Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

Cerca de 850663 frases e pensamentos: Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

No picadeiro cheio de luz
Há muito o que se ver
Senhoras e senhores!!!
Grita o palhaço da entrada, todo listrado de cores
Entrai! pois não custa nada, na saída é que se paga!
Entra o palhaço em cena, explode a multidão!!! \o/\o/\o/
Ri palhaço! corpo de borracha e de aço! Rebola como uma bola, tem dentro não sei que mola, que grune, emperra, geme, zuni e faz Sorrir.

Inserida por WallyGarrett

Dilemas de um escritor #1
Aquilo que foi represado pela boca , há de transbordar pelos olhos e escorrer pelas mãos, irrigando o jardim de triste palavras.

Inserida por noturnors

O poder te saciará? Dependerá de você, é como você interpretará o que está a sua volta, há partes suas que analisam os fatos à partir do que ela já viu, esse "já viu", nem sempre assobia, às vezes grita, aí é hora de se olhar no espelho.

Inserida por WillOliveira

Há esta coberta do domingo, que está a me cobrir, a me esconder! Do que? De quem? Essas “wilmices” de ver a vida, através das "janelas" concretas e virtuais. Para cada renúncia há a "Decisão", palavra do Latim DECISIO, do verbo DECIDERE, "resolver", literalmente "cortar fora, extirpar".

Domingo é sempre assim... é o dia das decisões. Daquelas que surpreendem! Os sentidos nascem, o olhar foca em buscas, como se existisse o dobro do tempo, apenas para isso! Parece simples assim, mas esse dia possuí o "dom" de impressionar! Pode ser pelo sabor diferente no viciante café, um novo passar de faca na manteiga, a música ou a mesma música com a nota mais intensa, a letra mais instigante, ou o texto que minha alma acordou para ler, o filme em cartaz! Do evangelho à última "fantástica" notícia, do checar das redes sociais, o dia de descanso passa a ser da labuta de decidir!

De tanto ver as pessoas "cortando" entre o açúcar e o adoçante, escolhi também o último, por ser mais saudável. Outro dia, admirei ouvir em alto tom: Café sem açúcar! Poderosa decisão sobre a minha bebida favorita e viciante! Hoje, aposentei o adoçante na estante! PERDI-O!!! O frasco quase cheio! Escolher é perder, sempre! A única escolha que não posso fazer é entre a vida e a morte, isso depende do tempo que me resta, e isso eu não sei, mas as decisões posso tomá-las agora! Já! Aqui! Mas se há uma decisão, há duas ou mais opções...sempre irei perder o que deixei! Mas ganharei o que escolhi!

Portanto, o que escolhi, pode não ser a melhor alternativa, entre o que tinha no passado, ou que pode vir no próximo clicar, posso desistir de todas as opções, dependendo do último wathsapp! Do novo contato no Facebook à imagem do estreante seguidor no Twitter...

Falar é fácil, penso aqui com meus botões! Pois, entre o que corto, para brotar nesse "arvorecer" e a tão angustiante decisão, há a renúncia. Fica algo a desprezar, anular, como: entre o adoçado e o puro, o poema ou a prosa, o dia ou a noite, o esquecer e o recordar, entre o amor e o nada! Mas, se tratando do amor!!! Há esse sentimento!!!... As coisas não dependem das nossas decisões e sim do machado certeiro alheio. Nesse ato que está o martírio, em ser par e retornar a ser ímpar! Ou pior, de ser a opção deixada na estante! A escolha pelo amor, resta a outra também escolher o nobre amor!

Quando você não está no plano decisivo amoroso, basta respeitar a opção, mesmo havendo o resignar-se, pois quando se tem muito o nada é vão. As relações buscam uma paz, um caminho, o que ficou da árvore, é a decisão, essa, estará coberta de vantagens, que firmará sua vida. Estando na solidão ou amando.

Em romance é isso: entre mim e ti! Escolho eu! Se você me faz mais feliz do que já sou, será feliz comigo, será "A Escolha! Mas tenho o orgulho e a vaidade bestas de ter deslindado, tentarei confirmar recorrendo ao escritor Pablo Neruda, para apresentar aqui versos sobre o que nos causa desconforto, ao analisarmos, como "os outros" verão nossas sentenciadas decisões Mesmo com contrariedades sociais e até familiares, o amor será o vencedor, presente nessas três palavras "E desde então"... E, lógico, vivido, nas enigmáticas reticências, deixadas pelo chileno.

