Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Entre o frio e o quente haverá o morno, e, simetricamente aos extremos há um centro. Encontrar uma dosagem ideal é uma virtude.
Tudo o que existe, se transforma. A cada fase de sua existência, curta ou longa, há uma nova, diferente da anterior. Até mesmo a consciência.
Capricorniana... Teimosa por natureza! ♑
Há em mim uma teimosia.
Escrever dia a dia um capítulo
da minha história.
O final?
Vou deixando nas mãos do destino.
Não tenho pressa.
Deixo ser, acontecer...
Não sei passar correndo pela vida.
Gosto de apreciar a paisagem.
Esse é o meu diferencial.
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©Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
Direitos reservados conforme artigo (Lei 9610/98)
Alinneh / Ano 2022
Aline Hikelme Alinneh 2022
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Há uma criança dentro de mim
Que nos dias de hoje me faz viver
Há também uma criança dentro de vc
e quando uma delas tenta desistir da vida
A outra a faz viver novamente
É por isso que te amo!
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A diarreia
Ha um quilômetro da minha casa tem uma barraca de churrasco
Eita coisa boa eu pensei !
Janta eu não farei.
A fome apertava e lá eu ia comer churrasquinho com aipim e a minha barriga encher
Foi assim por uns três dias, até a barriga doer.
Mas eu só pensava em comer.
No primeiro dia foi fácil, só por duas vezes desarranjei
Nem havia pensado que havia sido por causa do danado do churrasco , até de novo ir lá comer e no dia seguinte a barriga voltar a doer.
Foi ai que me ferrei, do banheiro não sai mais.
Por seis vezes me caguei.
E pensa que eu liguei?
No dia seguinte no churrasquinho eu voltei.
24 /01/2022 às 3h
[DIVERSIDADE NA PERCEPÇÃO DAS PAISAGENS]
Há uma paisagem da guerra, da miséria, da fome, do medo, das classes sociais em luta, da religiosidade, do lazer, da tecnologia, da moda, dos estilos arquitetônicos, do controle disciplinar, do poder midiático que se espraia sobre uma região e aí estabelece seu domínio e práticas manipuladoras sobre a população local. Estas diversas paisagens referentes a extratos específicos de problemas, ou a instâncias singulares da realidade, às vezes são perceptíveis espontaneamente, outras vezes não
[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.56].
[A PAISAGEM NO ESPAÇO-TEMPO]
Neste momento, contemplo uma paisagem. Há uma pedra no caminho (subitamente me lembro do poema). Ela é antiga como a Terra, mas isso no momento não importa. De qualquer maneira, é bruta, jamais trabalhada pelos homens de qualquer tribo ou civilização, Atraído pelo ruído suave das águas (ou terei imaginado isto?), meu olhar volta-se subitamente para o pequeno rio urbano, canalizado em meados do século XIX. O encanamento, contudo, já era naquele momento a substituição de um outro, construído vinte e oito anos antes (cheguei a ler o documento que registra o primeiro plano de captação, em um velho arquivo público). A atual calha que contém o traçado do rio, para evitar pequenas enchentes nos dias chuvosos, ali está desde meados do século XX, mas sofreu reparos recentes, por causa das olimpíadas de 2016.
O rio tinha seu nome tupi-guarani por causa dos papagaios que nele vinham se alimentar desde os séculos anteriores, mas a poluição das últimas décadas do século XX já os afastou há muito. Todavia, foram substituídos por aquelas garças, de dieta alimentar menos exigente, que vivem em um zoológico mais distante. Há uma árvore, duas, três, e mais, nas suas margens, sendo que cada uma tem uma idade diferente. Cada uma delas canta a sua própria imponência, na minha imaginação. Mas sou despertado deste devaneio por um outro ruído, este de verdade. É um rolar maquinal, que adentra a paisagem sonora como uma dissonância. A muitos e muitos passos do rio, há uma abertura para o chão. O metrô tem 25 anos, mas aquela estação foi agregada há apenas três anos, e agora oferece aos passantes a sua entrada. Entre ela e o rio enfileiram-se edifícios de diversas idades, de cada lado da rua asfaltada (com exceção de um curioso trecho de paralelepípedos, talvez esquecido pelas últimas administrações públicas).
