História
Essa pele morena que transmite uma serenidade e uma historia de vida que nem sempre foi mil maravilhas, pois é, falo dessa moça linda, nos seus olhos encontro o brilho que ilumina meu raciocínio lógico, e na sua essência, a razão da minha admiração, esse seu cabelo cacheado. seu sorriso sensacional.
Você é bela, é formosa, e eu preciso dizer que você é uma pessoa especial pra mim. Admiração profunda por quem você é. Acredite: tenho muita admiração e carinho por você. Suas palavras, mesmo que simples e você não perceba, sempre me confortam.
Em meio a tanta gente, é você quem se destaca, pois sua essência é autêntica e genuína.
"Ele chegou em meio a uma grande tempestade
e mudou o rumo da minha historia, me envolveu em
uma grande paixão, tirou meus pés do chão, e despiu
minha alma".
❝ ...Você me lê sem pressa, como se lê uma carta antiga, Descobrindo a história em cada linha, cada dobra. E eu sou em você a poesia que não se fatiga, A semente da paz que a cada novo dia se desdobra.
Somos o encaixe perfeito da imperfeição que acalma, Do riso que quebra o gelo e a dor do que passou. Você é a melodia que embala a minha alma, Onde o simples de amar é o nosso maior louvor...❞
------------ Eliana Angel Wolf
Eliana Angel, luz que não se apaga,
Wolf, a força que a alcateia conduz,
Sua história é lição que o tempo propaga,
Transformando as sombras em raios de luz.
------------------------------- Eliana Angel Wolf
As Mãos que nos Plantaram
Nas marcas do seu rosto, a história da terra,
O suor que pingou onde a vida floresce.
Sua voz, uma moda de viola que encerra,
A dor do cansaço, a força que cresce.
Com mãos calejadas, plantou o sustento,
Do pão na mesa ao exemplo de herói.
Nos deu o abrigo, acalmou nosso vento,
E o amor que plantou, agora nos constrói.
Se antes o senhor guiava o caminho,
Na lida da roça, sob o sol a brilhar,
Hoje nos cabe ser o seu ninho,
Cuidar do seu passo, ser o seu descansar.
Não se preocupe, paizinho, estamos aqui,
Como raízes fiéis, segurando o seu chão.
Todo o amor que nos deu, guardamos em si,
Devolvendo em zelo, com o coração na mão.
Seus netos, seus filhos, o seu legado vivo,
Cantando baixinho o que aprendeu a ensinar.
Obrigada por tudo, por ser nosso motivo,
Agora é a nossa vez, pai, de te cuidar.
----------------- Eliana Angel Wolf
Entre a Pressa e o Vazio
Vejo as pessoas indo e vindo,
cada uma com sua vida e sua história.
Tristes, felizes, chorando ou sorrindo,
tão perto da morte ou sedentos por glória.
Quando foi que essa corrida começou?
Não ouvi o barulho da largada…
talvez porque o que ainda me apetece os olhos
seja o retrato de uma vida já ultrapassada.
Onde não corríamos pra ser melhor que o outro,
nem pra mostrar quem tem mais ou melhor,
mas sim quem ia estar conosco na caminhada,
com olhos marejados de amor.
A companhia de uma vida parece tão longe,
que chega a ser uma viagem,
na qual o destino é incerto
e, na ótica de hoje, talvez uma miragem.
Enquanto o mundo busca comparação e status
pra, de alguma forma, se sentir vivo,
eu conto as coisas que vivo —
sozinho em um quarto, sozinho…
sonhando com um mundo mais compassivo.
Raphael Bragagagnolle
Você não chegou até aqui pra desistir agora
Cada cicatriz tua também conta história
Mesmo sem aplauso, mesmo sem ninguém ver
Cê tá vencendo só por ainda não ceder
Lembre-se da história do México. Infraestruturas muito maiores em 1776 que o nascente Estados Unidos... mas quem investiu pesado nas pessoas e no conhecimento? Esse hoje domina o mundo.
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
Somos tendenciosos a esquecer a história e a lembrar somente dos momentos. Isso se chama discordância emocional; porém, aqueles que se lembram de detalhes, de gestos e de toques são os que privilegiam a história de quem é verdadeiro(a).
