História
Cada um tem sua história
E o tempo é agora
Nesse mundo quem quer pode tudo
Cada um tem sua história
É só fazer história
Tantas estradas pra explorar
E todas vão me levar
Pro melhor momento
Ver que lá dentro, bem lá no centro
Há um tesouro e não há nada igual
É o caminho pra se libertar
"Cabe a cada um de nós, diante do espelho da história, decidir se seremos apenas os herdeiros de uma honra conquistada pelo sacrifício alheio ou se seremos os semeadores conscientes de valores que resistirão ao teste do tempo."
A JAQUEIRA DE SÃO JOSÉ
Segundo uma história do município de Itaquitinga/PE, todas as manhãs um menino saía para caçar passarinhos nos arredores, com sua baladeira, usando como munição caroços de jaca.
Certo dia, ele avistou um pássaro no céu, que, pela distância, não o reconheceu; mesmo assim, armou sua baladeira com o último caroço de jaca que havia e não se abateu.
Esticou a baladeira tão forte que a liga ficou fina e mirou no pássaro com a certeza de que o alvo acertaria. Soltou os dedos, e o caroço subiu feito um míssil teleguiado, mesmo assim o pássaro não alcançaria.
O caroço desceu com o dobro da velocidade com que havia subido. Era mês de março, dia 19, e a chuva tinha castigado o município, mas a terrinha estava preparada para o plantio do milho.
Quando o caroço desceu, na terra úmida se meteu, numa profundidade tão grande que o menino nunca mais o encontrou. Curiosamente, após o fato acontecido o menino marcou o local e protegeu de todos os perigos.
Contou o fato a seu pai, que logo se tornou seu aliado e fiel guardião do local escolhido. Os anos se passaram, e o lugar protegido recebeu plantação de milho e mandioca, mas o cantinho não era mexido.
Quando menos se esperava, num belo dia de sol, um broto de jaqueira havia surgido. Foi uma festa no município, pois todos, na região, a história já tinha ouvido.
Mais anos se passaram, e os cuidados haviam permanecido, mesmo com o menino já rapaz e seu velho pai envelhecido. Certo dia, o rapaz viajou, porque precisava estudar pra ser militar.
Seu pai cansado e fraco, das terras não poderia mais cuidar. Precisando de dinheiro para sobreviver e os estudos do filho pagar, teve que as terras vender a Luiz Maranhão, um usineiro do lugar.
A este pediu para a jaqueira lá deixar. Contou-lhe a história, e o usineiro ficou encantado e resolveu de a jaqueira cuidar. Fez um campo de futebol para a população jogar, deixando a jaqueira perto pra na farta sombra descansar.
O tempo continuou passando, e nas férias o rapaz vinha a jaqueira visitar. Já subia em seus galhos, chegando até com ela conversar. Perguntava pelo pássaro, pois nunca havia visto um igual em outro lugar.
A jaqueira balançava seus galhos como se tivesse respondendo ao que o rapaz insistia em perguntar. Outros anos se passaram, e o usineiro, velho e cansado, teve que as terras lotear. Fez um acordo com o prefeito Zeca Vidal para a jaqueira nunca derrubar.
O prefeito, que já conhecia a história da jaqueira, se comprometeu de em um lote ela ficar e, ao seu lado, uma igreja mandou edificar. Os lotes foram distribuídos e vendidos, mas o terreno da jaqueira ficou com Dona Ester, a tabeliã do cartório, porque ninguém quis comprar.
A jaqueira ficava no centro, impossibilitando uma casa levantar. O rapaz, agora militar, com sua família veio a terrinha visitar. Sabendo do acontecido, foi a dona do cartório procurar e lhe fez a proposta de o terreno comprar.
Sabendo da história do militar com aquela jaqueira e o lugar, pediu-lhe valor acima dos demais terrenos que estava a negociar.
Sem pestanejar, o militar fez a compra do terreno para da jaqueira cuidar. Foi uma festa no município, pois todos tinham certeza que ela permaneceria em seu lugar.
No dia 19 de março, na festa de São José, foi inaugurada a igreja para o santo homenagear. Nesse dia, batizaram a árvore com o nome de "Jaqueira de São José".
0 militar instalou uma pousada para a família visitar. E criou um jardim, onde, entre gramas e flores, há uma jaqueira no centro pra se cuidar.
A maior cortina de fumaça da história não é o que nos escondem, mas a nossa incapacidade de suportar a verdade sem o anestésico da ilusão.
VIDA
A vida não se escreve com facas cegas e nem se faz história se não levantar a cada queda que tiver.