Há também uma casa muito antiga, do início do século passado. Terá sido tombada? Sobrevive. Alguns automóveis, há muito eu não via um opala, movimentam-se discretamente na rua de mão única. Formam um pequeno fluxo. Seguem por ali, em meia velocidade, e logo vão desaparecer sem deixar vestígios. Por enquanto, todavia, fazem parte do acorde visual da paisagem. Registrei tudo, em minhas anotações. Mas agora me dirijo ao Metrô.
Ao entrar naquela estrutura moderna, que por sobre trilhos me conduzirá através de um conduto contemporâneo tão bem incrustado em uma pedra de milhões de anos, anterior ao surgimento da própria vida sobre a Terra, espero chegar em vinte minutos ao centro da cidade. Ali, naquela alternância de avenidas asfaltadas e ruas estreitas, por vezes talhadas em paralelepípedos, novos acordes de espaço-tempo me esperam. Sem ânsia maior de me mostrar a superposição de cidades que escondem e revelam, eles me indagarão, como se ressoassem do fundo de um verso: “Trouxeste a chave”? A todos perguntam a mesma coisa, indiferentes à resposta que lhe derem .
Já me demoro demais. Andar pelo espaço é viajar pelo o tempo. Retorno, será mais seguro, à reflexão histórico-geográfica
[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p. 59-60]
Escondida dentro de nós há uma força que nos faz prosseguir a cada novo dia, independente das dores, dificuldades ou problemas. Essa força se chama “Deus”!
Eternamente Juntos
Há uma paz...
Há uma
Eterna paz agora!
Antes,
Depois que
Tu foste embora...
Eu remetia em sonhos
Nossas lembranças,
Mas, eu precisava
Colocar para fora…
Primeiro,
Filosofei
Em prosas
Nossos universos!
Agora,
Ascendida
Nossa paz,
Declamarei
Esses versos:
Tu morreste isso eu sei...
Até então, apenas
A toquei abraçando-a,
Sonhando contigo
Pela madrugada…
Eu também sei
Que um dia morrerei…
Por que não,
A abraçando e beijando-a,
Fazendo de ti na vida
Uma amante,
E na morte
Uma eterna
Namorada?!
Jeazi Pinheiro, in “O Último Poema”.
Há duas formas de aprender grandes lições nesta vida: uma é vendo alguém passar por essa situação e a outra é você passando pela mesma situação!!!
Tudo nos é lícito.
Porém cabe a nós entendermos:
Que toda ação há uma reação
Que todo ato há uma consequência
Temos que estar preparados para as consequências e reações que nossos atos e ações nos trazem.
Boas ou ruins, um dia terá fim. Acredite!
“Há um grande desafio interno no qual buscamos ser aceitos em um meio e criamos uma resistência em aceitar, compreendidos nas ações e intolerantes ao compreender, falar e não querer ouvir.
Em uma sociedade nunca será somente o venha a nós.”
Infelizmente na vida desse homem há uma distância para o bem.
A perseverança dele foi somente para entrar e nos roubar. Ele saiu, e a sua ganância não parou. Ele novamente quer entrar. Não vamos deixar. E o que fica nisso é a lição: Devemos ser perseverantes para o bem, pois o mal também é perseverante.
Aprendi que, se há uma crise, eu devo analisar as circunstâncias, identificar minhas habilidades para enfrentá-la e agir. Ninguém resolve nada com desculpa ou empurrando um problema com a barriga.
"Há uma incompatibilidade inconciliável e insuperável entre o Cristianismo originário do Cristo, e o Bolsonarismo. A afirmação do primeiro necessariamente nega o segundo, e vice-versa".
Nem sempre podemos ficar neutros em uma situação onde há injustiça.
Às vezes precisamos nos posicionar, escolher um lado, tomar partido. Pois muitas vezes a neutralidade do silêncio e da inércia nos coloca do pior lado.
Não há nada mais empático do que se colocar no lugar do outro, e agir conforme a gente gostaria que agissem com a gente.
