Ideia de Estado
Uma nação estar dividida em questão de valores, não exime o estado de cumprir sua obrigação de garantir os direitos constitucionais de igualdade e liberdade aos seus cidadãos.
A felicidade é o estado de plenitude que podemos almejar. Portanto, quando uma pessoa se esforça para desenvolver as virtudes está, em realidade, trabalhando para obter a felicidade que almeja.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
Todo o poder do Estado democrático reside na manutenção crucial dos seguintes elementos:
* Primordialmente ser detentor e monopolista das forças armadas e policiais, afim de garantir a obediência civil à legislação;
* Manter a população a mais desarmada possível para evitar contravenções;
* Criar leis positivadas que garantam o direito de reação repressora ao ser confrontado por indivíduos que divergem de seus ditames;
* Criar e legalizar dispositivos democráticos de efeitos altamente limitados como: voto, abaixo assinado, etc, apenas para ludibriar as massas;
* Segmentar suas instituições dando a cada uma delas um relativo grau de autonomia e poder de veto afim de garantir que possíveis ações que venham ameaçar a manutenção do "Establishment", possam ser imobilizadas pelo consenso faccioso de seus mantenedores;
* Coletar impostos obrigatórios sob o pretexto de que o Estado é responsável por criar e manter serviços de propriedade pública;
* Controlar a opinião pública afim de manter uma sensação geral de que as massas estão no controle das decisões políticas;
* Fomentar mecanismos de distrações sociais para que as massas não alimentem sentimentos como indignação, revolta, violência, etc.
O estado é o sintoma, não a causa. Não adianta atacar o sintoma. A causa é a fé das pessoas no estado. Pode tentar derrubar o estado o quanto for, mas enquanto as pessoas tiverem fé no estado, ele vai persistir.
Quarentena
Um estado de exceção
Assombroso para muitos
Recomenda:
Exílio
Nobreza
Terapia
Empatia
Nitidez
Amor ao próximo
Em 26/07/2020 - COVID 19
Faça o que é necessário sempre, independentemente do seu estado físico, mental ou emocional. Ser permissivo e compreensivo de acordo com as limitações de cada situação é necessário, mas seja observador e criterioso, pois a mente é traiçoeira e, por vezes, te faz acreditar que é melhor o não ao invés do sim. O não levar-te-á a um processo de autocondolência, enquanto o sim ao orgulho de si, ao crescimento da força de mente e de vontade, aproximando-te da conquista do teu objetivo.
FUTURO
Futuro é algo
Futuro é alguém
Futuro é uma coisa
Futuro é um estado
Futuro é "infugível"
Futuro é animador
Futuro é imprescindível
Futuro é animador
Por mais que tentemos
Não dá para adivinhar
Se pensar de mais morremos
Então só resta nos contentar
Para aqueles corajosos
Tenham cuidado
Pois futuro envolve morte
Mas acreditem na sorte.
Estado do poeta
Ó poética, estás onde? Imaginação
Eu cá já embriagado no sentimento
Trazido pelo tempo em suspensão
A saudade, o amor, o tal momento
Do poetar, ó pura, serena sensação
O quanto me faz feliz o sacramento
Que vem d’alma de singular emoção
Que me sacia e desta magia sedento
Arrio as palavras em oração, e crio
Vai-se o vazio, e me vem o estado
Fantasia e a ventura, na ilusão fio
Desfio a cada verso embaralhado
E o poema – do infinito, um arrepio
Pondo o feitio inteiramente afiado!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2023, 18 de agosto – Araguari, MG
O colonialismo não é uma máquina de pensar, não é um corpo dotado de razão. É a violência em estado puro, e só se curvará diante de uma violência maior.
O neutralismo produz no cidadão do Terceiro Mundo um estado de espírito que se traduz, na vida cotidiana, por uma intrepidez e um orgulho hierático que estranhamente se assemelham a uma atitude de desafio. Essa recusa declarada do compromisso, essa vontade ferrenha de não se prender, lembra o comportamento de adolescentes altivos e despojados, sempre prontos a se sacrificar por uma palavra. Tudo isso desconcerta os observadores ocidentais, pois existe, na verdade, um escândalo entre o que esses homens pretendem ser e o que têm por trás de si. Esse país sem ferrovias, sem tropas, sem dinheiro, não justifica a bravata que eles fazem ostensivamente. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma impostura. O Terceiro Mundo dá muitas vezes a impressão de se regozijar no drama e precisar de uma dose semanal de crises.
O neutralismo produz no cidadão do Terceiro Mundo um estado de espírito que se traduz, na vida cotidiana, por uma intrepidez e um orgulho hierático que estranhamente se assemelham a uma atitude de desafio. Essa recusa declarada do compromisso, essa vontade ferrenha de não se prender, lembra o comportamento de adolescentes altivos e despojados, sempre prontos a se sacrificar por uma palavra. Tudo isso desconcerta os observadores ocidentais, pois existe, na verdade, um escândalo entre o que esses homens pretendem ser e o que têm por trás de si. Esse país sem ferrovias, sem tropas, sem dinheiro, não justifica a bravata que eles fazem ostensivamente. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma impostura. O Terceiro Mundo dá muitas vezes a impressão de se regozijar no drama e precisar de uma dose semanal de crises. Esses líderes de países vazios, que falam alto, são irritantes. Temos vontade de fazê-los se calar. Entretanto, eles são cortejados. Ganham flores. Recebem convites. Em uma palavra, são disputados. Isso é o neutralismo. Existe uma literatura colossal a respeito deles, apesar do índice de 98% de iletrados. Viajam muito. Os dirigentes dos países subdesenvolvidos, os estudantes dos países subdesenvolvidos são clientes de ouro para as companhias aéreas. Os responsáveis africanos e asiáticos têm a possibilidade de, no mesmo mês, fazer um curso sobre planejamento socialista em Moscou e outro sobre os benefícios da economia liberal em Londres ou na Universidade Columbia.
No socialismo, as empresas administradas pelo Estado nunca pagam pelos seus erros, e sim o contribuinte. Isto, por si só, seria o suficiente para empresas jamais serem administradas pelo Estado.
Ele [o Estado] assumiu uma vasta massa de novos deveres e responsabilidades, expandiu seus poderes até penetrar, secretamente, em todos os atos dos cidadãos. Ele começou por lançar em toda parte, operações com a alta dignidade e impecabilidade de uma religião de Estado. Seus agentes se tornaram uma casta separada e superior, com autoridade de prender e soltar, aprovar ou desaprovar todo produto. Mesmo assim, como foi desde o início, ele continua sendo o inimigo comum de todos os seres humanos bem-dispostos, produtivos e decentes.
Quando não ouvimos estado perto pode ser surdez, mas às vezes, é porque o nosso coração está distante..
