Hipopotamo com Alma de Anjo
Alma
A calma a alma a chama
A alma que chama acalma
A chama que arde mais a calma a alma
Levei-a transbordei a alma
A chama que conduz com calma
A vida que conduz a alna intensa vivida e sofrida.
Existem momentos que beiram a perfeição, momentos em que pensamos que podemos tocar o infinito, nem que seja o infinito da alma de quem nos faz bem.
Berço de ouro nem sempre é o melhor conforto a dar, dê-lhe uma conduta aplausível, e um ensinamento de mestre, e a alma será confortada.
" No sorriso a luz que se abre
para um novo caminho
Nos cabelos o convite
ás mãos para um cafuné
Na boca o acolhimento do beijo
Nos olhos portais de entrada da paixão
Nos pés a força que sustenta o corpo
e conquista os sonhos
No coração o reduto do amor
Na alma a paz e o aconchego
de se viver a dois.“
Viviane Andrade
“ Na estante
o porta-retratos
uma fotografia
memórias eternizadas
lembranças de um lindo dia
coração batendo forte e a saudade
tempo onde morava a felicidade
e agora nesse momento vil
uma ferida na alma e um intenso vazio.
É caso de morte ?
Não, apenas mais um ciclo da vida
E a ferida na alma ?
Com o tempo cicatriza. “
Viviane Andrade
Márcio Souza
26 de abril 17·
"A poesia é a música da alma, e sobretudo das almas grandes e sentimentais". ( Voltaire).
POESIA E ALMA.
Márcio Souza,
A poesia é a canção da Alma do poeta.
É a inspiração romântica que brota na fonte do coração, para que ele possa cantar em versos e prosas os teus sonhos de amor e esperanças.
Concentrado em teus sonhos e utopias, fecha-se os olhos e vagueia em pensamentos.
E nesse estado de êxtase deixa-se transportar para o mundo das fantasias e cada palavra torna-se um pedaço de sentimentos, para compor a tua poesia.
Mesmo não sentindo, finge que sente e vive disfarçando para ele mesmo a dor que, na verdade, sente.
Eis o poeta, um romântico e sonhador!
Márcio Souza.
(Direitos autorais reservados)
Ela
tem no céu da alma
um festim bordado
de
flor .
Feito menina
faceira que
a sua maneira
tece
um jardim com
sonhos em
cor .
A ALMA DO CERRADO
De alma pacata
De sol encarnado
O plural desata
A vida do cerrado
Suspiro e gemido
Folha aveludada
Horizonte comprido
A alma ressecada
Buriti ofegante
Olhar empanado
O céu delirante
O cerrado sagrado
Sertão e berrante
Estrada cascalhada
Marcha o caminhante
Na alma talhada
Emas no pasto
Ipês em cascata
No cerrado vasto
O fascínio dilata
Silêncio e mistério
O cerrado diverso
Vento em puerpério
Que poetam no verso
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
01 de maio, 2017
Cerrado goiano
O verdadeiro estudo da arte muito se assemelha ao estudo da criatividade expressiva da alma humana, não existe começo nem fim. Quando pensamos que já vimos de tudo sempre algo inesperado, ousado, inusitado e extraordinário, aparece.
