Hoje me Vi Sozinho

Cerca de 66918 frases e pensamentos: Hoje me Vi Sozinho

Quando te olhei não vi nenhuma emoção,
nenhum sentimento demonstravas, nem sinal de que ali dentro daquele corpo existia alma.
Mas havia mas que isso, uma Paz impossível de descrever, as vezes encontramos paz em meio ao Caos.

Inserida por gideao07

..."Seja sábio suficiente nunca para ser grande, mas para evitar que a soberba humilhe a sua virtude e te chame de idiota." ... Ricardo Fischer.

Inserida por RICARDOFISCHER2013

Me vi em seu olhar, reflexo do meu ser, purifiquei o meu amor ao deixar eu em ti viver !!!

Inserida por andrey_maia

Nessa noite estrelar,
eu vi uma estrela bem especial,
Não seria uma estrela qualquer,
mas sim aquela estrela muito especial !
Que um dia partiu mas que permaneceu lá no céu e em nossos corações.

Boa Noite !

Inserida por KenyaStar

ESCORREGO

N'aquele mar de lama
aquela fama... Escorreguei cai,
Cai que nem vi!
perdi o pedestal, oh mundo real!
oh mundo mal!
Tão mal, não saber por onde ir.

Aquele sono bom, aquela cama...
Feriu meus sonhos,
barrotou os meus batons...
Tanta gana assim, explana
se envolve n'essa lama
e o mundo começa a ruir.
Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Carolina
Minha doce irmã
Minha menina
Que enriquece a Lousã ..

Pirralha
Ainda ontem te vi nascer
A cada batalha vencer
Foi um louvor te ver crescer

Morena
Saudades tuas eu tenho
Minha jovem Serena
o amor por ti eu mantenho ..

Nostalgia
Do teu doce olhar
Da tua terna melodia
Do teu me abraçar
Que me enchem de alegria.

Inserida por JoaoRibeiro99

BOCA DO TEMPO

No pesadelo do meu sonho
eu vi a boca do tempo, mastigando
os anos. A idade oscilava para o futuro
sendo engolida pelos tragos da vida.
Eu vi... A pele, os lábios sendo, sendo
rascunhados pelas rugas dos anos.
Enquanto alegria e as e os passos...
Viajavam, dia, mês décadas, sobre
boca do tempo... As janelas da juventude
iam se fechando, uma a uma!
Até sobrar apenas as telhas, amareladas
das lembranças.
Sobre a boca do tempo... As pernas se
cansavam e tremiam entortando os
passos, e as lagrimas se perdiam sob
o chão. As válvulas gastas, ruíam
ritmando a retinia do velho coração.
Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Vim aqui contar pra vocês
O que já vi nessa vida
Coisas boas e ruins
E coisas pra serem esquecidas
Mas nunca vi coisa tão triste
Como a tal da despedida

Inserida por Linsmardejesus

Eu me vi perdida entre o passado e o futuro
Num presente flutuante
Com perfume de lagrimas
E sabor de magoas
Mais eu não me importava
Ja não sentia a dor de não sentir mais
Pois as correntes faziam parte da minha carne
Preparada com armadura de papel
Protegida do amor que queria sentir
Não precisou de muito , pra derrubar a nuvem embaixo dos meus péis que me fazia flutuar
O amor chegou e eu tinha razão
Terrível amor como a espada que atravessa meu corpo
Doce amor que faz minha alma brilhar
Não posso encontrar palavras pra descrever
o poeta se vê perdido em suas palavras
Não se pode explicar o amor
É algo que se sente
Então não espere um poema não consigo descrever em palavras oque sinto, quando te toco, quando te beijo, quando meu olhar entra em seus olhos, seus dedos cruzam os meus
Quando teu abraço me aquece
Haaaa seu abraço
Como queria ser o tempo
Nessa madrugada e poder parar um segundo na eternidade
Em meu pensamento enquanto te abraçava eu dizia me leva daqui amor
Vamos pra um mundo só nosso onde nada é proibido
Onde eu não precise de ar dês de que vc seja o meu
Onde suas mãos segure as minhas e eu nunca mais precise chorar
Onde teu calor aqueça meu corpo em noites frias
E sua voz seja a minha musica
Eu sonhei
fui oque desejei ser a vida toda
Por mais medo que eu tinha de ser eu
E me sinto sorrindo
Vc conhece o mais sóbrio da minha alma
E ainda sim decidio me amar
Há homem doce com alma de menino valente
Os brilhos dos teus olhos serão luzes para o meu caminho
Enquanto eu respirar
Eu não te perdi hoje
Pois te terei pra sempre
Meus segredos não são mais só meus
Nem meu coração de pedra que insiste em bater
Obrigado meu amor eu poderia dizer que vc é tudo mais ficaria clichê
Eu poderia pedir não me deixa nunca mais seria egoismo
Eu prefiro dizer eu amo você.