"Talvez não ser,/ é ser sem que tu sejas,/ sem que vás cortando/ o meio dia com uma/ flor azul,/ sem que caminhes mais tarde/ pela névoa e pelos tijolos,/ sem essa luz que levas na mão/ que, talvez, outros não verão dourada,/ que talvez ninguém / soube que crescia/ como a origem vermelha da rosa,/ sem que sejas, enfim,/ sem que viesses brusca, incitante/ conhecer a minha vida,/ rajada de roseira,/ trigo do vento,/ E desde então, sou porque tu és/ E desde então és/ sou e somos.../ E por amor/ Serei... Serás...Seremos..."

Nossas escolhas, certas ou não, só o Srº Cronos dirá, apenas a vida responderá, pois elas jamais foram realizadas apenas por nós, as respostas estão no que fazemos, para isso, precisamos de tempo, para integrar as decisões na vida, por isso a coberta do domingo é tão interrogativa, de aquecer meu frio o coração, independente se sou, ou serei: Quem vai ficar? Quem vai partir? Quem vai chorar? Quem vai sorrir?! - Epa!Isso é Raul!

Inserida por RANGELwilmaNunes

Na loucura dos meus devaneio vou me perdendo, me esquecendo.
Há tempos que esqueci de mim. Vou adormecendo nos sonhos, desejos...escrevendo contos: o mocinho é você.
Sou a garota adormecida, esperando um beijo...querendo músicas !
Que escreve poesias noite e dia, que te manda emails.
Sou a garota que chora quando não te ver, que sente falta do teu sorriso, do teu olhar, que baba com tua voz. Que implora, mendiga... a garota que venderia a alma, daria uma vida pra te ter, um minuto pra viver !

Inserida por LeoniaTeixeira

Um lindo dia eu lhe desejei, mas se quer você me escutou, quando há o excesso de palavras e frases bonitas ditas da boca para fora, é normal que se perca a importância. Esse é o mal das redes sociais e aplicativos de mensagens, muitas coisas sendo dita a esmo.

Inserida por viniciusqs

Há momentos em que a saudade é suprida pelas lembranças. Mas, em outros momentos, as lembranças aumentam imensuravelmente a saudade.

Inserida por eluzabello

No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente nós mesmos podemos descobrir.

Inserida por juhwater5H

SOCIEDADE
Há muitos anos - mais de trinta – que me recuso a pertencer a qualquer sociedade. Groucho Marx disse certa vez. “Eu nunca aceitaria ser sócio de um clube que me aceitasse como sócio...”. De acordo.

(do livro em PDF: do universo à jabuticaba)

Inserida por portalraizes

Só há felicidade na tristeza,quando a tristeza estiver disposta a aceitar a felicidade.

Inserida por Gabessilva

Há momentos em que um simples soldado bem posicionado é mais poderoso que um rei

Inserida por gabrielville

...Tal como o suspiro carece da atmosfera
A lágrima necessitar da emoção
Em cada poema há quimera
Em cada quimera oblação...

Inserida por LucianoSpagnol

Sexta Básica: daquilo que há em comum entre batatinhas fritas, pneus, flores e pessoas. Murcham. Mastigar então o amor com feijão de cada dia no assovio da panela de pressão. Que o povo frito pede nova mistura, que essa salada russa está passada e o que se quer é a verdadeira maionese. Que sem o doce do afeto a gente engorda de depressão na pressa pressurizada do engolir sem saborear. Bora tomar com fé que o frio está na alma, mas o coração é fogão à lenha cozinhando o ego lentamente: alquimia e generosidade. Bora se alimentar.

Inserida por Liriancunha

Há alguns anos observando algumas pessoas as quais dizem que ficaram loucas, notei que, em algumas delas a Loucura é apenas uma Fuga do Insuportável, do sofrimento injusto. Porém notei, também, que a sua sanidade permanece intacta em algum canto dentro de si esperando sobreviver ao insuportável para voltar a tona. Muitas vezes o louco não é o que enlouquece, mas o ( ou os) que o enlouquece. Enquanto sua sanidade hiberna, a de quem, ou a dos que o enlouquece é desestruturada(as) para sempre. Como por exemplo, o sentimento sádico neste(s) existente, o qual existe, por erroneamente enganar(em) se ao crer(em) que, o que apresenta aparência de loucura é o verdadeiro louco.
Obs.: Quando digo que a loucura às vezes é uma fuga, não me refiro a um forjar loucura, e sim a um estado psíquico de autoproteção a não perda da sanidade definitivamente, em que o organismo humano utiliza.
O exterior forçando um comportamento e interior se protegendo ao ataque.
Pois a sociedade é uma engrenagem!

