Histórias com Moral da História
A vida é um vagão de longas histórias, fragmentadas em pequenas partes e repletas de intensas emoções.
Embora compartilhemos as mesmas estações, o caminhar pelos obstáculos e as histórias que guardamos dentro de nós nos tornam únicos.
Adiamos o hoje para o amanhã, trocamos horas por dias, terminamos histórias sem o ponto final, desenhamos, porém, esquecemos de pintar; o reconto é bom, contudo, o tempo é passageiro.
A vida nos dá vários destinos e a oportunidade de fazer várias histórias... por onde passamos devemos deixar amigos, saudade, portas e janelas abertas... Tem momentos que precisamos decidir: partir ou construir uma nova história... difícil decidir quando gostamos das coisas quase que impossíveis... grandes desafios serão sempre grandes e apetitosos descobrimentos... e o que tiver que ser, tem muita força.
Tenho histórias para contar colocando minhas imperfeições a mostra como exemplo para não se seguida por tantos medos de não tropeçar ao caminho;
Antes de prosseguir tenha certeza de quê o coração está bem alimentado para suprir a alma devidamente;
Chegue de mansinho e descubra as histórias
No qual aumente o tempo que nos falte...
Não esqueça-me dando sinais
Impróprio para se alimentar
De algum alívio de tristeza;
Minhas histórias nunca tem ponto finais, sempre nascem reticências...
Para dar continuidade a relacionamentos informais...
Faça o melhor para entender quem é de verdade e quem é de mentira para que suas histórias não fiquem manchadas;
Tudo o que sempre quis nunca esteve ao meu alcance, mas com luta e coragem eu posso desfazer a dor para propagar o amor;
A solidão desenha tais histórias
Faz a essência predeterminada em nossa própria memória
Contrária à justa dignidade, como quem deseja amar na afetividade
Quando estamos afim de não negociar a companhia apenas por passagem
Na memórias nossas histórias, nos lembram fábulas sedutoras, fictícias, delirantes.Bons tempos aqueles da infância entre as estórias e o sono.
O verdadeiro ativismo cultural vive na zona sul e na periferias, em busca de novas historias, vidas e personagens mágicos que lutam a seus jeito para as superações, muitas vezes indo contra a toda uma falência das politicas publicas institucionais, que punem, flagelam e abandonam injustamente os invisíveis que sobrevivem esquecidos na parte mais baixa da pirâmide social e cultural. A verdadeira arte contemporânea tem um importante papel de linguagem quanto a isto e cada artista deve ser um ativo interlocutor.
Na maioria das vezes, as historias contadas são muito mais importantes e valiosas que os objetos antigos.
As boas historias, de afeto e de carinho independente da religião e da cultura de quem nos conta, se repetem. Isto justifica se por amor e humanidade.
Gostaria que a militância politica da cultura brasileira, saísse só das historias e casos sobre os "anos de chumbo" da ditadura militar, e fossem mais longe e contassem e produzissem obras, livros, documentários e filmes sobre a escravização imoral negra e as chacinas culturais indígenas, fontes fidedignas de nossa historia e tributo moral e social de nossa identidade.
