Hipopotamo com Alma de Anjo
Não há atalhos para o domínio da alma; a verdadeira sabedoria vem da prática constante e da subordinação da vontade aos ritmos cósmicos.
Por meio do trabalho incessante e da luta contínua, a alma refina-se como o ferro no fogo, e só com tal disciplina se atinge a verdadeira Grande Obra. A persistência, longe de ser uma simples repetição, é a arte secreta de criar o caminho, e não de seguir o já traçado.
A ALMA HUMANA TERRESTRE NÃO TEM O PODER DE SABER DE QUE ELA É FEITA!
Apesar da contemplação profunda a mim mesmo, como uma Alma Humana, confesso que não consigo ver-me nem imaginar-me como algum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação!
Por isso, concordo com Siddharta Gautama que enxergou o Vazio, com Jesus Cristo que preferiu dizer simplesmente "Eu Sou", com Kant que percebeu a possibilidade do Sujeito Homem ter um esclarecimento exato sobre si mesmo mas a impossibilidade do Sujeito Homem saber de que ele é feito, e com Sartre que entendeu o Ser como sendo o "Nada"!
Assim, em termos Físicos e de Matéria, a Alma é o Nada e o Espírito também é o Nada, porque não se enquadram em nenhum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação conhecido pelo Homem do Planeta Terra!
Mas, em termos de Propriedade, a Alma é uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo e o Espírito é uma Matriz Consciente-Inteligente ininfluenciável administradora do Corpo.
Desse modo, imagino-me como o Nada, mas, apenas vejo-me como uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo.
Portanto, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana tem o Poder de esclarecer sobre si mesma e encontrar a forma correta da sua existência nesta Dimensão, mas, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana não tem o Poder de saber de que ela é feita.
QUEM SOU EU? O QUE SOU EU? DE QUE SOU FEITO EU?
1. Quem sou eu?
R/: Eu sou uma Alma Humana ou um Sujeito Homem.
2. O que sou eu?
R/: Eu sou uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo.
3. De que sou feito eu?
R/: Eu não sei de que sou feito.
Na Dimensão Terrestre de Existência em que estou não é necessário saber de que eu sou feito; mas, é necessário saber exatamente quem sou e o que sou, é necessário ter um esclarecimento exato sobre mim mesmo como uma Alma Humana, a fim de encontrar a forma correta da minha existência nesta Dimensão e, depois da consumação da forma correta de existência nesta Dimensão, progredir para outra Dimensão onde provavelmente uma Alma Humana já Pode saber de que Ela é feita.
“Se olhares a natureza por conta do que pensas, não verás a mão de deus que sustenta sua alma. Mas, se o bem fizeres às pessoas que te rodeiam, frutificarás a árvore do vosso amor.”
Quando bebo, fico dormente, dormente de alma, do tato, de sentimentos, acho que por isso me embriago, pois paro de sentir ester vazio que me contempla e me invade e assim me sinto menos vago e sozinho
Em cada esquina
Deixa um sorriso
Um poema-vida
Um abraço acariciando a alma
E o amor nos olhos
Em forma bem-querer.
Dia 7
São 7 dias sem ti meu amor,
Sem teu sorriso largo que faz reluzir minha alma,
Sem teu olhar de oceano que traz de volta a calma,
Um dia de cada vez,
Sem largar da tua mão,
Mesmo que distante,
Todos os dias estás comigo...
Não importa o quanto tempo,
Sem lamento,
Te aguardo,
Atenta,
Desmontando meu mundo,
Me remontando para à cada dia estar melhor,
Assim como tu!
Às vezes não entendemos os propósitos do Universo,
Há momentos que ficamos até perplexos,
Porém Ele está além do nosso entendimento,
Eu acredito no pleno amor,
Puro,
Cheio de sabor e sem dor!
É esse que quero compartilhar,
Somos um espelho,
Eu acredito em você e você em mim!
E isso nos mantém,
Que a energia de amor que te emito,
Chegue como um abraço quente,
Envolvente,
Que chegue até a alma,
Vagarosamente,
Beijo seu pescoço,
Rosto,
Boca,
Nariz,
Testa!
Ataque de beijos!
