História
"Não aceite o papel de vítima dos seus algozes; aceite o papel de autor da sua história, onde a ofensa deles é apenas um ruído irrelevante no caminho para o bilhão."
"Cuidado ao zombar do esforço de quem está começando; a história é feita de pessoas que riram do que não entendiam e acabaram pedindo emprego para quem criticavam."
"O PIB de todas as nações da história não pagaria um único tijolo da Nova Jerusalém, pois lá o valor não reside na escassez, mas na presença da Glória."
"Não houve roubo, houve ressurreição. Jesus não é uma história enterrada, é o Rei vivo que venceu o inferno para que você não precise se perder nele."
"Deixe para trás quem você era e as palavras que feriam. Na nova página da sua história, escreva frases de apoio e gestos de compaixão. Mudar é ter a coragem de ser o reflexo do amor de Deus em todos os momentos."
"O vício é o maior ladrão de tempo da história; e o tempo é o único recurso que nem todo o dinheiro do mundo pode recomprar. Proteja o seu patrimônio temporal."
"O vício te faz um figurante na história alheia; a autoedificação te faz o protagonista, o diretor e o dono do estúdio da sua própria vida."
Filho do Norte
Vou navegar na história
Nas águas do rio Amazonas
Esse lugar que eu amo
Nação de bravos guerreiros
Povos nativos, povo brasileiro.
Apurinã, Atroari, Tupinambá,
Parintintin, Mundurukú, Kaxinawá,
Kanamari, Baré, Sateré-Mawé.
Minha terra ancestral
Teus filhos viviam dessa natureza
Os rios e as matas eram sua riqueza
Teu canto de lendas te eternizou
A tua lembrança, meu sonho de amor.
O tempo revela a tua herança
A cultura cabocla eu vou preservar
Eu vivo da mata, eu sou farinheiro,
Eu sou ribeirinho, eu sou pescador,
Caboclo guerreiro, eu sou vencedor.
Sou amazonense,
O meu sangue é tupi
O meu canto é mais forte
Eu sou filho do norte,
Meu lugar é aqui.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Sem fazer barulho, como segredos guardados no coração, sem que ninguém soubesse, uma história de amor invisível se desenrolava.
Sem alarde, sem ostentação: uma história de humildade e força.
Parintins, Flor do Amazonas – 173 Anos
Às margens do rio que encanta,
Nasceu tua história formosa.
Teu povo ora e canta,
No chão, canção gloriosa.
Ó Parintins, por Deus abençoada,
Pelos caboclos, pra sempre amada.
Nas tardes mansas, o sol te abençoa,
Pintando de ouro a correnteza.
O boto salta, a arara entoa,
E o povo brinda tua beleza.
Teu nome é verso que o tempo ensina,
Tua alma é pura, tua voz divina.
Teus rios falam com voz de criança,
Teus ventos trazem antigas canções,
Das mãos caboclas, cheias de esperança,
E do benzeiro que embala os corações.
Ó Parintins, terra de lenda e fé,
Teu nome é luz que aplaudo de pé.
Hoje a cidade inteira festeja
Teus 173 anos de alegria.
Paz é o bem que teu povo deseja,
Felicidade, amor e harmonia.
Hoje é teu dia, Tupinambarana,
Ilha do amor, eterna e soberana.
Parintins, meiga flor do Amazonas,
Tua bandeira é meu coração!
Teu povo canta tua história,
Com orgulho, amor e gratidão.
Parintins, pátria das águas,
Brilhe pra sempre na imensidão!
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Muda minha história senhor
Restaura minha vida, e renova minha fé para que eu consiga me manter em paz
Traz a minha alegria
Leva para longe tudo que não for teu
Deixa eu te amar, clamando com louvor
Quando eu te busco
Eu levo para ti todo o meu amor
Velha e sem vergonha!
Obrigada pelo elogio.
Velha porque tenho história.
Sem vergonha porque tenho inteligência.
E a sua interpretação limitada não me define.
Van Escher 🦁
Sabe o que me deixa indignado?
É essa história de que “evoluímos”.
MENTIRA!
Pura ilusão moderna!
A humanidade acha que ficou mais sábia, mais culta, mais iluminada…
Mas basta observar, com honestidade, sem autoengano, para perceber:
continuamos caindo nas MESMAS armadilhas de Adão!
No princípio, Deus falava.
Havia ordem!
Havia direção!
Havia clareza!
O homem ouvia!
Sim, ou-via!
E hoje?
Hoje Deus ainda fala — mas ninguém escuta!
Porque estamos ocupados demais com o barulho ensurdecedor do próprio ego!
Viramos especialistas em trocar a sabedoria divina
pela opinião de qualquer sujeito com um celular na mão!
Gente que mal dá conta da própria vida… mas fala bonito e vira referência!
A serpente?
Coitada!
Ficou ultrapassada!
O homem moderno já faz o serviço sozinho!
E aquele papo antigo de “vocês serão como Deus”?
Isso virou o ideal do século XXI!
Todo mundo acha que tudo sabe, tudo merece, tudo pode!
É a república dos egos inflados!
Pequenos deuses de bolso!
Cada um com seu altar digital!
Mas depois de tanta “autonomia”, o que sobra?
O mesmo de sempre!
Vergonha.
Culpa.
Vazio existencial!
Adão se cobriu com folhas.
Nós nos cobrimos com filtros, frases feitas e um personagem que não sustenta cinco minutos sem cair.
E Caim?
Caim não morreu!
Ele só se modernizou!
Hoje não precisa levantar a mão — basta digitar!
Mata com palavras, com ataques, com cancelamentos!
Violência elegante, tecnológica, covarde!
E Babel?
Ah, Babel virou mania nacional e mundial!
Torres de seguidores!
Torres de consumo!
Torres de ego!
E a frase é a mesma dos velhos tijolos:
“Olhem para mim!”
E o mundo gira… e cai nos mesmos buracos!
Jesus avisou sobre os dias de Noé — e eu digo:
estamos vivendo as reprises!
Mas — preste atenção agora! —
há um detalhe que os cínicos não suportam:
O Espírito ainda se move!
Ainda há luz sobre o caos!
Ainda há chance de retorno!
Porque o problema não é falta de informação!
É falta de humildade!
Falta de arrependimento!
Falta de reconhecer que, apesar de toda tecnologia, continuamos tão frágeis quanto o primeiro homem!
A história se repete.
Sim, repete!
Mas não é inevitável!
Podemos romper o ciclo!
Desde que paremos de brincar de divindade…
E lembremos quem foi que acendeu a luz no início de tudo!
Mulher de 50
Ser mulher de 50 é carregar no olhar a história que ninguém vê por completo.
É ter cicatrizes que já não doem, mas ensinam.
É entender que o tempo não levou a beleza — apenas a transformou em presença.
Ser mulher de 50 é não pedir mais permissão.
É escolher ficar, partir, amar… ou simplesmente se bastar.
É silenciar o mundo quando a alma pede paz.
É olhar no espelho e reconhecer não só o rosto,
mas a coragem de quem sobreviveu a si mesma.
E, mesmo depois de tudo, ainda floresce.
Ser mulher de 50…
é não ter pressa de nada,
porque finalmente aprendeu o valor de si.
Helaine Machado