Inserida por fatimadsr

AMIGOS DE SEMPRE

“Quem tem muitos amigos pode congratular-se, há amigos mais chegados do que um irmão”.

Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida, para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais.

Perdoem-me os demais amigos que vieram depois! Mas, não fiquem tristes, nem por isso, sois menos importantes.

Vivendo há muitos anos na terra das Alterosas, isolei-me de muito, dos ternos amigos de Campos Belos.

Quando retorno à minha região de origem, ainda encontro-me, com alguns “amigos de sempre”; mas outros, infelizmente não.

E, aqueles que não os veremos jamais:

por já terem ido para o outro lado da vida. Olha que já perdi muita gente boa, da cidade que me viu crescer. Mas, paciência, isso faz parte do ciclo natural das coisas.

Dizem que eu também estou na fila... Eu nem sabia disso. Se for verdade, espero ser o último.

Sou muito gregário. Adoro manter e fazer novas amizades a cada dia. Para ir repondo na medida do possível, as perdas irreparáveis, desses seres iluminados que, nos vão deixando, ao longo do tempo.

Cada amigo de minha terra, que parte para a eternidade, é um baque inquietante que sinto, dentro do meu já, tão sôfrego coração. E, somente com o tempo me sinto mais aliviado um pouco.

Outro dia, ao acessar o blog do jornalista Dinomar Miranda – faço isso todos os dias. Essa plataforma é um espaço de grande utilidade, não somente para o povo da região do Nordeste de Goiás. Sua importância transpõe fronteiras. - E, ao deparar-me, no topo da página, com a foto e a noticia da morte trágica do Jacinto da Costa Madureira, filho de Estevam e Iram, não pude me conter: chorei muito!... De maneira tal, que os transeuntes que passavam na rua, ouviam o meu lamento.

No último retorno ao meu reduto familiar, agarrei-me a oportunidade de rever um grande amigo de infância, que há mais de 37 anos não a via. – O Claudionor, filho de Chico Pedro, um dos primeiros pedreiros profissionais da cidade; que construíra uma das lojas de papai na Rua do Comércio, e um dos primeiros atletas do famoso e memorável time de futebol amador da cidade, o Campos Belos Futebol Clube (CBFC).

Num domingo à noite, um dia antes do meu regresso a Minas Gerais, Adão, seu irmão, me ligou para avisar-me, que o dito amigo das antigas,estava na cidade.

Nem jantei direito, e corri para vê-lo. Afinal de contas era uma oportunidade única de matar uma grande saudade.

Alegramo-nos bastante nesse encontro!...

Mas, não foi possível por toda a conversa em dia, em tão pouco tempo; nem bem começamos a parlamentarmos, fomos interrompidos por um telefonema inesperado: era o vice- prefeito municipal, diretor e radialista de uma Rádio Comunitária local, Zé Cândido Cardoso, outro amigo nosso, de infância.

Não parava de conversar e nem o crédito do seu celular, acabava; e quando soube que eu estava agarrado de prosa com Claudionor, aí pronto:

fomos intimados por ele, na mesma hora, a comparecer à sua residência, sob o risco de não alcançar, em seu tribunal, o perdão devido, caso não o atendêssemos.

E, como não se convence uma autoridade constituída, muito facilmente...

Restou-nos, naquela mesma noite, acatar as ordens dadas. Apesar das horas avançadas – já eram quase vinte e três horas.

Para a minha surpresa, fomos recebidos com as honrarias de Chefe de Estado. Como fazem verdadeiros líderes, com seus ilustres convidados.

Ainda se recuperava de um delicado problema de saúde, e se mostrava muito otimista com a vida e seus meandros.

Falou-nos de sua atuação na política local, e sobre seus projetos para o bem comum de todos, da comunidade em que vive e atua.

Demonstrou muita sensibilidade com a cultura literária local: ao relatar-me que lera no ar, em seu programa “Manhã Sertaneja”, na Rádio, um dos meus artigos jornalísticos “O pôr do Sol em Campos Belos”, publicado no Jornal O Vetor de Roberto Naborfasan, veiculado em 03.06.2015.

