Histórias
Ao mesmo tempo que várias pessoas ficam olhando as histórias virtuais diariamente de muitas pessoas, são poucas as vezes que há qualquer tipo de posicionamento e interação com o conteúdo e com a própria pessoa.
Isso deixa claro que poucos estão realmente interessados em você.
E deixo uma dica valiosa: compartilhe conhecimento nas redes sociais, evite publicar suas dores e problemas.
Te tenho no meu pensamento,
também aquele teu jeitinho,
de falar devagarinho,
as histórias tuas...
De repente me sinto,
tomado pelo teu carinho,
e choro de mancinho, sem ninguém,
saber porque, que tens que vir,
comigo em meu caminho...
Lamentavelmente,
Não sei contar histórias,
Nunca aprendi.
A narrativa que me perdoe,
Mas foi na rima que me perdi.
A arte de contar histórias não requer pano de fundo, spots, microfone; enfim, toda a parafernália que tem sido usada a pretexto de "colorir" a narrativa. O tom de voz, as nuances e, principalmente, a intimidade que o momento promove, são seus pilares. Equívocos à parte, continuemos contando e ouvindo histórias tradicionais. Os contos populares formam a argamassa para construção do indivíduo.
Sinto falta da minha infância na casa da minha vovozinha querida, dos bolos e doces, das histórias que ela me contava, quando ela lia poemas para eu dormir, era fantástico, minha mente desaparecia e se perdia na minha imaginação fértil onde meus pensamentos criavam cenários.
Ah, como sinto falta da minha vozinha, da cozinha, do filtro de barro, da caneca pendurada no prego ao lado. Sinto falta do chão vermelho que ela encerava, eu escorregava como num parque de diversões. Os melhores momentos da minha vida agora são minhas lembranças mais preciosas que transformo em poemas que trazem a quem os lê um pouco da minha alegria da infância, da melhor fase da minha vida. Que saudade da minha querida vovozinha...
Saudades de você.
Em memória da minha querida avó.
Se todas as histórias já foram escritas, quem escreveu a minha? Este não tem alma. Escreveu minha infância com tristeza, tirando de mim o que poderiam ter sido minhas melhores lembranças. Levou minha mãe que me deu à luz e me amamentou.
Em uma tragédia sofri, acolhido pela minha avó que me criou com muito carinho e amor.
Mas o cruel escritor da minha história também a tirou de mim.
De casa em casa, cresci, amadureci,nunca me esqueci, desde que o mau escritor que escreveu tantas tristezas e perdas levou embora minhas joias mais preciosas. Hoje só me restam lembranças e saudades. Um escritor malvado e ruim escreveu uma história triste, não teve piedade de mim. Todos os Dias das Mães passo tristemente sozinho, com o coração pesado, colando cada pedaço do meu coração partido
Este escritor nunca foi filho, nunca teve mãe
Para entender que não se pode tirar uma mãe de um filho...
Somos cheios de histórias, carregamos cicatrizes que ninguém vê, silenciosamente nos orgulhamos de vitórias de batalhas travadas em silêncio.
A vida já foi tão mais fácil... Saudade de quando não tínhamos bagagem, de quando éramos ingênuos e inocentes, totalmente crus, sem a menor noção de que a vida é brutalmente dividida entre o sofrer e o desfrutar.
acordei tão animada
ia fazer um mundo bonito
criar histórias
reinventar a fórmula da Poesia
duas horas
deslizando o polegar
numa esteira lisa
e já me perdi de mim:
não sirvo para a vida
tudo parece estar pronto!
"Se você quiser saber onde nasceu a Constituição Brasileira, vá atrás das histórias nos interiores do Brasil, onde tombaram nossos heróis da resistência - mulheres e homens defendendo o homem do campo, nas universidades, nos quartéis que eram QG's da morte, nos cárceres onde foram torturados, nos olhares dos órfãos e mães que nunca puderam enterrar seus entes queridos. Enfim, onde quer que tenha morrido um brasileiro da resistência lutando por nossa liberdade, ali está nossa Constituição."
Entre aromas e histórias,
sou essência,
um abraço que aquece,
uma alma que pensa,
um poema que cresce.
Enquanto um faz tudo pra dar certo, o outro faz tudo pra dar errado. Já vi algumas histórias assim, tome cuidado!
Que não fiquemos narrando histórias alheias, mas que consigamos escrever as nossas histórias resultantes das nossas obras edificadas e ornadas pela solidariedade e fraternidade.
Não irá nos importar tanto o tanto de histórias que contarmos somente como quantidade!... se nenhuma delas indica-nos com qualidade no momento e, talvez, sofrendo em um castelo solitário de nossas almas!