Continue marcando com suas lembranças. Eu amo isso.
Face da existência
Cada rosto esconde uma história,
suas experiências de vida,
sua realidade, que é a sua verdade.
Rostos que sorriem,
mas que já se molharam em lágrimas;
rostos sisudos,
mas que já foram suaves;
rostos focados,
mas que já foram dispersos.
Rostos marcados por causas,
circunstâncias e pelo tempo.
Rostos experimentados.
Rostos humanos!
Eu não apenas escrevo — eu deixo marcas. Cada história que nasce de mim carrega propósito, intensidade e verdade. Não caminho atrás de reconhecimento; eu o construo em cada linha. Os prêmios virão como consequência inevitável de uma obra feita para permanecer. Meu nome não será apenas lembrado — será sentido. Eu sou Anderson Del Duque, e minha arte não passa… ela fica.
Propósito da história
A história tem um objetivo resgatar,
Resgatar e entender fatos ocorridos,
Aprender com o passado e evitar
Que erros sejam repetidos.
As histórias nos deixam marcas;
Marcas boas, até mesmo as tristes.
Mesmo as histórias ruins são contadas,
E assim elas existem.
A história une o ontem e o agora,
Revendo eventos que o tempo marcou;
Traçando evidências que não vão embora,
Nas marcas que o passado deixou.
A história também nos ajuda a compreender,
Compreender e analisar resultados,
Resultados que nos fazem entender,
Entender o que ficou no passado.
A história também é memória.
É uma forma de trazer a lembrança,
Relembrar momentos de glória
E nos leva a ter mais esperança.
Todavia, o passado é só referência.
Não podemos nos prender tão somente;
As lembranças são apenas experiências
Que ficam pra sempre em nossa mente.
O importante mesmo é viver o presente.
No presente tem sempre surpresas.
Todos os dias haverá algo diferente;
Diferentes são as nossas certezas.
Raimundo Nonato Ferreira
Dezembro/25
REALIDADE DOS HOSPÍCIOS SEC.19.
A IMPRESSIONANTE E COMOVENTE HISTÓRIA DE Nellie Bly.
Como uma pioneira repórter do século 19 se infiltrou em um hospício feminino em Nova York.
Uma estranha no ninho
Como uma pioneira repórter do século 19 se infiltrou em um hospício feminino em Nova York para narrar os abusos sofridos pelas internas.
do banco para mudar um pouco a posição, mas eram sempre repreendidas e instruídas a sentarem-se eretas. Se falavam, eram repreendidas e mandadas calar a boca; se queriam andar um pouco a fim de tirar a rigidez do corpo, mandavam que se sentassem e ficassem quietas. O que, com a exceção da tortura, levaria mais rapidamente à loucura do que esse tratamento? Aqui as mulheres eram enviadas para serem curadas. Eu gostaria que os médicos especialistas que estão me condenando pelo que fiz, o que só provou a habilidade deles, escolhessem uma mulher perfeitamente saudável, a fizessem calar a boca e sentar-se das seis da manhã às oito da noite em bancos sem encosto, não permitindo que ela falasse ou se movesse durante todo esse tempo; que a deixassem sem ler nada e que não ficasse sabendo nada do mundo ou do que acontece e dessem a ela comida ruim e tratamento ríspido; e então vissem em quanto tempo ela ficaria louca. Dois meses seriam suficientes para transformá-la em uma ruína mental e física.
Bly passou dez dias no hospício até um advogado do jornal liberá-la, e sua denúncia não foi em vão. Diante da pressão popular e de um júri designado para investigar o caso, a prefeitura de Nova York passou a destinar 1 milhão de dólares a mais por ano para o tratamento dos loucos. A comida melhorou, agasalhos foram doados e médicos e enfermeiras passaram a ser mais atenciosos. No entanto, quando a reportagem foi publicada em livro, Bly voltou à ilha para escrever um novo capítulo e encontrou algumas das companheiras em estado ainda pior. Hoje, o hospício está desativado, o local foi transformado em um bairro residencial e a ilha mudou de nome para Roosevelt Island.
OBS. Somente para título de informação. Não possuo canal no YouTube então o interesse que nos move é tão somente mostrar em película a extraordinária vida dessa mulher que mudou a visão sobre os doentes mentais.