Inserida por Lilian21133

Amigo... é conforto, é paz, é acolhida, é o sentido que ajuda a completar as reticências de nossa vida.

Inserida por marileneamaralbranqu

Na vida sempre temos desafios e sempre terá,isto faz parte do viver de todos e quem viver verás.A vida em si é desafios em nós.

Inserida por Cacio01

Eu vi , rondando meus sonhos...tocou meus olhos, dançou no meu corpo...tinha um pássaro na voz, falava manso. Eu vi, um olhar bonito, andar calmo...eu vi, nas mãos rosas...me beijou de longe, jogou cheiros...garoto, menino, homem !
05/03/2018

Inserida por LeoniaTeixeira

A liberdade não está em poder fazer tudo o que você desejar, mas em não fazer tudo o que deseja e viver bem assim.

Inserida por tihhgoncalves

Na aula de Ensino Religioso, vi crente ligar sua música gospel no telemóvel, e se o professor pedir para desligar, é o Satanás o impedindo de fazer o trabalho missionário.

Inserida por Kllawdessy

JANELAS PARA Á MINHA PRIMAVERA
POESIA


Eu o vi no canto de lá,
Uma alma iluminada,
Tão iluminada quanto á minha áurea

Eu o vi ás verdes pastagens,
Sobre os meus vales de sonhos.
Eu o vi á sua alma de luz entrelaçar,
Sobre o ventre do meu rico solo.
E logo me surgiu, ás suas cortinas de cores.
Imponente,
Nostálgica,
Soberana e inspiradora.
Vinha-se ela com o seu olhar cintilante,
Como dona e deusa,
De minhas estações de anil.

Eu o vi atalhado em seu corpo,
Um mundo revestidos de pétalas,
Agregado á sensibilidade e á autenticidade da vida que me á.
Aos olhos de minha vaga imaginação,
Abracei-o. como se abraçastes á minha própria razão de ser.
Mas logo renomeie-lhe com um tema.
Cujo tema:
Janelas para á minha primavera.

No canto de lá,
Sobre o leito dos meus rios de sonhos,
Soavam-se entre ás sinuosas curvas,
de seu destino e do tempo que lhe á,
Cantos dos meus sabias,
Melodias dos brandos ventos de sua aurora,
E ás boas novas de suas aves migratórias.
Que sobre ás galhas de minhas doces roseiras,
E das copas dos meus verdes arbustos, vinha-se elas pousar.
Eu o vi o branco dos lírios anunciar,
a nobre chegada de minha imponente primavera.

Eu o vi em festa,
No canto de lá,
Toas ás almas da vida se renovarem,
sobre um inusitante cenário de cores.
Ilhas de flores,
Pomares frutíferos,
E inúmeras revoadas de andorinhas,
Entre um horizonte á outro, á proclamarem,
Ás boas novas da proa de minha primavera.

Eu o vi, o porto soberano de seus vastos canteiros,
A bailar entre ás asas dos sopros de sua nova aurora.
E assim,
Meus olhos o contemplavam, o inovo de cada vida,
A natureza em raras formosuras.
sobre á:
Janela de minha primavera



.

Inserida por jose_unias_silva

Amnésia Natural

Eu sou o que sempre fui e chamaste-me de senhor.
Com isso me vi ao chão, quando esperava amor.
No seu olhar vi desprezo, mas alguma atenção.
Disseste que velho sou, mas velho não se encontra não.
Tanto que ainda estou, na janela da espera.
E foi você que chegou tarde, ao encontro nesta era.
Com amnesia natural, da nova identidade.
Esqueceu-se das décadas, diferentes na idade.
Como almejo o parar, no tempo um pouco.
No escuro, no claro, estiagem ou na chuva.
Ser chamado de biruta, pândego ou louco.
Mas paciente te esperar, no aclive, declive,
reta ou numa acentuada e perigosa curva.

By. 2017
Por = Carlos Roberto Rocha Rodrigues

►O Amor Que Conheci Em Belo Horizonte

Foi naquela grande capital que a vi
Foi naquela grande cidade que me conheci
Não estávamos sozinhos,
Mas eu sentia que ela estava só comigo
Não fora algo comum de acontecer,
Mas me senti diferente quando nos conhecemos
Algo impossível, mas que aconteceu sem querer.

Parque municipal, meu lugar preferido de lá
Estava apenas observando os peixes
Acho que meu corpo só queria descansar
Descarregar o estresse que tenho às vezes
Eu estava procurando a paz, e encontrei algo mais.

