História

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Se não conhece a verdadeira história de uma pessoa, não julgue para não ser julgado.

A cada passo você pode escolher viver de uma nova maneira, construir uma nova história. Ainda que você acredite que está preso a velhas coisas, não está! Está é apenas sua mente te mantendo dentro dos limites conhecidos para alimentar velhos padrões. Mudar é um ato de revolução interna, é perceber que você sempre teve dentro de si mesmo as chaves da liberdade e aprender a usa-las.

Governador Valadares — Cântico de uma História Imortal


Governador Valadares, chama eterna,
Oitenta e oito anos de glória e destino,
Cidade moldada em tempo e esperança,
Esculpida no sopro divino.


Figueira do Rio Doce, berço primeiro,
Raiz profunda de nobre origem,
Onde a memória planta sua semente
E o futuro aprende sua vertigem.


Sob as sombras do Ibituruna altivo,
A cidade repousa em proteção,
Montanha-sentinela dos sonhos
E guardiã do coração.


Nas águas líricas do Rio Doce,
Corre a poesia da vida em flor,
Reflexo de lutas e conquistas,
Espelho de fé e amor.


Ilha dos Araújos, exuberância viva,
Jardim onde o tempo desacelera,
Refúgio de verde e harmonia,
Canção que o vento reverbera.


Avenida Brasil, pulso urbano,
Ritmo moderno da tradição;
Praça dos Pinheiros, doce poesia
Que embala a imaginação.


Pracinha de Lourdes, ternura serena,
Onde a memória aprende a rezar;
Espaço onde a cidade encontra
Silêncio, saudade e altar.


Governador Valadares, cidade imortal,
Orgulho de Minas e do Brasil;
Teu nome ecoa na história do tempo
Como um verso forte e sutil.

Ignorar quem luta por algo justo é escolher o lado errado da história, mesmo dizendo ter bons valores.

Estória,História e Historieta, temos essas três modalidades, porém uma se distingue da outra que difere da próxima.

A minha história dr






A luz da manhã entrava pela fresta da cortina,da sua casa, mas para Heitor, o sol parecia um intruso.
Era muito cedo ainda.


No fim da tarde ele foi para a festa junina que tinha na escola onde ele estudava, colégio Rocha Marmo


Ele de repente, saiu da festa, ainda ia ter a quadrilha, festa junina.


Ele sai e vai a direção de sua casa, mecanicamente.
E de repente na calçada , próximo da sua casa, uma menina veio rodopiando, e trombou com ele, os dois ficaram caído no chão, ele com cabelo cheio com topete, com um olhar, olha para ela... Vou o tempo voou, e chagamos nessa história.


*Minha história doutor*


O delegado acendeu um cigarro, a fumaça subindo lenta como a névoa daquela tarde de 1980.
Diante dele, o homem de mãos trêmulas começou a desenhar o passado no ar.
— Tudo começou com um rodopio, doutor. Eu era jovem, a música do Elvis e Beatles ecoava em cada esquina, e eu vinha do meu colégio e ela veio girando pela calçada
Foi quando ela trombou em mim e eu nela. Maria. O olhar dela me paralisou, foi um relâmpago em céu aberto.
Mas o destino é um roteirista cruel.
O tempo passou e ela se casou com outro.
Um homem que a comprava com joias, caixas de bombons finos e promessas de seda.
Eu virei apenas uma lembrança de calçada.
Anos depois, o reencontro. O rosto dela estava marcado pelo tempo, os cabelos, antes longos e castanhos, agora curtos e grisalhos. Ela me olhou com medo e perguntou: "Você ainda me ama?
Não sou mais aquela menina."
Eu respondi com a alma: "Maria, eu te amaria sem braços, sem pernas. Eu te amo de qualquer jeito, em qualquer carcaça que a vida te der."


Nós nos demos uma chance.
Mas o drama, doutor, gosta de se esconder nos detalhes.
Uma amiga dela pediu um presente... um desses brinquedos, um "coelhinho" para prazer solitário.
Eu aceitei, achei que era apenas curiosidade feminina.
Mas a amiga começou a cercar, a enviar mensagens, a simular uma intimidade que me dava calafrios.
Eu avisei Maria. Ela ria, dizia que eu era louco: "Eu gosto de homem, meu amor. Não gosto de mulher.
Nunca tive um homem que me satisfizesse como você, seu corpo é o meu porto."
Eu acreditei.
Eu a amava com a força de um furacão.
Até que o silêncio da casa se tornou pesado. Eu descobri a verdade, doutor.
Ela cedeu.
Deitou-se com a amiga. Trocaram beijos de línguas, segredos que eram só meus.
Ali, meu orgulho de homem ruiu.
Se fosse um outro homem, eu entenderia... o coração é terra de ninguém.
Mas ser trocado por uma mulher? Ser traído por quem dizia que eu era o único?
O perdão morreu ali.
O amor, que era construção, virou demolição.
Essa é a minha história,dr delegado.
Eu a amei tanto que não sobrou nada de mim.
Por isso eu matei a Maria.
Matei o único amor da minha vida porque não suportei ver que o nosso "pra sempre" tinha sido entregue a mãos que eu nunca imaginei.
O homem baixou a cabeça, o silêncio na delegacia era agora o único som que restava de um filme que terminou em tragédia.






Segundo ato.




