Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Pais nascem com uma "corda" imaginária que deve ser utilizada na educação dos filhos.
Há momentos de afrouxar, de puxar para si. E assim deve ser em todos os momentos, sucessivamente.
Porque haverá o momento de soltar, mas quando acontecer, ele deverá estar com ela na mão para também saber o momento certo de fazer a devida utilização.
VOCÊ ALGUMA VEZ VIU A CHUVA?
ALGUÉM ME FALOU HÁ MUITO TEMPO
QUE HÁ UMA CALMARIA ANTES DA TEMPESTADE
EU SEI, VEM VINDO Há ALGUM TEMPO
DIZEM QUE QUANDO TERMINAR
CHOVERÁ NUM DIA ENSOLARADO
EU SEI, BRILHANDO COMO ÁGUA
EU QUERO SABER, VOCÊ ALGUMA VEZ VIU A CHUVA?
EU QUERO SABER, VOCÊ ALGUMA VEZ VIU A CHUVA
CAINDO EM UM DIA ENSOLARADO?
ONTEM E DIAS ANTES
O SOL É FRIO E A CHUVA É FORTE
EU SEI, FOI ASSIM POR TODA MINHA VIDA
ATÉ A ETERNIDADE, SERÁ SEMPRE ASSIM
ATRAVÉS DO CICLO, RÁPIDO E DEVAGAR
EU SEI, ISSO NÃO PODE ACABAR, IMAGINO
EU QUERO SABER, VOCÊ ALGUMA VEZ VIU A CHUVA?
EU QUERO SABER, VOCÊ ALGUMA VEZ VIU A CHUVA
CAINDO EM UM DIA ENSOLARADO?
S I M
BUSSOLA
Dentro de nós há uma bussola,
De uns ela é feita de platina,
Para outros ela é feita de latão,
Não importa do que ela feita,
A minha bussola é feita de Éter.
Toda bussola tem o seu tempo,
Ela aponta sempre para o Norte,
Às vezes ela entra em parafuso,
Pois esquecemos o que o norte,
Achamos que o norte é um sorriso,
Um corpinho bem bonitinho,
Uma carteira recheada no bolso.
O norte é algo que faz querer crescer,
Faz sorrir da piada mais boba,
É o olhar dormir e se sentir feliz,
Perdoar as falhas, pois as falhas faz parte,
Acreditar que o “para sempre” é eterno,
Colocar todos os problemas num bornal,
Cantar uma canção por apenas lembrar.
Nossa bussola pode quebrar e ficar parada,
Até mesmo pode enferrujar,
Isso mesmo, mesmo feita de ouro,
Mas basta o nosso norte se aproximar,
Que o ponteiro começa a indicar,
Entra num compasso de indicação,
Num tremular que por muitos é paixão
E no seu tempo a bussola faz tudo melhorar
O norte é estar aqui com você...
É vê-la sorrir e ao sorrir querer ama-la
André Zanarella 02-04-2013
Éter: Antigo. Fluido sutil que encheria, segundo os antigos,
os espaços situados além da atmosfera terrestre.
Fluido hipotético, imponderável, elástico,
que se considerava como o agente de transmissão da luz e da eletricidade.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4828159
Na vida há vida vívida e ávida por suporte suficiente e necessário; ajustar-se ao quanto é uma escola de escolhas... seemmmpre melhorrrriiiindo!
A APARENTE FRAGILIDADE DAS FLORES
[...]Há na ponta dos meus dedos uma sensação que me apavora enquanto me devora e solta este animal exótico que te seduz. Preciso desta textura, deste estágio e destas rendas que me realçam enquanto me preparo para você fazendo do meu corpo, o seu relicário.
Há nos olhos
um cortejo constante
de desejos destinados
Há nos lábios
uma comoção lancinante
que veleja entre beijos infindos
Há nas digitais
uma ânsia vibrante
que pulsa nos corpos rendidos
Há na pele
labaredas que agigantam
uma vontade que atravessa o Atlântico
Há na alma
uma cumplicidade viciante
feitiços de um sentimento desmedido
Há nos dias, nas horas, nos instantes
pensamentos que buscam incessantes
um mesmo sentir
um mesmo porvir...
A solidão é uma das piores inimigas do ser humano. Saber que há várias pessoas ao seu redor, e quem você precisa está longe, é doloroso, entediante, "mal-humorante"...
Em seu pensamento, essa pessoa está até perto demais. Mas, do que adianta tê-la perto e não poder tocá-la e senti-la?
Aí nos perguntamos: "Quem é a amiga consoladora do amante?"
Eu digo-lhe: "A Paciência!"
Você esperar a pessoa amada com a bendita consoladora de amantes e apaixonados, conseguirá alguém bom pra você. Porém, o contrário te trará desavenças, traições, brigas...
Ás vezes nos precipitamos e somos ansiosos demais com o destino, e acabamos tropeçando. A maioria das vezes a carência fala mais alto que o coração, e você comete o erro, depois comete de novo, outra vez, mais um vez... E nunca aprende. Saiba aprender com os erros logo no começo, porque no fim é tarde demais.