Em um simples banco de madeira, nada especial
Poderia ter chovido, mas o dia fora normal
Não me era prometido nada, e eu estava tranquilo
Me sentei procurando meditar,
E encontrei o que eu nem mesmo estava a procurar
Não acordei aquele dia pensando que iria me apaixonar,
Mas aconteceu, rápido quanto o piscar
O meu coração disparou, como um tiro de uma ak
Eu só pensava quais eram as probabilidades,
Quando me dei conta, lá estava eu, a me declarar
Tudo o que consigo lembrar é dos textos que escrevi
Um deles eu até disse que meu amor era grande como o mar,
Como alguém entregado que já não enxergava mais nada
Tudo por conta daquele encontro, e da situação inusitada.

Ela estava com as amigas, em uma mesinha de pedra
Um jovem estava no meio delas, com um violão
Ela parecia estar mais afastada, mais na dela,
Talvez em seu próprio mundo da imaginação
Sua distância com amigas foi aumentando,
E ao meu lado ela foi se aproximando
Eu, como um rapaz só, estava a sós com meus pensamentos
Preenchendo os vazios do caderno, sentindo o vento
Quando me virei, a vi próxima a mim, a pouco tempo
Um bom dia, educado, e, de repente, éramos conhecidos
Falas e mais falas foram depositadas em nossa conversa
Eu acabei por ficar um tanto quanto entretido,
Não só pelo sorriso, mas pelas suas ideias.

Com um pedido meigo, a deixei ler meus textos
Não consegui negar, creio que também não queria
Ela leu, um a um, com um olhar preciso
Percebi que, durante sua leitura, ela demonstrava alegria
Ou eu estava só querendo que ela gostasse deles, não sei
A cada página virada, ela me olhava e suspirava
Pensei que eu havia escrito uma fábula encantada,
Pois, no fim, eu a chamei de princesa, por quê?
Vai saber, talvez eu só estava a muito tempo no sol
No fim do dia, horas depois do meu elogio, ela me ligou
Me assustei, tinha me esquecido que havia passado meu número
Hoje ainda converso com ela, até escrevi um texto romântico
Claro que fora totalmente dedicado a quem eu conheci em BH
E que hoje compartilha minhas noites estreladas.

