A Natureza e o Homem
Ao invés de comparar o meio-ambiente humano pré-industrial e pós-industrial, eles (os ambientalistas) compararam o meio-ambiente pós-industrial com uma utopia de "poluição zero" não existente adquirida pelo Homem vivendo em "harmonia" com a Natureza. Eles fazem isso à despeito de evidências históricas conclusivas nas quais viver em "harmonia" com a Natureza significa viver muito breve. Historicamente, à medida que os seres humanos não minavam, não queimavam combustíveis, não se desenvolveram; e quando foram relutantes ou incapazes de controlar ou deslocar outras espécies quando necessário, eles morreram cedo e frequentemente. O padrão de vida moderno é um feito sem precedentes, singular, uma conquista que continua apenas enquanto os homens forem livres para comandar a Natureza em larga escala.
A terra não é suja como a nossa vida
E vocês tratam a morte como se ela fosse algo ruim.
Mas ela não é.
A Nossa vida aqui que é ruim.
A morte é só a despedida desta vida insone
Balda e degregada
E o que dói
Não foi em quem morre ou parte
Dói em quem fica.
A morte não é ruim porque a saudades
e o egoísmo existem.
Quando todos partirem,
Não espero que nenhum de vocês volte,
Muito menos espero voltar também.
Deixem a vida para trás, para baixo e para a Terra.
Deixe a vida para os animais que realmente a merecem.
A morte é a sustentabilidade da vida pelo seu inverso
tentando restabelecer a ordem
deste mundo quase perdido.
O Homem é humos
E não precisa ser mais.
Já plantou uma semente no corpo para ver como nasce?
O homem é melhor que esterco só isso.
Não conheço outro jeito de salvar o mundo
Se não, não estando aqui.
Volte também
Ao título deste poema
Não insista
A Vida não é sobre nós.
www.jessicaiancoski.com
Limite
O homem é estranho, retira uma árvore que dá múltiplos frutos e planta uma artificial que dá apenas um único fruto por um curto limite de tempo. Os benefícios que o homem procura é somente aqueles que sua visão limitada interpreta.
Aguardemos as ondas que façam com que o homem mergulhe na esperança de dias melhores, onde a fé e o amor sejam guias do seu coração e possibilitem o equilíbrio existencial entre ele e natureza.
Somos meros transeuntes do mundo terra. O homem, apesar de todo o avanço tecnológico e cientifico existente nos dias de hoje, não tem certeza do que existe com precisão além dos nossos céus e nas profundezas dos nossos oceanos
A palavra de um homem sem credibilidade equivale a um oceano sem águas, um arrebol sem brilho, um céu sem estrelas ou natureza sem clorofila.
Eu vi um homem matar um animal
Eu vi um homem matar um rio
Eu vi um homem matar uma árvore
Eu vi um homem matar outro homem.
Eu vi um povo ir a luta
Eu vi um povo nas sombras
Eu vi um povo destruir um reino
Eu vi um povo exterminar outro povo.
O maior predador do planeta Terra e universal é O HOMEM, e tudo que existe de belo e natural,
são predadores em busca de sua presas, com espírito destrutivo!
Isso é da natureza humana!
Ganância e o egocentrismo!
"A evolução do cérebro humano faz parte do processo da seleção natural. Entre todos os animais, o homem é o mais fraco deles, o cérebro desenvolvido ao longo do tempo, fez o homem se adaptar e sobreviver, perpetuando assim a nossa espécie. Não sobreviveríamos na água, não temos asas, não pulamos de alturas que ultrapassem a nossa própria, não temos caldas para nos proteger e nem para nos equilibrar, não corremos em velocidade que supera a de um coelho, até um macaco de um ano de idade tem mais força de que um homem adulto. O cérebro humano é o que nos diferencia das outras espécies, mas isso não é uma questão de privilégio, é uma questão de sobrevivência natural, é um processo evolutivo."
O homem moderno é um DEUS: egoísta, vaidoso e orgulhoso. Ele se rende a tecnologia, destrói a natureza e extermina os animais.
O homem historicamente guia-se por sua prepotência pensando ser o que não é. Ele somente pode ser convencido do que seja sua verdadeira natureza na medida em que abraça uma verdade que represente estes novos tempos de grande decisão com uma solução integral para as grandes questões existenciais.
A Discussão sobre o sentido da vida não passa de especulação desconexa se não estiver associada ao estudo do contexto em que estamos inseridos: adulteração da natureza humana original, promovida pelo pecado.
Soneto bandoleiro.
Muito se tem dito,
pouco se tem feito,
e o tido como perfeito,
é, desastrosamente, desfeito.
Muito se tem falado,
pouco se tem agido,
e o que era tido como certo,
hoje se esgueira; na sombra escondido.
Seria da natureza do homem,
tamanha afronta que nem se dá conta
de seus semelhantes esfomeados que somem.
Os infortunados banidos, bandidos,
como se fossem bandoleiros,
porque acabou o dinheiro?
Há muito tempo,
habitou em nosso planeta um animal pavoroso.
Era um animal insano,
que todos os dias devorava um pouco de seu próprio corpo.
Um pedaço da perna,
o lombo das costas,
um rim, uma costela, um pulmão,
cada um de seus órgãos e vísceras.
Devorava-se por vezes com muito deleite,
outras vezes devorava-se com tanta fúria
que causava medo.
Era como se odiasse a si próprio,
mas em sua mente insana, irracional,
ele devorava-se para sobreviver.
Esse animal terminou por extinguir a sua espécie
por acreditar que ele era dissociado da Natureza,
mas não era.
Ele era um com a Natureza e não sabia.