Infelizmente, a realidade fala mais alto que a mente.
Nem os tropeços, nem provações.
Fazem-me desacreditar no amor
Há a inocência de uma menina
Apreendendo esse emaranhado
Nem mentiras, nem confusões.
Fazem-me desacreditar no amor
Tenho a audácia de um animal
Que se arrisca mesmo com dor.
Estou na espreita do episódio
Nem ansiosa, nem galanteadora.
Na reserva para viver o melhor.
Com o ser destinado e leal.
Há de haver um jeito, uma fórmula, uma lojica, há de haver um momento em que os olhos dela o olhará com mais ternura.
Há uma grande diferença entre coisas simples que fazemos a dois...
Uns beijam na boca, pelo simples ato de beijar!
Eu faço carinho com os lábios, pelo simples gesto de viver o momento...
“Eu preciso te abraçar e te beijar... porque o seu coração é meu lugar!”
Interessante, há pessoas de uma mesma família, irmãos com a mesma criação, que comparando a uma casa, um é teto e se comporta como piso, pela humildade e simplicidade, outro é piso e se acha teto, pela arrogância e prepotência, mas principalmente por seus comportamentos, o teto dificilmente será alcançado e o piso jamais deixará de ser pisado e humilhado, por ser carente de humildade.
E por que ainda estou de pé? Há uma força que existe dentro de mim, que me impulsiona, que me faz prosseguir, que me faz acreditar, que me faz insistir...Eu escolhi confiar!
Há uma partitura escondida dentro de cada coração, e só quando aprendemos a tocá-la, é que percebemos a grandeza do mestre que a compôs.
Um Conto bobo.
Era uma vez em um reino
Confundido entre eterno e para sempre
Onde no reino há um bobo
Que diz o que pensa
E não pensa o que sente.
No reino não havia só bobo
Havia o rico
Chamado Eurico
E havia o herói
Chamado Leroy
E havia Anciã
Irmã de Jean
Mas entre toda população
Aquele bobo
Era o de melhor coração.
Como era certo e certamente todos sabem
Eis que o reino um incerto dia os males invadem
O reino distante confundido
Entre eterno e para sempre
Estava agora ameaçado e perdido
Entre toda confusão e os gritos da nação
Havia o rico
Eufórico e aflito
Corria e chorava Eurico
Gritavam ao herói:
“-Pega a espada e destrói!”
Este grande dragão
Mas nosso grande Leroy
Era frouxo que dói
E correu em outra direção
Então disse Anciã
Irmã de Jean
Que herói fanfarrão!
Dentre a correria e as chamas
Um rosto ao alto da torre nos chama
E vamos então apresenta-la:
Loura, linda, Kiara.
Seu rosto era tão belo
Mas agora esta chorava
Ao ver a chama brava
Temendo o destino de seu povo
Na torre do enorme castelo
E o bobo com suas bobagens
Escondido entre suas miragens
Tinha como plano planejar
Sem fraquejar uma idealização
Uma certa forma de lutar contra o dragão
Ou se possível contar-lhe uma piada
Para que o coração da fera parasse
Com sua forte gargalhada
Ou que ao menos se engasgasse
E caísse desmaiada.
Com suas piadas na cabeça
E seu coração na mão
Foi o bobo muito aflito
Ao encontro do dragão
Todo o reino escondido
Assistindo àquele conflito
Que parecia ser uma explosão
Eis que o bobo começa a falar
E o dragão a fogo soltar
O bobo correndo a esquivar
Engole o medo
Segura o choro
E decide ganhar
O bobo entra em uma casa
E o dragão o persegue cuspindo brasa
O bobo se esconde com um garfo de metal
O dragão o vê e cospe uma bola de fogo fatal
O bobo muito bobo se esconde atrás da parede
Mas o garfo fica em brasa em sua mão
Sem pensar em sim ou não
O bobo corre e espeta o nariz do dragão.
Choramingando foi embora o dragão
Muito contente ficou toda a nação
Aliviado por estar vivo sem um borrão
O bobo chora e ri de emoção
Porque não há má condição
Quando existe um bom coração
E o bobo agora herói
Riu da cara de Leroy
E a Anciã
Oferecendo um cesto de maçã
Com toda convicção
Gritou:
-Diga seu nome herói!
E o bobo disse:
-Meu nome não é bobo
E agora quero que berre
Para toda essa gente do reino
Que meu nome é Pierre!
E seu nome todo o reino gritara
E sorriu para Pierre, Kiara.
ESPERANÇA : Há uma esperança nas mãos delicadas e cuidadosas que transplantam flores para o vaso. Como cultivo do coração a esperança feita de pureza é de que o Jardim ___ sempre ... : Permaneça !...
Entre vozes rastejantes da amargura minha, há uma
esperança quase esquecida arranhando um canto escuro
de minha alma.
