Igualdade e Equidade
Carregada por braços que celebram ou exigem a liberdade,a paz,a fraternidade,a igualdade e a justiça,a "Bandeira da Paz" é um símbolo universal destinado a servir como da elevação,da cultura e da paz.No fundo branco,três esferas da cor do amaranto,unidas dentro de um círculo,simbolizam a Eternidade e a Unidade.
As pessoas optaram por viver uma vida de igualdade, como um ritual. viver, crescer e por último morrer, sem sentido, isso fez a vida tornar-se cada vez mais monótona.
Precisamos de humildade,para um mundo com igualdade,onde aja sinseridade...Um lugar onde todos possam estar!
IGUALDADE
Somos todos iguais
Sombras de um passado
Vivemos o ontem no hoje
O amanhã tentamos construir
Sempre a mesma história
Sempre a mesma vida
Solidão, emoção, sofrer, devoção...
Coração, coragem, união..
Desperdiçando o prazer
Somos os mesmos a viver
Mesmo assim há quem diga
Que o novo é agora
Somos todos iguais
Sombras de um passado
somos todos diferentes mas lutamos sempre pela igualdade mesmo quando se trata de géneros diferentes racismo mas enquanto haver um eu terá um oposto daquela pessoa que eu só.
Que um dia exista um mundo sem dor,sem caos,com amores correspondidos,amigos verdadeiros,igualdade social e paz
No Brasil, há décadas, prega-se a igualdade de oportunidade para todos. Porem a igualdade de condições; não! E os órgãos que deveriam falar sobre isso se omitem.
Com igualdade de pensamentos ao próximo derruba‑se preconceitos. Com diversidade de pensamentos ao próximo se
constrói diversidade e inclusão, desde que se tenha humildade para viver as diferenças.
Equilíbrio
Significa estabilidade, igualdade, justa proporção.
O homem costuma romper o equilíbrio quando busca no dinheiro, no poder e no prazer hedonista, os principais objetivos da vida.
Conseguir muito do mesmo, pode ser um desestabilizador da vida harmoniosa.
A história tem mostrado que desequilibrados são responsáveis por grandes dramas e tragédias que assolam a vida moderna.
A busca insana pelo sucesso e pelo poder destroem muitas vidas e você pode observar isso facilmente.
A felicidade está apoiada no equilíbrio e não no ter e no poder.
Pense nisso!
É preciso que a demanda por liberdade, igualdade e fraternidade aconteça dentro da gente e não da boca para fora!
Se a felicidade existe, ela mora onde não há uma busca desenfreada pela perfeição, pela igualdade, por outras vidas que sejam, que pensem e que ajam como um único ser, que tenham uma só feição.
As diferenças nos causam estranheza, nos dão medo, nos deixam inseguros, cheios de incertezas, motivos de tanta aflição.
Nos obrigam a pensar, tentar entender os motivos, nos impõem a obrigação de ouvir para aprender o que é generosidade, o que significa amar, o que é o perdão.
Não acredito no convencimento do termo igualdade no contexto da pacificação do mundo, da sensibilidade e racionalidade (intelecto), das relações humanas (dos povos), no paradigma das classes e da ordem estabelecida (dos dominantes perante os ‘oprimidos’, dos donos do poder sob a égide dos ‘coitados/ marginalizados/ oprimidos’, dos fortes contra os fracos, dos sábios relacionados aos ignorantes- de sapiência). Portanto integralmente/ parcialmente desconfio da camuflagem e do lado oculto dos homens de bem (dos sinceros, dos felizes, dos legais, dos ingênuos, dos honestos, dos íntegros, da certificação dos éticos de fachada, e dos falsos moralistas de vitrine ou de mesa de bar). Diante do atestado dos bondosos, dos amáveis, dos caridosos, dos gentis, da falsificação, da dissimulação do marketing fadado que vomita nas máscaras (que tendem a cair- uma hora ou outra), e da desconfiança que paira na esperteza, do controle a da confirmação dos amáveis. Afinal, minha suspeita interage nos múltiplos interesses existentes por trás das ações, das tendências, da prática dos veneráveis e formosos em vigência.
É a dialética social que gerará a necessária ideia de igualdade. Ou seja, é a compreensão do confronto entre as classes sociais que faz surgir a ideia de igualdade.
Quem sabe se no comando houvesse menos ladrão, haveria mais igualdade. E assim a nossa nação, não teria tanta bandidagem.
O pior do ser humano é quando externamente luta pelo humanismo e igualdade social, enquanto, por dentro se auto-abnega das diferenças que não lhes convém. E quando isso transborda externamente, o tal ser se torna uma entre as mais terríveis criaturas que já pisaram no mundo.
