Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Água e fogo
Chuva caída
Na pele contida
Vestido molhado
Menos esvoaçando
Sentidos a mil
Ventos ao frio
Em cinza
Ela caminha
No bosque que finda
Em uma sacada
De um chalé
Termina
Ainda parada amparada
Pela prisão mortal
Pergunta, pq porta
Me afasta dele
Aquele que abre
E me convida para
O seu lar
Que me afasta do meu
Meu hábitat
Em que tudo
Habita
Com estalos
De chamas domadas
Na lareira
Convidou a me despir
Com carinho
No abraço
Um conforto
De toalha branca.
Temperatura maçante
Muda crepidando
Em labaredas
No seu peito
Corpo quente
Que me prende enforma
A mais bela amorfa
Moldada no querer pequeno
Diminuída pelo pensamento
O Ser que nada pode
Explicar
Agora sentasse
Para tomar
Uma xícara
De caos
Café carnal
Em mente, mundos
Na boca poesia
Presa em trovas poéticas
Com seu rival
Mortal
No nirvana que espero
Enjaulados no fogo
Carbonizados o
Cinder do fim
Da alma...
Em mim, por ti, em tu, paralelo
Em nós, no eixo
Enfim...
Sou um cara mil grau e sincero,sou de verdade tanto no amor ou na amizade, más hoje em dia muita gente confundem toda a parada.
Toda mãe é feita do cheiro das flores
E mais de mil corações
Pra aquecer todo o sol que brilha nela
Me deram mil motivos
pra ser o inverso do que sou.
Varias fitas do passado me desmotivou.
Mas não vou me fazer de vitima, nem me igualar ao inimigo.
Vários se mostraram assim, separei o joio do trigo
Era o desejo de mil corações… Mas o único coração que desejava, estava a desejar outro coração.
E assim, os desencontros dos desejos vão acontecendo.
Davi espero no Senhor animado de ver seus inimigos derrotados !
mil cairam ao te lado e Dez mil a tua direita Salmos 91 grifo de salmos27.14 ultimo versiculo dizendo com Animo !
Mesmo com mil motivos para ressaltar suas virtudes, as pessoas vão arrumar mil e um para ressaltar os seus defeitos. Acostume-se!
Intacto
Mil ano de vida minha querida!
Muitos desejos realizados,
cometa algumas loucura...
E ande na chuva...
Se andares muito tempo
Distraída com a vida...
Tropece em mim
posso ser a saída...
Enfim não me machuque
Porque sei que algumas flores
Tem espinhos só enxugue
Meu olhos se acaso eu chorar...
Eu gosto das orquídeas lilás
De rosas vermelhas e amarelas
Talvez você guarde seu perfume
Em meu corpo sinhá Cinderela.
Eu não tenho pretensão de ir longe
Talvez a vida lhe permita
voar longas subidas
Estarei aqui no mesmo lugar...
Caso um dia você precisa voltar..
Se esconder do vento das brisas
De um cobertor acolhedor
Deixo intacto e conservado
O coração que sempre te amou...
Tanto caos dentro de mim...
Pensamentos a mil... um turbilhão de emoções ...
Tantos porquês.. tantas frustrações...
Se é normal eu não sei...
Mas aqui dentro do meu peito tem uma voz que não se cala...um grito preso na garganta.. um outro eu que mora em mim e vira e mexe quer sair ..isso tem... eu chamo de guerra interior.. algumas pessoas chamam de ansiedade...
Só sei que vivo eu e minhas paranoias.. já estou acostumada ...
As pessoas raciocinam e se aperfeiçoam em mil formas de infelicidade, e chegam à conclusão de que só podem se contentar de uma maneira, ao passo que existem cinquenta maneiras; se elas apenas olhassem ao seu redor, isso também funcionaria.
Sou alguém com mil defeitos e às vezes dou motivos para você me odiar, porem nunca escondo isso de ninguém, sempre falo que não sou perfeito nem santo. Quando alguém erra comigo, eu perdoou e deixo com que ela evolua. Por mais que eu tenha tantos defeitos, eu sempre estou disposto a melhorá-los, às vezes demora como toda evolução, às vezes dou um deslize…, mas presto atenção nos pequenos detalhes para não cometer os mesmos erros.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que as bênçãos são muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva a fronte para a terra.
A QUATRO MIL METROS DE VOCÊ
Rarefeito é o ar apesar do vento
Entra em mim como água no deserto
O diafragma em soluços, tento
A atmosfera que és tu, liberto.
Respiro fundo e olho a queda
A tristeza escarlate-artéria depreda
O sangue azul-veneno em mim enreda
Teu cheiro em meus alvéolos já não degreda.
Almejo as habilidades dos pássaros
Invejo os leves pulmões caros
Desprender-me dos limites bárbaros
A chegada ao topo é para os raros.
Meus ouvidos me falam dos teus ecos
Martela em meus tímpanos apáticos
Destoam além dos meus instintos poéticos
Seus ecléticos pensamentos sarcásticos.
