Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Só confio em bebidas que tenham sido testadas há no mínimo mil anos. Isso se resume a água, vinho e café.
Jesus, há um pouco mais de dois mil anos, orou pela nossa reconciliação, pela nossa unidade (Jo 17:20-26). Não digo que devemos deixar nossos ministérios e sermos uma só congregação, mas que precisamos ser um só nas questões morais, políticas; como seres sociais que somos, precisamos dessa interação em tudo o que nos une, independente de nossas divergências doutrinárias. Assim iremos exalar o caráter do nosso Mestre e o mundo irá deparar-se com o tempo de restauração de todas as coisas.
Livro: Servir, o maior dos desafios
"Há tantas coisas para se aprender, aceitar, entender, compreender, e ainda que se passe mil anos nós nunca iremos conseguir ver tudo... Às vezes, o tempo não é suficiente."
A expectativa tem mil flores variadas que vejo. É tão lindo o que há nisso. Mas elas morrem facilmente. E a realidade tem apenas uma flor que nunca morre. De qual lado você está? Qual é a sua escolha?
Há silêncios que falam mais que mil palavras, e há vidas que gritam mesmo caladas.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
Por lugares incriveis
há mil capacidades em voce
entao voce realmente percebe
que o problema é quando não se percebe
quando pare de lembrar quem eu sou ou de todos momentos que vivi em um vazio tao grande.
me preocupava com tanta coisa
menos com o q realmente importava...
sempre pensei sobre o pensamentos dos outros.
isso nao muda nada
ja que nao vamos sair vivos de qualquer forma
só perco em não me lembrar
de como é estar vivo
de como qualquer lugar pode ser incrivel
com a pessoa certa
é dificil ser um sonhador
criar milhares de cenários brilhantes
mesmo em dias escuros
e quando nem mesmo pode-se criar
seja um
Parodiando o imortal poeta Raul Seixas, “eu nasci há dez mil anos atras”, e, tanta coisa eu sei e vi que preferiria não saber nem ter visto.
Carreguei Raul no colo há dez mil anos atrás.
Vi o Senhor projetando o mundo,
no tempo em que o diabo era anjo,
e o Big Bang foi apenas um projeto reprovado.
Há pessoas que dizem que temos liberdade de expressão. Certo, mas por que sempre pensamos mil vezes antes de falarmos alguma coisa?
II. O silêncio que acende e a palavra que apaga
Há silêncios que iluminam mais do que mil palavras acesas. Quando cessam os ruídos, as verdades emergem como brasa sob a cinza. No entanto, há palavras que, embora vestidas de luz, encobrem mais do que revelam. A fala apressada, a explicação forçada, o discurso que se pretende verdade absoluta, tudo isso é claridade artificial, disfarce da ignorância que teme o escuro.
A luz plena muitas vezes inibe a contemplação. O excesso de nitidez exige respostas, impõe certezas. Já a penumbra nos permite hesitar. E é na hesitação que nascem as perguntas que realmente importam. Não aquelas que pedem definições, mas as que nos atravessam e nos desconstroem.
A escuridão não é ausência de caminho, mas convite à escuta interior. Ao contrário da luz que expõe tudo de uma vez, a sombra nos permite escolher o que ver, e quando ver. Ela respeita o tempo do olhar. Ensina que ver não é o mesmo que compreender, e que a revelação exige maturação do espírito.
Quando aceitamos a escuridão como parte do processo, a luz deixa de ser uma meta e passa a ser consequência. Não corremos mais em busca de holofotes, cultivamos lanternas. E nelas, acendemos apenas o necessário. O essencial não precisa de alarde. A verdade, quando chega, não brilha, pulsa.
“Há mais de mil casos no mundo de cadáveres há séculos incorruptos, que conservam sangue líquido, transpiram, apresentam crescimento de unhas e cabelo. Há também estátuas de madeira em que as unhas crescem. Não há explicação pra isso. Um louco cortou com faca um quadro com a imagem da padroeira de Bolonha. A pintura da tela cicatrizou com cicatriz humana! Deus ri das nossas leis! Há casos em que o crucifixo de madeira abraçou o Santo e não se quebrou a madeira!”
Há algo a ser dito, feche os olhos e sinta. A coerência em saber que um gesto vale mais que mil palavras a fará compreender.
Cristo ou Barrabás? Que exemplo tem influenciado nossas escolhas?
Há mais de dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria. (Texto para nossa reflexão: Mateus 27:16-26)
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus ensinamentos para se ter a vida eterna. O primeiro julgamento que fazemos aquela multidão é ingratos, toscos, infiéis e merecedores da condenação a vida eterna nos porões do inferno.
Contextualizando para os dias atuais, qual seria a opção da maioria entre as duas propostas apresentadas por Pilatos? Seria mais cômodo conviver com um criminoso, mandando o Filho de Deus para morrer na cruz? Optaríamos pelo conforto do comodismo, pois Jesus seria uma escolha que incomodaria muito as pessoas?
Vejamos: Barrabás roubava para conseguir dinheiro, mas não faria nenhuma pergunta sobre como você faz pra ganhar o seu. Ele não se importaria se você honra a Deus com seu estilo de vida ou não. Para ele, você poderia até ter outros deuses, afinal, no final tudo se dá um jeito. Também não incomodaria ninguém dizendo que é preciso amar e perdoar e orar por seus desafetos. Por fim para Barrrabás, o importante é buscar a satisfação pessoal, mesmo que seja através do pecado.
Cristo nos escolheu dando a nós o privilégio de sermos chamados filhos de Deus e de podermos dia após dia buscar mais intimidade com o Pai. Cristo nos escolheu dando a nós a salvação e a Vida Eterna ao lado do Criador. E você? Tem escolhido a Ele quando tentam te influenciar? Você tem escolhido a seguir a Cristo em qualquer situação? Cristo te escolheu, escolha você também a Ele. Amem?
Que Deus nos abençoe,
“Há mais lucidez em um ato insensato do que em mil decisões calculadas.”
Do Livro (Entre a Razão e o Delírio - Confissões de uma insensatez Necessária)
— Nina Lee Magalhães
Tudo na vida tem um propósito. Em outros tempos há mais de dois mil anos, ninguém conseguia entender as guerras e o sofrimento, mais hoje, sabemos que tudo que aconteceu no passado distante foi muito importante para aumentar a nossa fé, esperança e coragem, para que as vitórias do bem contra o mal tivessem êxito. Deus nos deu o livre arbítrio e concedeu força e sabedoria, para lutar e vencer as adversidades da vida.
Sempre tenho em mente que o grande milagre que nos comove há mais de dois mil anos todos os anos, muito em breve pode se manifestar como um mantra em nossos corações todos os dias
