Hoje o Tempo Voa Amor
O MEU SILÊNCIO
O silêncio ecoa no pensamento
Inflama sem dó o sentimento
Voa nas lágrimas perdidas
Adormece num grito constante
Gravados em instantes sentidos
Por todos aqueles que amam
Sem dúvida o sentido silêncio.
[Devaneio] A borboleta voa de ombro a ombro; por onde passa deixa um finíssimo fio, invisível a olhos que não possuem as lentes cristalinas oferecidos a alguns pela vida. A borboleta é branca, completamente branca, tão branca que reflete intensamente qualquer feixe luminoso; seja este vermelho-rubro, ou o mais puro azul-celeste. Confere a cada o florescer pessoal, o desabrochar interno dos sentimentos e manifestações únicas de cada alma. Do fundo das camadas morais emerge os antigos fantasmas, cândidos ou pueris; dependendo somente do eu. Também cria, não impelido; a borboleta não manipula, apenas expõe. De cada extrai a mais bela expressão, mas também a mais obscura e conturbada confissão.
[...] Confissão?
[Devaneio] Sim, confissão. Não há nada novo sobre os céus, tudo que havemos de ser já estava em nós. Se tu um dia matar alguém, já matara antes, mas em potência. A borboleta somente trouxe ao real o que já existia no teu íntimo. Da mesma forma, ao amar e demonstrar amor, já o tinha no seu íntimo a borboleta somente o manifestou.
[...] Tu me dizes então que não há escolha? Somos predestinados a agir de tais formas, conforme o destino? Não posso escolher mudar o meu eu, já que sou assim por natureza.
Moldados e impelidos por algo maior, somente podemos manifestar o que nos foi entregue. Não posso jamais deixar de ser um assassino, não há arrependimento, pois, o crime foi cometido antes do ato.
[Devaneio] Não há necessidade de pânico, não disse que tu não tens escolha sobre tuas ações. Estas são efetivadas pelo seu verdadeiro eu, se o mudar não há porque temer. Se és uma pessoa amável ao toque da borboleta terá atitudes amáveis.
A ressaltar, a borboleta é branca, junção de todas as cores e, à necessidade, se fragmenta para expressar o íntimo do ser humano. Por isso é fluída, como pontuou; se há de ser assassino realmente é, já fora antes de concretizar. Entretanto, é possível deixar de ser alterando o cerne na tua alma. Se tiver êxito, ao toque da borboleta seu novo eu se manifestará, seja ele qual for.
Pela sociedade deve deixar de ser assassino antes que tenha oportunidade de manifestação do eu. Do contrário não será somente assassino para si, mas também para outros. Terá de arcar com consequências.
[...] Me dizes que ela cria, não impelido, acredito que isso seja o criar; a mudança, um eu diferente do que um dia fora.
[Devaneio] Precisamente; ela por si não cria, cria para o externo o que já foi forjado no interno. De pueril para cândido; foi primeiro transformado no intrínseco para então ser no extrínseco. Podemos dizer, portanto, que a borboleta é o movimento, não digo o conceito físico de movimento. Mas o movimento moral, ético e humano. A parte do biológico. Se querer demonstrar amor, conceito puramente humano. Ao toque o fará.
[...] Se tudo é puramente humano deve existir algo que nos ligue; a diferença das demais formas de vida. Ou sou tolo e petulante ao colocar à parte minha própria espécie?
[Devaneio] De fato é petulante colocar a parte. Mas há diferença; não superior, apenas diferente. São seres abstratos, simbólicos. E com tais conceitos manifestam, ao toque, ações humanas — humanas, pois não são encontradas em outras formas de vida. Arte, linguagem, traição, amor, etc. tudo é único. Tudo está ligado pelo fio que tece a espécie. Fio tecido pela mesma causadora destas manifestações.
Se ponderar talvez perceba que vós sois menos favorecidos que as demais espécies desprovidas do abstrato. Estas não tem preocupações fora de suas necessidades; não são afligidas por pesares; não se iludem com esperanças infundadas; verdadeiramente vivem o que é real e não fantasiam a realidade.
Dicotomicamente, acredito que a maioria dos abstratos não mudaria o cerne que os faz o que são. Há algo de convidativo em ser humano, algo transcendental, mas não mistico como são construídos os cultos.
[...] Esse fio criado pela borboleta é o que nos tornar quem somos? Isso implica haver, de alguma forma, uma unidade maior, talvez incompreensível!
[Devaneio] Não existem motivos para conceber algo ou alguém maior; tais conceitos são humanos e não poderiam ser aplicados em outro tecido. Tecido feito por outros teares, outras borboletas. Digo borboletas para podermos conversar, já que seria outra realidade, não podemos conceber.
[...] Então é certo que há de fato outros seres metafísicos? Não digo Deus ou qualquer outra forma de representação humana, mas algo que não faz parte disso… que podemos ver.
[Devaneio] Tu bens sabe que não posso lhe dar respostar fora de tua própria sabedoria!
[...] Mas decerto não sabia de nada que tu me dizes até então.
[Devaneio] Se engana ao pensar assim; faz parte de um tecido, em constante movimento, feito com uma única linha que se entrelaça e cria nós. Não há ser maior, nem menor, que outro. Como disse; não há nada novo sobre o céu; apenas constante voltas e cintilar de pensamentos; que no fim são concêntricos; sempre retomando uma origem comum; tu mesmo criastes as perguntas e formulastes as respostas; não há nada novo nelas, antes de ti, teve outro e depois haverá mais um.
[...] Entendo não haver real diferenciação entre pessoas. Todos fazemos parte da mesma linha que tece o longo tecido humano, atemporal. Não podendo haver nada novo, já que não há criação nem morte. Somente recomeço. Não digo reencarnação, mas uma ‘reprise’ do que já foi feito e dito. O será novamente.
