Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Não há mal algum em criar expectativas, muito menos em gerar frustrações,afinal,isso nos diferencia das maquinas.
Há um depósito de bondade na essência humana que o pecado não conseguiu apagar. Trata-se de um traço que nos restou da imagem e semelhança do Criador, abaixo de todas as camadas tectônicas do ser. Basta que haja uma tragédia para que ela, como um vulcão, seja despertada.
Há explicação para o que não pode ser explicado. Innexplicável é apenas o desconhecimento da realidade
Me disseram que sonhar é ingênuo. E daí? Nossa geração não quer sonhar. Pois que sonhe a que há de vir.
Um aperto, sem motivo talvez? Quem me dera... Há algo! O que? Alguém? Qual? Não sei, só sei que há! Na vida sempre o ser que se intitula humano sentirá vazios... vazios passados, vazios presentes, vazios futuros e também vazios presentes refletidos de vazios futuros ou passados... mas há algo que pode preenche-lo? Há! Mas cada um deve descobrir a fonte de sua plenitude, ser pleno não é ter tudo, é simplesmente preencher o distinto vazio que habita cada um dos seres individuais e gananciosos que sempre procuram ter aquilo que não podem ter... mas não com o que não podem ter, mas sim com o que todos têm e não conseguem ver... Tanto aqueles que estão na sombra ou na penumbra da insatisfação casual, são guiados pelas rédias do desconhecido... Crescei-vos, pois, a vida é curta para se perder almejando o que não se tem, quando a felicidade de cada um sempre esteve consigo mesmo...
Não se alimenta as esperanças das pessoas, quando não há nada a se fazer ou quando não se quer nada.
Quando não há mais nada a ser dito, quando já brigamos e eu já falei mais do que devia, você me pede um abraço. E é exatamente nesse momento que eu desabo em seus braços, choro e te imploro mentalmente: por favor, não se afaste de mim.
Infelizmente não temos a família feliz da margarina... Há momentos de alegria e de turbulência... risos.
Há sonho e beleza em nossas escolhas, mas quando não há êxito, precisamos continuar a ser viajantes, precisamos continuar caminhando.
E quando há sucesso, somos reis de nosso mundo, onde conquistamos território e nele ditamos nossas regras, fazemos nossas próprias leis
Quando foi que me perdi?
Como foi que tudo ficou escuro, sem nenhuma luz
Aonde não há nada que me conduz
Perdi o controle da criação do meu mundo
Ele se criou sozinho algo escuro
Que me prende sem ter nenhum muro
Essa não é minha ideologia sobre o paraíso
Meu mundo não é esse monte de nada
Terei que recriar a minha própria estrada
Não sei aonde perdi o controle
Só sei que tudo esta bagunçado
Mas isso me faz ver
Que algo precisa ser mudado
Terei que recomeçar dessa escuridão
Esse vazio que parece ser infinito
Mas ainda não estou morto
Então deve haver como eu me livrar disto
Irei atrás
De uma caneta e papel
Para recomeçar meu mundo
Desenhando um céu
Pegar diversos olhares
E faze-los de estrelas
Roubar sorrisos
Que me livrará de todas as tristezas
Vou fazer tudo sem pressa
Mantendo a calma
Para novamente não perder
O controle da minha alma
Precisarei de um magnifico sol
Que será meu amor
Iluminando o meu mundo
Dando a minha vida um doce sabor
Desse estado que me encontro
Quero sempre me lembrar
Para que eu saiba que enquanto estiver vivo
Ainda há como recomeçar...
Realmente viajar pelas rodovias brasileiras é um perigo constante.
Quando não há animais no meio da pista, têm alguns ao volante.
Quando almejo algo que vejo, não há nada e nem ninguém que diga o que é certo ou errado, o finito da vida está nas escolhas e caminhos que tomamos e apenas no olhar das falsas promessas que poucos tem coragem de citar pois tem medo do que os aguarda mesmo que o que os aguarda se chame felicidade, não somos felizes o tempo todo, mais somos o suficiente felizes para vivermos nesse mundo de loucos, esperarmos picos de felicidades constantes, mesmo que promessas talvez se percam no vento, torno a dizer, que tudo que sinto é puro e intenso talvez até safado e gostoso, mais acima de tudo pode-se dizer que aos poucos to reaprendendo o que são primeiras vezes, coisas que já pensava que já havia passado talvez não até então, as primeiras vezes estão nos olhos de quem menos esperamos
