Histórias com Moral da História
Para descobrir do que se trata realmente uma história, disse o bibliotecário, você não pergunta ao escritor. Você pergunta ao leitor.
As pessoas são como livros: cada uma tem sua própria história e merece ser lida com empatia e compreensão
Quando a história traz lembrança de situações vivenciadas no passado que nos fizeram vencer as dificuldades em estar aqui de pé e cabeça erguida.
Nos leva a dar continuidade ao que nos serviu de melhoria e capacitação humana, para plantarmos, também, estar sempre regando com amor e verdade em outras vidas que passarem pela nossa; para que amanhã outros possam usufruir do que também desfrutamos hoje.
Revelando o quanto vale a pena servir e confiar em Deus.
Estou no ponto, esperando o bonde da História. Descobri que ele é circular, e passa a cada 100 anos. O problema é que vem muito cheio.
"Muda a minha vida,a minha história e lança em mim agora Senhor.
O teu amor que cura,o teu poder que salva,o teu olhar que acalma"
Cuide bem do erário público; seja porta-voz da razão; seja a bússola do seu tempo, faça história, lance luzes à inovação, irradie luminosidades; ame as pessoas com toda intensidade; respeite o humanismo, pois o mais importante da vida é a marca indelével do exemplo e a implacável força do caráter.
Escrevi minha história a lápis até que certo dia parei de apagar o que não aceitava, gostava, discordava...
Resolvi escrever então a caneta, ponta porosa pra ficar bem marcado no papel; escrevo tudo, vivo tudo, choro, sofro, rio, passo mal, fico doente, morro, vivo, caminho descalça sobre brasas, e calçada sobre plumas, durmo em camas de varas e ponho a cabeça sobre travesseiros de pedras, mas também há dias de sono tranquilo em travesseiros de nuvens. Vivo dias ensolarados com angústias e outros felizes em meio a tormentas e tempestades. Sou de ciclos, logo assim como a lua, minhas fases são complexas, minhas estações temporãs, sou ventania, calor e frio.
Me aceito, me vejo, me amo e me assino. Me escrevo, me descrevo, me acho na bagunça que sou!
Meu pai sempre me contava essa história, de uma Rainha linda e sua cobra.
Era uma vez uma cobra enorme que por onde passava, o homem se assustava, recebida com paus e pedras em toda cidade que passava.
Um homem parou a sua frente empunhando uma espada, ele a desafiava.
O homem lutou bravamente, mas o resultado já era esperado, ele morreu envenenado.
Todos os vilarejos que a cobra passava a história se repetia, um homem valente morria e o povo se escondia.
Em um belo dia, um famoso cavaleiro desafiou a cobra para um combate, o povo eufórico se reuniu para assistir a épica batalha. Um cavaleiro ambisioso que de muitas guerras só conhecia o sabor da vitória, iria cortar a cabeça da cobra para ficar na história.
E do outro lado havia a cobra, que para ela não passava de mais um homem que a incomodava, basta dar um bote e todo aquele alvoroço terminava.
Para a surpresa do povo, antes do primeiro golpe o cavaleiro veio ao chão, o povo ficou espantado, pois não era ela que devia ser o campeão.
Todos saíram correndo como era o costume, exceto uma garota, uma pequena camponesa qualquer que para a cobra olhava toda admirada. E a cobra por sua vez ficou sem entender nada.
Preparando mais um bote esperando que a garota fugisse assim como os outros, logo ela descobriu que como os outros ela nada se parecia, em troca de sua piedade, houve um gesto de amizade, a garota estica os braços e lhe entrega uma simples maçã vermelha.
O tempo passou e a fama se espalhou, a bela domou a fera.
A garota mostrou a cobra um sentimento que antes não conhecia, pois onde havia raiva e dor, ela mostrou que também pode se cultivar amor.
Uma pequena camponesa de nome incerto criava ovelhas com seu pai na encosta de uma montanha, toda manhã ela viajava até a cidade para vender lã, enquanto seu pai tinha uma tenda de maçãs logo mais na praça. E como toda manhã ela ia até seu pai pegar uma bela maça para seu café.
Em um dia qualquer, a jovem foi para a cidade vender suas lãs como de costume, e ao se dirigir para a tenda se deparou com ela vazia, seu pai não estava lá e para falar a verdade nenhum morador também estava deixando todas suas mercadorias a céu aberto.
Até que nesse momento passa duas crianças correndo para a entrada da cidade e ela sente que precisa ir naquela direção, atravessando um tumulto de pessoas que lá se encontravam, ela se depara com seu pai empunhando uma espada frente a frente com a serpente.
Essa foi a última vez que ela viu seu pai.
Alguns anos mais tarde, uma notícia diferente corria pelas ruas da cidade, um cavaleiro destemido que iria enfrentar a maior das feras. Com uma carruagem cheia de maçãs se dirigiu para está cidade tão falada, para vender maçãs e ver a luta tão aclamada.
Chegando lá, a luta já se desenvolvia, o tumulto aparecia e o cavaleiro sorria,
Por um breve momento ela lembra de seu pai e vê a historia se repetir, o povo fugindo, o cavaleiro morrendo, a espada bradando ao chão, ficando apenas uma menina com uma maça em uma das mãos.
Essa era a história que meu pai contava sobre nossa rainha, não à muitos registros de como ela chegou no poder, dizem que foi um presente de sua serpente.
Mas o que realmente importa é mostrar que nossa rainha é diferente, não por ter uma cobra gigante e sim por ter o dom, o dom de perdoar.
Ao transmitir amor e compaixão para com uma criança, lembre-se de sua história infantil em sua melhor fase, e reproduza um
sentimento adequado para a evolução emocional desta que receberá.
Medíocre é aquela que sai inventando história sobre alguém, difamando sua imagem enquanto ele está longe lutando pela sobrevivência.
A história nos ensina que o combate anticolonialista não se inscreve de imediato numa perspectiva nacionalista. Por muito tempo o colonizado dirige seus esforços para a supressão de determinadas iniquidades: trabalho forçado, sanções corporais, desigualdade salarial, restrições dos direitos políticos etc. Esse combate em prol da democracia contra a opressão do homem vai progressivamente afastar-se da confusão neoliberal universalista para desembocar, por vezes com muito esforço, na reivindicação nacional. Ora, o despreparo das elites, a ausência de ligação orgânica entre elas e as massas, sua indolência e, digamos também, a covardia no momento decisivo da luta estarão na origem de desventuras trágicas.
A consciência nacional, em vez de ser a cristalização coordenada das aspirações mais íntimas do conjunto do povo, em vez de ser o produto imediato mais palpável da mobilização popular, será sempre apenas uma forma sem conteúdo, frágil, grosseira. As falhas que aí são descobertas explicam amplamente a facilidade com que, nos jovens países independentes, passa-se da nação à etnia, do Estado à tribo. São essas fissuras que demonstram os recuos tão penosos e tão prejudiciais ao desenvolvimento nacional, à unidade nacional. Veremos que essas fragilidades e os graves perigos que elas encerram são o resultado histórico da incapacidade da burguesia nacional dos países subdesenvolvidos para racionalizar a práxis popular, ou seja, para extrair sua razão.
Não passe pela vida sem deixar sua marca na história do mundo, seja real, e intenso; faça as pessoas se sentirem importantes, porque de fato elas são. O amor é a única forma de demonstrar gratidão ao próximo.