Saudade de brincar de Jiu-jitsu kkk,
Tão pouco tempo,
Tão lindos momentos,
O livro está sendo escrito,
Mesmo com o lápis quebrado,
A emenda foi feita,
Está sendo apontado,
Nos encontramos logo alí,
Na próxima página,
Em branco...
Para que minhas novas poesias,
Cresçam como botões de rosa em ti,
E o colorido do teu giz,
Venha colorir e ilustrar nossos dias.
Sina Nordestina
Sou nordestino,
feito de sol e poeira,
de mãos calejadas
e alma verdadeira.
Querem me afogar
em águas de secas,
mas sou raiz que resiste,
sou chão que não se entrega.
Minha sina é estrada,
vento que corta o rosto,
é lágrima engolida
no silêncio do desgosto.
Garota, se soubesse
o que carrego no olhar,
entenderia que o sertão
não se curva ao queimar.
Povo sem sensibilidade,
que julga sem conhecer,
não sabe que na seca
aprendi a florescer.
A chuva lava a alma
E leva tudo embora.
Você foi tempestade
No meu viver
Devastou tudo em mim
Levou o que eu tinha de bom
E fiquei sozinho para me recuperar,
Dizem que o tempo cura as feridas
Mas, as marcas que você deixou
Parecem ser eternas.
Somente você, poderá cair magnificamente no abismo de minha alma. E me fazer demasiadamente refém do seu eu mais profundo.
A DOR DE NUNCA TER SIDO AMADO
Na penumbra da alma, um vazio profundo,
Caminho por trilhas aonde o amor não chegou,
Sonhos desfeitos, um eco fecundo,
Da dor silenciosa que o tempo ignorou.
Olhos que buscam em rostos estranhos,
Esperanças despidas, promessas que o vento levou,
O toque de mãos que nunca foram sonhos,
A carícia sutil que o destino negou.
Nos sussurros da noite, a tristeza se aninha,
E a solidão abraça meu ser com fervor,
Cada lágrima caída é uma história que brilha,
Um lamento abafado, um grito de amor.
Ah, como é cruel essa ausência constante,
Um amor que não nasce, um desejo que arde,
As lembranças de momentos que nunca foram antes,
Cercam meu coração, numa dor que não tarde.
Mas mesmo na dor, há beleza escondida,
Um aprendizado profundo, um crescer em meio à dor,
E quem sabe um dia, nessa vida perdida,
O amor que busquei venha, suave, me encontrar.
Assim sigo em frente, com a esperança a pulsar,
Pois mesmo ferido, o coração ainda crê,
Que o amor, como um sol, pode um dia brilhar,
E a dor de nunca ter sido amado, enfim, se desvanecer.
Dia 9
Esse silêncio ensurdecedor que cega minha alma,
O gosto que desce da saudade que nunca se acalma,
Um suspiro e ao mesmo tempo um deleite,
De saber que é passageiro, para que meu corpo aceite,
Te espero com fogos de intensidade,
Também estarei melhor em toda bondade,
Nesse momento um olhar intrínseco me invade,
Buscando ser melhor,
Para que tenhas um porto seguro ao redor,
Não só por isso,
Entendo e sei que também entendes,
Amar puramente,
Sem antecedentes,
Temos que ter um olhar para a frente,
Como diria Vinícius, “A vida é a arte do encontro, embora, hajam, tantos desencontros pela vida”.
Esse não é um desencontro,
É o conhecimento do próprio encontro,
Para que assim possamos juntas,
De mãos dadas,
Ainda dar muitas risadas,
Contar histórias, escrever e reescrever memórias.
"Quem irá responder à minha angústia? Pois solenemente, minha alma sussurra entre o respirar de uma poesia ou no cantar traçado pela inspiração. Sinto-me fraco, sem forças para lutar, nem tenho alegria para o meu louvor, mas carrego em mim o dom de amar.
Na angústia profunda, minha alma se esconde,
Entre versos e notas, voa a mente pra longe.
Uma inspiração desabrocha, como rosas ao monte.
Sinto-me fraco, sem forças, o coração responde.
No silêncio, um sussurro de poesia me guia,
Canta a alma em desalento, que irradia.
Não estou perdido, encontro-me no dom de amar,
Como pássaros que ainda andam, mas amam voar.
A alegria escapa, mas o amor persiste,
Na fraqueza, a essência do ser insiste.
Sou mero pensador, com coração de poeta,
Escrever é para mim viver como um atleta.