Inserida por AteopPensador

E eu não sei por onde começar, relembrando o dia que te vi passar pálida, de um olhar que não consegui saber se era de surpresa de me ver ou de assustada, mas se passando alguns segundos, tortuosos segundos pudes notar um impiedoso e penetrante olhar, serias melhor que me batesse, o meu medo nunca foi de apanhar, seria suficiente prazer, mas de encarar tal olhar sobre mim, isso sim, da sorte que me desprezas procurando outro ponto ao horizonte, satisfazendo meu desejo de ser recriminado, por pensar que mereço, do julgamento de ser livre, caindo por terra, diante de um olhar tão impiedoso ou eu diante de mim mesmo a cerca de minhas reflexões, engasgando elaborações ferrenhas do meu próprio ser, puderás eu te colocar no bolso, ledo engano, me colocaste de volta ao meu lugar com segundos de um olhar, de canto, sorrateiro.
Naquele entardecer, fiquei acompanhando seu caminhar até que sumisse, até que eu não te encontrasse mais pelos carros e prédios, onde se perdia diante dos meus olhos no meio da multidão, me fazendo reviver momentos juntos de ti, de como era lindo te ver sorrindo, do toque suave, das mil cartas que me escrevia, das duas mil que eu correspondia, eu que fingia não ter ciúmes de alguém com sotaque do interior, que agora ecoa sobre o silêncio em minha memoria, serás minha saudade gritando em voz alta? Que loucura, você nem me tocou, e meu peito dispara, tolo, uma agitação que não consigo conter.
Prometemos nos dar paz, que até hoje não encontrei, estou aprendendo a viver sem você, aprendendo a lidar com o meu pesar, em tantos pensamentos, a noite foi longa, eu não tinha uma canção para ninar, se nossos corações estão divididos, penso que tenho a solução, pego o telefone e disco seu número, escuto o primeiro toque, está chamando, mas em um ato de covardia desligo, com mãos tremulas, me sinto tolo, acendo um cigarro, já são três da manhã, que tolice, lembro agora do que você me dizendo que a pedra atirada não tem volta, confirmando pra mim mesmo que era o melhor que o fizera, desligar, fico atordoado pensando se você atende, o que eu iria dizer? Eu te amo? que loucura,
que ideia a minha, a essa altura do campeonato recitar pelas palavras de que adiantaria? De nada adiantaria, tinhas razão de me chamar de covarde, eu minto para mim mesmo, com tantas meias verdades, me perco, posso ouvir sua voz me dizendo, eu já sabia, me irrito, rangindo os dentes, por ter que te dar razão, razão essa que me faz te deixar em paz.
Sentado no sofá, ás cinco da manhã, caiu no sonho, de tanto que pensei em ti, sonho que bates a minha porta, a porta está emperrada e não consigo abrir, você chama meu nome, como quem sentes saudades, depois de uma luta travada com a porta que se atrevia não abrir, te vejo, sorrindo, sorrindo para mim, junto de um dia ensolarado, logo após acordo com o coração acelerado, naquele dia cinza de outono, ás nove da manhã, o telefone toca, corro pensando ser você, não é, volto os olhos a escrivaninha, pensando da onde tirei aquela ideia, que ingenuidade, aquele coração gelado era bem capaz de me fazer ouvir umas boas palavras duras, mas ouvir sua voz teria sido tão bom. Resolvo então escrever-lhe, assim conseguiria não sofrer nenhuma retaliação, fico devaneando horas sobre o que te escrevinhar, de como falarei desse sentimento do qual nem eu sei decifrar, olho no relógio são meio dia, o cheiro de comida invade a casa, que deve ser o da vizinha que ultimamente deu para ouvir as músicas que você gosta, se tivesse intimidade lhe agradeceria tamanha judiação.
Pareço um adolescente de quatorze anos, como quem nunca tinha o feito antes, começo a escrevendo remetendo ao apelido que costumava a chamar, me fazendo relembrar desses detalhes, tão sútil, entre nós, te vivendo em cada linha, em cada palavra, imaginando como será sua reação, do que sentirá, ansioso, vou descrevendo como sinto a sua falta, dos planos que tinha e que ainda tenho para nós, tão difícil vencer o orgulho e lhe falar de sentimentos que me escondo, de um querer que está deixando de ficar no meio do caminho, escolho a tinta azul, que é da sua preferência, tento agradar-lhe ao pouco que posso com palavras doces nas cores que tu gosta, que assim eu posso falar das minhas dores e de tudo que diz de nós, essa carta rendeu mais de uma folha frente e verso, porque falar de ti, querida é envolver o universo, você está em tudo, no fundo do copo que eu bebo, na música que ouço, de quando ouço falarem de você, fingindo não ouvir, nas fotos antigas, naquele moletom que você costumava usar, na falta que você faz para escolher o canal da televisão, ficou tão vazio, não conheço ninguém com os mesmos defeitos que você, não tem outra como tu, tão ingênua, foi tomando todos os espaços, eu só queria estar ali, com você implicando comigo no meio da sala, era tantos beijos e abraços, seu beijo tinha intensidade de alguém que ama pela primeira vez, estava entregue sem pedir permissão.
Não tem novidade, sou apenas um pobre diabo, no jardim da infância quando o assunto é amor, quando o assunto é você, sou apenas um menino, um pobre diabo que não sabe esquecer de ti, através de uma rede de mentiras eu me arrastei até aqui, emaranhado por seu amor, existe um véu do comodismo, que nós mantém de pé, permitindo a tolerância sobre si, é assim que os covardes fazem, mandam cartas, um dedo apontado me dizendo que é muito tarde para viver nossa verdade, quis me mostrar o paraíso, me revelando, talvez a mim mesmo, me trazendo a consciência de que nunca tinha estiveras antes ali, da sorte que meus olhos não foram tão bom assim, ficou muitas sombras, muitas duvidas no meio do caminho, da lama, da escuridão, das mentiras, das omissões, meias verdades, me desculpe por ser tão fraco assim, me esconder através de linhas de uma caneta azul, que a senhora sabichona sabe que diz muito mais de mim, não te encaro, mas te vejo quando fecho os olhos, tão linda olhando para mim, se faz melhor que um anjo, porque eu sei que es real, adeus lindo sonho ou até logo, nas esquinas da vida, prefiro assim, dizer-lhe adeus faz doer, preciso da esperança mesmo sendo uma ilusão errônea, que um dia talvez, possamos nos encontrar com um novo tipo de olhar, em uma bem melhor, quero me despedir, como costumávamos fazer, coisas que só nos dois eramos capazes de fazer, me deixe por também três pontinhos para assim dizer que não acabou, que não temos fim, deixa assim ser...

Inserida por Fernandadeabreuramos

Boa Tarde
Passei da época de acatar o que querem que diga, e não o que eu penso em falar.
✍️Ale Villela

Inserida por Alevillela

Nem vi
Desculpem minha falta de memória
Repito os velhos versos
Como a canção antiga
Que cantei na infância.

Desculpem minhas frágeis lembranças,
Vividas desde dos tempos de crianças
Que não querem se apagar.

Desculpem – me
Nem vi a vida passar.

Inserida por MoacirLuisAraldi