[Devaneio] Pode-se chegar a tal pensamento, mas nada do que dizes pode ser realmente apontado como certo. Há divergências entre pensamentos humanos, se considerar todos parte de uma unidade não poderia haver desavenças, por isso os nós, tornando cada um único, em relação ao que os torna um.
Nem mesmo o que te digo seria a verdade, visto que não lhe imputaria nada fora de teu próprio conhecimento.
[...] Até então venho procurando-a. E acredito que seja a máxima ambição de todos os pensantes. Receio que não possa tê-la por ti.
[Devaneio] Decerto não teria resposta.
[...] Como chegamos a semelhante assunto? Já não me lembro.
[Devaneio] A certo, a cerca de 14 minutos sofrestes um acidente aéreo e morreu! Estava conversando com teu amigo no avião antes do mesmo cair, continuamos aqui, mas desta vez, sem ele.
[...] Eu estou morto? Esperava estar mais surpreso, não me sinto rodeado por angústia ou qualquer sentimento em relação a isso.
[Devaneio] Devaneias antes de perder completamente a consciência. Disse que morrestes, pois, não há esperanças. Isso porque tens ainda poucos neurônios funcionando; acredito que já tenha ouvido falar em vida que, ao morrer, o cérebro fica consciente por 15 minutos antes de parar completamente.
[...] Sim, sim, li isso em algum lugar! Para aonde vou quando partir completamente?
[Devaneio] Tu sabes?
[...] Não
[Devaneio] Então… nem eu.
[...] Ma…
Deus criou o pardal, mas também criou a águia. Os dois são pássaros, os dois têm asas e os dois voam, mas um é maior e voa mais alto que o outro.
“Sorte é o nome que o vagabundo dar ao esforço que ele não fez. Deste modo pardal não voa com Águia.”
Pega a visão 🦅
Mundo de luz...
Uma grandiosa e bela ave voa no horizonte em meio ao sol radiante,
montanhas cobertas de flores chamam a atenção dos pequenos pássaros e borboletas ao se deliciarem com o seu banho de sol matinal,
a cachoeira brilha e vibra refletindo o poder da luz recebida em forma de um arco íris,
a noite chega,
pingos de céu caem na terra iluminados por um lindo colar de incontáveis pedras preciosas e seu poderoso diamante.
Quando chega o fim do dia, o meu pensamento voa, nas asas silenciosas da paz, e como um pássaro solitário faz pouso, no ninho da gratidão.
Sou uma andorinha que voa sozinha em pleno verão escolhi viver assim
para não ferir ainda mais meu coração !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Voe leve, leve como pena solta em brisa de verão, voe leve em pensamentos como borboleta voa ao vento...
Canta, canta Assum Preto, livre das amarras, desnudo da opressão.
Voa rumo ao horizonte, canta forte, canta alto pra aquecer meu coração.
Como a águia que voa alto, assim o perseguidor busca seus intentos, mas Deus o derrubará de suas alturas e o trará à justiça.
' ESPERANÇA
Voa alto as asas dessa saudade,
Que meu peito invade,
longe de ti, triste realidade .
Espero um dia, abraça-la forte,
Pois o amor vence tudo
O amor é mais forte que a morte.
Enquanto isso, mergulho fundo no mar da vida
A Deus sempre agradecida ,
e com grande esperança
Carregando boas lembranças
Breve hei de encontrá-las
Com aquele lindo sorriso
De quando eram criança !
Pelo céu azul revoar
Com meus versos de poesia
Até que um dia, possamos nos encontrar!
Vou contemplando a inocência
Das crianças,
Pois aí vejo o amor;
voando em meus versos
Na sombra de uma
Cerejeira em flor !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
Sopro de meu Beijo
Fique com o sopro do meu beijo,
Leve e suave como o vento,
Ele voa por aí, sem parar,
E chega até você, a qualquer lugar.
Guarde-o no seu coração,
Como um segredo bem guardado,
Ele é só seu, todo especial,
Um beijo soprado, tão carinhoso e leal.
SimoneCruvinel
“Com asas cintilantes e leves, ela voa horizonte afora, flutuando feito pluma… isso acontece quando descuidamos da perene felicidade!!!”
Silvania Alves Saffhill✨
Liberdade é bom com você
Liberdade é um passarinho Que voa leve pelo ar Mas sem você, meu amiguinho, Não tem graça de voar.
É como brincar sozinho, Sem ter alguém pra compartilhar, A liberdade é um caminho, Mas contigo, é melhor caminhar.
Então, liberdade é bom ter, Mas com você é bem melhor, Pois juntos, a gente vai ser Muito mais feliz ao redor.
SimoneCruvinel
Expressa-te
Coração acalantado
De Paixão
Que voa como avião
E chora de desejo e emoção
Arrebatado pela chama da paixão
Cada livro
Ao abrir um livro, adentro um mundo sem fim,
Onde a imaginação voa livre, junto a mim.
Entre páginas e letras, encontro meu refúgio,
Onde cada história me envolve em um doce sortilégio.
Sou amante dos livros, devoto leitor,
Em suas páginas encontro a mais pura emoção.
Viajo por terras distantes, em aventuras sem par,
E vivo mil vidas através do olhar do autor.
Cada livro é um tesouro, uma preciosidade,
Que enriquece minha alma e expande minha verdade.
Com eles aprendo, sonho, choro e sorrio,
Pois os livros são amigos que nunca me deixam vazio.
Nas estantes da vida, guardo meu amor sem fim,
Pelos contos, romances e poesias que habitam em mim.
Sou eternamente grato aos livros que me encontraram,
Pois são eles que me fazem sentir vivo e renovado.
