado está menos gasta que teu cérebro e tua língua."
A rocha permanece porque suporta o tempo em silêncio. O cérebro desgasta-se quando abdica do esforço de pensar. A língua consome-se quando fala sem medida e sem verdade. O homem antigo temia o juízo apressado porque sabia que a palavra cria destinos. O hábito moderno gasta a mente pela repetição e a língua pela leviandade. Não é o peso dos anos que corrói o espírito. É a preguiça de refletir e a vaidade de opinar. A rocha não discute. Não se exibe. Não precisa convencer. Ela apenas permanece. E é nessa permanência que ensina que pensar exige recolhimento e falar exige responsabilidade. Que o verdadeiro vigor não está no ruído mas na solidez interior que resiste ao tempo e ao erro com dignidade.

Ah! Se as pessoas usassem toda a sua boa energia em vez de sua língua afiada, o mundo seria um lugar melhor de se conVIVER!

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.

Meu silêncio fala a língua da superação.

🌷
⁠O perdão é mesmo uma língua
que não dominamos de primeira.
🍃
Ser fluente no perdão é ato para desbravadores!
🍃
Especialmente o perdoar a si
mesmo.
🍃
Perdoar o outro nos cobre com
um certo manto de superioridade.
🍃
Perdoar a si é mais um rastejar naquilo que negamos em nós.
🌷

Se eu vir...?

"Se eu ver" não existe,
minha língua perde o afeto.
Não vou deixar minha palavra triste,
então assumo em me sumir por completo.

Aninhar-se no amoroso
regaço deixar a língua
beijar os turgescentes,
Entregar os ondulantes
quadris embriagantes,
e os gemido provocantes.


Nos fulgores das nossas
águas que se beijam,
a concha entreaberta,
nas mãos do meu bem,
que não mais sabe,
E nem quer mais estar
com os pés na terra;
e que me bebe de fluxos
em fluxos libidinosos.


Com direitos e deveres
a espasmos deliciados
entre dois clamorosos,
por lascívia viciados,
debaixo da Guabiroba.

Quem domina Bíblia, mas não domina a língua, nunca se converteu de verdade.

Se a língua não é curada, o destino também não avança.

Quem vive de fofoca nunca prospera, porque rasga com a língua aquilo que Deus tenta levantar. Destrói destinos com palavras e depois reclama da própria estagnação. A língua suja trava a unção, seca a alma e torna o espírito estéril. Quem não fecha a boca para o mal, fecha as portas do céu para si mesmo.
MiriamLeal

Seja instrumento de Deus, não da sua língua grande, quem serve a boca perde a unção.

⁠Itapiranga

Pedra ou concha vermelha
na língua tupi,
Pedra vermelha fundamental
assim nasceu catarinense,
Berço Nacional da Oktoberfest
e de uma gente linda
estabelecida por sonho
da Sociedade União Popular.

Navegando com o Padre
pelos Rios da Várzea e do Uruguai,
ali foi estabelecida uma cidade,
Sonhos de muitos por liberdade.

Linda Itapiranga poética,
só tenho razões para me declarar,
és a minha canção favorita,
meu bonito rincão do Extremo Oeste
do Estado de Santa Catarina.

Minha Itapiranga profunda,
o quê tu foste, és e será,
sempre com esperança e grata
no Festival da Canção Alemã
sempre será uma razão para cantar
e meu motivo para aqui continuar.

Amar você foi como escrever a poesia mais bonita do mundo em uma língua que você nunca se interessou em aprender.

Morar em outro país é se deparar com uma cultura diferente, língua diferente, culinária diferente, costumes diferentes, e por mais diferentes que aparentemente possamos ser, NOS SOMOS TODOS DE FATO, IGUAIS. O olhar amigável, o sorriso de uma criança, a moça do mercado te dar 'bom dia' em português, isso tudo é familiar e hoje me faz sentir em casa.

Inserida por lannaokuma

Verdade absoluta.
Construída de tripas e vísceras.
Escondida em mim.
Silenciando a língua e maltratando o coração.
Exposta, permanente, no meu ser.
Oculta do outro, não vista, nem ouvida.
È dor de alma e encanto de paz..
Corre seguindo o fluxo do sangue.
É um vai e vem sem fim.
Busca permanente de coerência.
Na sua construção participam órgãos
Fígado, coração, rim, testículos, braços e pernas.
O corpo é mente? Meu corpo?

A verdade, que cedo, é relativa.
É a verdade social.
É medida do convívio.
Limite de relacionamento pleno.
Buscar a verdade absoluta é a inversão do ser.
Verdade absoluta é caminho a ser trilhado por poucos.
Construo com o silencio da boca
E se mata sempre com o ouvido alheio.
Falta-me respeito impor a alguém.

Minha verdade social é relativa.
Cedo como pão a alimentar a relação
É medida justa.
A verdade integralizada
Sabida, tudo escapa.
Inclusive minhas mentiras
Pois é da mente que se tira.
A que permito dizer é relativa
Digna de bons relacionamentos.
E de medida coletiva com dimensão
Da possibilidade da escuta do outro.

Inserida por fabionr

Cuidado: A língua é um instrumento ambíguo, tanto pode conquistar amizades, quanto destruir as existentes.
As tuas palavras podem mudar vidas.

Inserida por willianmsa13

Língua sádica não há como se machucar ela foi feita para o amasso para chupar marcas da palpa em poupa, deixar rastros de equilibristas falhos, de mágicos bem formados em matar. Dissimula-se enquanto a espera e quanto mais espera melhor, pois a solidão ajuda a acalentar o oco do corpo. Calma, eu também espero a língua sádica, ainda espero a língua sádica, com todos os seus pulsos nervosos e suas meias veias escondidas inchadas me pedindo gelo e um pouco de sal, ainda espero a língua sádica com todos os seus amassos e machucados da morte.

Inserida por RebecaMelo

Meu corpo ao Sol - beiramar
Na língua cortei o nariz
No vale virei guaraná
Do teto caí sem me vê
Frescobol com culher de chá
Marisco com carne de coco
Tapioca e jerimum, quindim!
Ervilha sem tripa
pra descansar
O olho do moço avoou
De mármore marrom
Vou servir o jantar
Urubu alumiou o 7 Caboclo.

Inserida por yang_writer