Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
"Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações". (O guardador de rebanhos)
Nesse novo capítulo de minha vida descobri que era preciso deixar algumas pessoas para trás, não por maldade ou por ingratidão, mas pela necessidade de quebrar correntes que me prendiam ao passado. Correntes velhas e enferrujadas, mas que ainda assim tinham o poder de me segurar ao que eu não pertencia mais, ao que eu nunca pertenci de verdade.
Na imaginação
Pintei o sonho mais lindo
Com cores e formas os teus traços
Na minha tela de pensamentos.
Suavemente ouço uma voz
Que no vento fala de você.
Ouço tocar em mim nossa canção
Voo alto nos meus desejos mais secretos
Para estar junto de ti.
Sim, eu estava seguindo minha vida como me pediu naquela nossa despedida. Conheci novas pessoas, fiz novas amizades! Mas isso não significava que eu tivesse tirado você totalmente de dentro de mim, só não doía mais como antes. Tinha músicas que eu não conseguia mais ouvir, comecei a detestá-las! Mesmo sabendo que eram as nossas preferidas. Mesmo sabendo, que um dia as ouviríamos juntos. Mas tudo me lembra você. Tudo traz você de volta. Tirar você de mim, é como tentar apagar uma tatuagem, sempre vai ter um resquício de você marcado..., mas no meu coração, porque ele é teu. O meu amor é teu.
“Onde está a minha esperança? Numa multidão de indivíduos, independentemente do seu lugar social ou econômico, que vivem possuídos pelo sonho da vida, da beleza e da bondade. A esperança de Camus estava no mesmo lugar que a minha”.
(Extraído do livro "Pimentas" - de Rubem Alves. Página 136 - Editora Planeta, São Paulo, 2014.)
Vi ao longe tua imagem,
Que a transformou em paisagem.
Teu sorriso comovedor,
Acalentando minha dor.
" Saborear a experiência de noites em claro com minha pequena,
tudo é magicamente passageiro, então aproveitemos "
sobre a paternidade .
Sou horrível por dentro e por fora
Inimigo da minha própria memória
Vivendo o que eu não sei o que é
Sendo o que for que vier
Chuva em dia de sol eu sou
Posso ser a poeira das estrelas
Uma ponte sobre o abismo
Posso ser também
Posso ser o "quem sou eu?"
Quem sou eu?
Caos de mim eu sou
Dias sem belos dias eu sou
Tentando transformar o tédio em vinho
Visando-me fico
Flutuo como o nada sobre o nada
Sendo o que sou, sou o "me pertenço"
Também sou aquele tal de "desconhecido"
Estrela brilhando na madrugada
Posso ser ou não ser
Porque de ser em ser eu vou sendo
Sendo aquilo que não sei
Sou em meu ser
Sem querer ser outro ser
Porque à mim me tenho
E serei isso até o fim...
Que fim?
Fim de ser o único pilar de mim
Sendo o que sou, vou ser sempre...
E exageradamente o que não sei quem sou...
Me afogando na alma do meu inferno vazio
Nasçendo serei nada
Vivendo serei o ser de mim
Morrendo eternamente
Vou me transformar
Em fim
Lutei tanto para que fosses minha mas, me esquece que também precisas de mim. só tenta entender que não podes viver fingindo.
A esperança é a minha raíz neste mundo.
Ela me mantém em pé fortalecendo me , a cada nascer de um novo dia
E rege o meu coração com a suave canção da paz de Deus.
MINHA GUERRA
Em meio a quaisquer tipo de guerra, quem sai perdendo é a verdade... E sem a menor sombra de dúvidas, o ferimento maior ver-se na sociedade que fica entre o fogo cruzado, entrincheirada na incerteza dos fatos. Quase sempre maquiados por ambíguos interesses de diversas tendências...
Espinhos
Me arranhei em espinhos
que sangraram a mim
e a minha alma, assim,
num absorto dilema do coração
tatuaram na carne da emoção
marcas de sonhos e paixão.
Uma saudade,
uma lágrima,
um triste olhar,
uma dor a lamentar,
um vazio de carinhos.
Todos espinhos...
Me vi sozinho
acompanhado
sorridente, calado...
Perdido em poemas... (dilemas)
Entre espinhos e flores
afagos e amores
tive o meu poetar como espectador.
Minha poesia
Cada verso da minha poesia
Rima choro rima alegria
E neste côncavo e convexo
A voz e o olhar estão anexo
Na ilusão que delira cada trova
Atadas ao afeto e posto em cova
O que prova toda a alquimia
Da paixão que tenho na poesia
A lágrima escrita com sorriso
Também escreve o improviso
Da vida, com sua diversidade
“Poemando” toda a fertilidade
Da inspiração, do amor, da emoção
Todas rimas vindas do coração
A minha poesia é caipira é do mar
Do cerrado, montanha, qualquer lugar
(São falas da alma que se põe a poetar)
