Idiotas
Um grande erudito e um idiota, estes são personagens que podem ser facilmente encontrados vivendo sob um mesmo teto.
No convívio com idiotas, pode-se sim, se extrair algumas "vantagens". Dentre elas, a de se cultivar algo sublime e eles, não entenderem absolutamente NADA.
A vida de um casal, se assemelha àqueles dois personagens do filme DOIS IDIOTAS em apuros: DEBI e LOIDE.
15.09.2020 às 22h24
Ou a existência humana é muito IDIOTA ou ela é sublime demais para que eu não consiga alcançar tal sublimidade.
Os sábios, atentam. Os idiotas, ignoram. E ignoram, para sua própria PERDIÇÃO.
✨🦉✨
Lucius
Às 19:58 in 04.04.2025
" Os idiotas são alimentados e lembrados pelos ditos sábios porque estes tem medo de serem esquecidos em sua fome. "
" É comum que o estado ridículo dos idiotas sem noção,faça com que eles primeiro duvidem daquilo que nada ou pouco compreendem para logo diante dos fatos e da compreensão se mostrarem os faladores mancos sobre aquilo que ainda não compreendem. "
Parafraseando Machado de Assis,
numa linguagem que qualquer idiota entende:
"A vida é uma errata da natureza."
"A vida é uma merda, quando se está melhorando de vida, quando nosso lugar está ficando mais confortável, temos que sair e dar o lugar para outro."
Ser “idiota e feliz” aí não é burrice.
É sabedoria disfarçada.
É recusar o palco onde alguns querem brilhar às custas do outro.
A LUCIDEZ ENTRE O PENSADOR E O IDIOTA.
O pensador, mesmo quando dorme, permanece desperto. Não desperdiça o tempo alheio em choros estéreis nem se detém nas perdas que a vida naturalmente impõe. Ele escreve desde cedo e, ao escrever, não registra apenas ideias, mas atravessa vidas. Observa os acontecimentos da noite e dos dias com igual atenção, pois sabe que a consciência não repousa quando a lucidez é vocação.
Em oposição silenciosa, o idiota não busca a verdade, mas a confirmação do próprio ruído interior. Sua filosofia não nasce da dúvida, mas do medo de pensar. Ele transforma a ignorância em abrigo e a convicção vazia em escudo. Enquanto o pensador interroga o mundo para compreender a si mesmo, o idiota interroga apenas para vencer, não para aprender. Um escreve para existir, o outro fala para não se sentir pequeno.
O pensador toma da pena uma única vez diante do papel, não por economia, mas por precisão. Logo a abandona para acolher outros pensamentos, compreendendo que o silêncio também é linguagem. Ele incomoda porque não se curva ao consenso, mas vive tranquilo porque não depende de aplausos nem se fragiliza diante da censura. Já o idiota permanece, gira, insiste. Sua lógica é circular porque seu espírito não se move, e ele chama de firmeza aquilo que é apenas recusa de revisão interior.
Não dependendo de críticas positivas ou negativas, o pensador simplesmente é. Sua natureza evola em torno do próprio estro, fiel àquilo que o constitui. O idiota, ao contrário, precisa do olhar alheio para sustentar a própria ilusão de sentido. Um avança em silêncio, outro estagna em barulho. E assim, enquanto o idiota escolhe permanecer igual por medo da dor que o pensamento verdadeiro provoca, o pensador aceita essa dor como preço da lucidez e segue adiante, porque compreendeu que pensar é um ato de coragem e existir com consciência é a forma mais alta de dignidade humana.
Não era uma idiota
para lidar com assuntos
de paz e guerra,
Era uma sereia
que no lugar de caneca
usa um caracol,
Senhora de si a sua
biblioteca era um atol
e a sua família escova
de cabelos era feita
toda de madrepérola
para a sua essência poética.
Somente as pessoas imbecis... idiotas e preconceituosas... rejeitam o seu próximo... por causa de uma opção ou escolha de vida. O que é uma pena... pois agindo assim... perdem a oportunidade de conhecerem e terem ao seu lado... pessoas fantásticas...!