E, ao colocar alguns livros de escritores da cidade e região, sobre uma mesa imensa na varanda de sua casa; discorreu sobre o conteúdo de cada um, que incluem relatos inéditos, sobre a rica história de Campos Belos - GO.

E, concluiu o fechamento da prosa, desta vez, nos convidando a estarmos no seu programa na Rádio Atividade FM, 87,9 às sete horas da manhã do dia seguinte.

Mais uma vez, não pudemos deixar de comparecer... Apesar de tentar me esquivar: com a alegação de não ter preparado, previamente, algo especial para ser discorrido no evento.

Na Rádio, falamos um pouco sobre a nossa infância, na terrinha; e falei também sobre a minha trajetória de vida; incluindo, Formação Acadêmica, e Produções Literárias.

Para não fugir a regra das boas relações: o presenteei com duas Antologias em que sou um dos autores: “ANELCA em Prosa e Verso”, 8° Edição 2014, da Academia Nevense de Letras Ciências e Artes; e “ALB Em Prosa e Verso” 1° Edição 2014, da Academia de Letras do Brasil (ALB-MG/RMBH).

E, como os diletos ouvintes, desta tão conceituada Rádio, não poderiam ficar de fora, disponibilizei também, dois exemplares das obras acima, mencionadas; para serem sorteados a eles.

Viajei feliz da vida, de volta, ao reduto dos mineiros; com as energias renovadas, pelo reencontro com os velhos amigos.

Continuo cada vez mais convicto, de que, o lugar dos “os amigos de sempre” é mesmo “do lado esquerdo do peito” como diz um dos cantores, que iniciou sua trajetória musical no Clube da Esquina.

Ainda é tempo de plantar a alegria, a amizade, a fraternidade; pois, o maior patrimônio de uma cidade é mesmo o ser humano. E os amigos que nela conquistarmos.

-16.04.16

Inserida por NemilsonVdeMoraes

"E se o poeta que há em mim se encontrasse com a poesia que há em ti?"

Inserida por BarrigadasTranquilas

Nunca se contente com aquilo que já crê saber. Há sempre mais áreas do conhecimento a serem explorados e depois, repassados aos demais

Inserida por gabrielville

Chuva na janela

Há quanto tempo esperava por você.
Chegou hoje, de repente.
Bateu na minha janela bem devagar...
Notei sua presença pelo seu aroma.
Bem característico, é difícil não notar.
Você me trouxe bons ares...
Senti um frescor no ar.
Que saudade de você minha querida ...
Vem minha noite refrescar.
Rega as plantas no jardim,
Lava a rua, limpe as calçadas...
Encha os rios e desça até o mar
Chove chuva, chove sem parar!

Inserida por nicolassouto

"As mães criam os filhos pro mundo, mas o mundo há de reconhecer! "

Inserida por leticiabeppler

Exercícios de Silêncio
Só no silêncio podemos encontrrar Deus.
Há áreas em mim que precisam chegar ao silêncio:
• Silêncio da fantasia: Silenciam as emoções, silenciam as tristezas; silenciam as vãs ocupações dos pensamentos.
• Silêncio da memória: O passado, as queixas vãs, os azedumes silenciam. Lembrar apenas as provas da misericórdia de Deus.
• Silêncio do coração: Silenciam os desejos, as antipatias silenciam, o amor silencia em tudo o que tem de exagerado.
• Silêncio do amor próprio: Silencia o olhar para o próprio pecado, para a própria incapacidade. Silencia o autolouvor. Tudo o Eu humano silencia.
• Silêncio do espírito: Fazer silenciar os vãos pensamentos. Favor silenciarem as considerações sutis que enfraquecem a vontade e levam ao estiolamento do amor. Fazer silenciarem todas as buscas de anseios próprios.
• Silêncio do julgamento: Silêncio no tocante às outras pessoas: não julgar.
• Silêncio da vontade: Fazer silenciar as angústias do coração, as dores da alma. Fazer silenciarem os sentimentos de abandono.
• Silêncio consigo mesmo: Não escutar a si mesmo, não se queixar, nem se consolar a si mesmo, silenciar consigo mesmo, esquecer-se, libertar-se de si mesmo.
Introdução ao retiro na Comunidade de Taizé

Inserida por pensandogrande