O silêncio na sala de visitas da prisão era cortante, interrompido apenas pelo som do ferrolho da porta.
O homem, agora apenas uma sombra do jovem que foi rodopiando ,nos anos 60, olhou para o nada e começou seu último monólogo, como se as paredes fossem o júri que ele nunca teve.
Sabe, doutor... o que dói não é a grade.
É o eco daquele rodopio na calçada que não para de tocar na minha cabeça.
Eu disse a ela que a amaria de qualquer jeito. E era verdade.
Eu amei as rugas que o tempo desenhou nela, amei o cansaço nos olhos dela.
Eu teria sido o cajado dela até o fim.
Mas o amor tem uma face sombria.
Ele te dá uma visão perfeita de tudo o que você está perdendo.
Quando vi o brilho daquele "presente" entre ela e a amiga, eu vi o meu lugar sendo apagado. Aquelas mensagens não eram brincadeira, eram o roteiro da minha substituição.
Ela me dizia que meu corpo era o único, que o prazer comigo era insuperável... e depois limpava o batom de outra boca antes de me beijar.
Se fosse um homem, eu lutaria.
Mas contra o que elas tinham, eu não tinha armas.
Era um mundo onde eu não podia entrar.
O golpe não foi na minha carne, foi na minha alma de homem, de provedor de afetos.
Eu não matei a Maria por ódio.
Matei porque o amor que eu sentia era um gigante que não cabia mais dentro de um peito traído. No momento em que apertei o gatilho, eu só queria que o tempo voltasse para 1961 Queria que aquele esbarrão na calçada nunca tivesse terminado.
Agora, Maria está livre de mim.
E eu?
Eu estou preso para sempre naquele instante em que ela me olhou e sorriu, antes de o mundo ficar sujo.
É um fim de filme ruim, eu sei.
Mas em tragédias, doutor, ninguém sai sorrindo quando as luzes se apagam.


Ato três o julgamento




O juiz ajustou os óculos, o peso da sentença pendurado no ar espesso do tribunal.
O som do martelo batendo na madeira ecoou como o tiro que encerrou a vida de Maria.
Réu confesso proclamou o juiz. Condenado pela lei, mas sentenciado pela própria memória.
As luzes do tribunal começaram a apagar, e a cena cortou para a cela fria.
O homem estava sentado no canto, os olhos fixos em um feixe de luz que entrava pela grade.
A Imagem Final:
A câmera foca no rosto dele, envelhecido e sem brilho.
Lentamente, o som ambiente da prisão desaparece, sendo substituído por uma música suave de rádio dos anos 60.
O preto e branco da cela começa a ganhar uma cor vibrante, granulada, como um filme antigo de 16mm.
Vemos a calçada de 1961 novamente.
A jovem, cheio de vida, vem rodopiando.
Ela esbarra em mim.
Ela ri, ajeita o vestido e o olha com aquela promessa de eternidade nos olhos.
Eles dão as mãos e caminham em direção ao sol poente, desaparecendo na luz.
A imagem volta para o presente: o homem na cela fecha os olhos, tentando segurar aquela visão.
Uma lágrima solitária escorre.
A tela escurece totalmente.
FIM




Autor desconhecido.

"Se algo não funciona direito na minha vida, MUDO. Não tem esta história que: -Jamais mudarei... porque as circuntâncias da vida te levam a isso.
No meu caso como sou testaruda (cabeçota) mudei por Cristo. Só Ele eu faria tal coisa. E continuo mudando por Ele e claro que pra melhor, porque se for pra pior tenho a forma de pensar; que não se mexe naquilo que está bom. E se não é pra melhorar deixa como está ( não sou caranguejo) ou descanso onde estou em Cristo, ou sigo; e como sempre pra frente."

—By Coelhinha

“Os registros historiográficos colaboram para compreensão
história da evolução humanidade”

Eu realmente estou cansada dessa mesma história. Já foi machucada o suficiente por você, pelo que aconteceu entre nós. Não vou mentir, ainda te amo e aceitaria você novamente, mas sei que nada por ser igual. Não há como esquecer tudo o que você fez.

Se conformar com o fim de uma história é essencial para que você possa começar outra.

O hoje é o palco da história eterna. O que fazemos hoje é o reflexo da nossa fé e do nosso amor por Deus e pelos outros.

🐛Renascer🦋


a dor faz parte da sua história,
mas não tem o direito de narrar o seu destino.

A sobrevivência é uma forma de coragem.
A cada vez que você respira mesmo com o peito apertado,
cada vez que você diz “hoje eu continuo”,
cada vez que você decide se olhar com mais gentileza
você está reconstruindo algo que o abuso tentou destruir.

Cicatrizes não são fracasso.
São provas de que você escapou.
São mapas de volta para você mesma.
E quando você entende isso,
o fantasma começa a perder força,
a sombra começa a perder tamanho,
e a luz começa a entrar.

" Vamos fazer história
devorá-la
com menta refinada e chiclete
salivas doces
encontrar o amor e fazê-lo acontecer
florescer antecipado
cair nas graças da vida...

Se você é de Cristo, a história de Cristo é sua.

Devemos estudar a história da igreja para observar as pegadas de Deus. ⁠

Divirta-se
A vida é uma roda gigante
Um parque encantado

Permita-se
Sua história é vc quem escreve
E ela será a melhor que puder fazer.

Ame-se
Antes de dar amor
É preciso amar-se

Brinque e seja feliz nesse parque
Onde sua história de vida , permite o seu melhor ...

Capricha ai...

Evito correr riscos
a vida anda por um fio
sobrevivo pensando em ti
peregrino de uma história
ainda a ser contada
tenho pesadelos e pecados
num mundo onde servem a dor
não existe perfeição
ao pé da letra
todo mundo é pecador...

“Não vou levar, vou deixar minha história.”

Na triste historia da arquitetura carioca e fluminense, muitas das grandes e exuberantes edificações e construções, foram jogadas no lixo, por conta da ganância da sociedade empresarial e omissão conivente do poder publico.

Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.