Mesmo depois de algumas derrotas, é preciso forças para seguir, é necessário domínio para alcançarmos nossos objetivos entre grandes lutas para sobrevivermos no mundo, onde acontecem tantas coisas a todo momento.
A vida é bela, sim, mas quando por etapas vamos construindo nossos ideais nos caminhos da verdade. Estampar um sorriso, mesmo entre lágrimas e avançar cada passo, sentindo a aventura dos sentimentos, onde todas as emoções só valem viver por amor em primeiro lugar, garantindo assim um cantinho no céu!
O pior é ter que ouvir inverdades de alguém que omite a história vivida
Que não se encoraja a desculpar-se
Mas é exuberante na acusação
As únicas pessoas que realmente mudaram a história foram as que mudaram o pensamento dos homens a respeito de si mesmos.
As únicas pessoas que realmente mudaram a história foram as que mudaram o pensamento dos homens a respeito de si mesma
Ponte do Esqueleto
Em Limeira, no interior de São Paulo, existe uma história que atravessa gerações e mistura mistério, morte e desaparecimentos.
Tudo teria começado no século XVIII.
Conta a lenda que um frei franciscano chamado João das Mercês viajava pela região carregando um cesto de limas, frutas que acreditava ajudar a combater as febres malignas. Ao anoitecer, decidiu descansar próximo ao Ribeirão Tatuibi. Antes de dormir, comeu algumas das frutas, mas passou mal durante a madrugada. Dizem que, antes de morrer, afirmou que as limas haviam sido envenenadas.
O frei foi sepultado ali mesmo. Algum tempo depois, uma árvore de limas teria brotado sobre sua sepultura. O local passou a ser conhecido como Rancho da Limeira, nome que mais tarde daria origem à cidade de Limeira.
Porém, a história não termina aí.
Os moradores mais antigos dizem que, nas noites frias, o espírito do frei ainda caminha pela região. Alguns juram que ele procura algo que perdeu antes de morrer. Outros acreditam que ele tenta impedir que pessoas se aproximem de um lugar específico: a Ponte do Esqueleto.
A antiga ponte, cercada por mata e silêncio, tornou-se o centro de outra lenda que poucos gostam de comentar.
Segundo os relatos, em determinadas épocas do ano, um grupo de desconhecidos aparecia na cidade. Eram pessoas educadas, sorridentes e extremamente convincentes. Convidavam os curiosos para uma aventura secreta, prometendo emoções inesquecíveis e uma experiência que mudaria suas vidas para sempre.
Muitos aceitavam.
Os grupos seguiam pela estrada em direção à Ponte do Esqueleto. Lanternas eram vistas cruzando a mata e risadas ecoavam na escuridão.
Mas, depois daquela noite, algumas pessoas nunca mais eram vistas.
Não havia rastros.
Não havia explicações.
Simplesmente desapareciam.
Com o passar do tempo, os misteriosos visitantes também sumiam. Meses depois, porém, reapareciam com novos rostos e novas promessas, como se nada tivesse acontecido.
Foi então que surgiu a parte mais assustadora da lenda.
Há quem diga que, quando as lanternas se acendem sobre a Ponte do Esqueleto, é possível ver a figura de um velho frei parado entre as árvores, segurando um pequeno cesto de limas.
Ele não fala.
Apenas observa.
E, segundo os moradores mais antigos de Limeira, sua presença é um aviso.
Porque, quando o frei aparece, alguém está prestes a aceitar um convite para atravessar a Ponte do Esqueleto.
E quem atravessa... pode nunca mais voltar.
A FORÇA DA SUPERAÇÃO
"As feridas de ontem hoje são cicatrizes que contam a história de uma vencedora. O que tentou te derrubar, no final, só serviu de degrau para você chegar onde Deus planejou."
Lucia Reflexões &Vida
Respeite o seu tempo. Florescer exige paciência, e cada pétala da sua história tem um valor que só você conhece.
Podem até tentar apagar o seu brilho ou diminuir a sua história, mas ninguém consegue roubar a semente que Deus plantou no seu peito. No tempo certo, você floresce.
Dia 4 — Que força da minha história vive em mim hoje?
• A minha história me fortalece.
• Eu carrego em mim memórias de superação.
• Cada experiência ampliou a minha sabedoria.
• Eu caminho com dignidade e consciência.
• A minha jornada é fonte de aprendizado.
• Eu sigo adiante com serenidade.
• O meu passado alimenta a minha coragem.
“A história registra alguns heróis. A humanidade foi construída por milhões deles.” — Leonardo Azevedo.
