Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Há silêncios que falam mais que mil palavras, e há vidas que gritam mesmo caladas.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
Por lugares incriveis
há mil capacidades em voce
entao voce realmente percebe
que o problema é quando não se percebe
quando pare de lembrar quem eu sou ou de todos momentos que vivi em um vazio tao grande.
me preocupava com tanta coisa
menos com o q realmente importava...
sempre pensei sobre o pensamentos dos outros.
isso nao muda nada
ja que nao vamos sair vivos de qualquer forma
só perco em não me lembrar
de como é estar vivo
de como qualquer lugar pode ser incrivel
com a pessoa certa
é dificil ser um sonhador
criar milhares de cenários brilhantes
mesmo em dias escuros
e quando nem mesmo pode-se criar
seja um
Parodiando o imortal poeta Raul Seixas, “eu nasci há dez mil anos atras”, e, tanta coisa eu sei e vi que preferiria não saber nem ter visto.
Carreguei Raul no colo há dez mil anos atrás.
Vi o Senhor projetando o mundo,
no tempo em que o diabo era anjo,
e o Big Bang foi apenas um projeto reprovado.
Há pessoas que dizem que temos liberdade de expressão. Certo, mas por que sempre pensamos mil vezes antes de falarmos alguma coisa?
Tudo na vida tem um propósito. Em outros tempos há mais de dois mil anos, ninguém conseguia entender as guerras e o sofrimento, mais hoje, sabemos que tudo que aconteceu no passado distante foi muito importante para aumentar a nossa fé, esperança e coragem, para que as vitórias do bem contra o mal tivessem êxito. Deus nos deu o livre arbítrio e concedeu força e sabedoria, para lutar e vencer as adversidades da vida.
Há amigos inseparáveis, mesmo que você esteja diante de crises e sofrimentos mil: são estes que estão sempre ao seu lado quando menos imaginar.
II. O silêncio que acende e a palavra que apaga
Há silêncios que iluminam mais do que mil palavras acesas. Quando cessam os ruídos, as verdades emergem como brasa sob a cinza. No entanto, há palavras que, embora vestidas de luz, encobrem mais do que revelam. A fala apressada, a explicação forçada, o discurso que se pretende verdade absoluta, tudo isso é claridade artificial, disfarce da ignorância que teme o escuro.
A luz plena muitas vezes inibe a contemplação. O excesso de nitidez exige respostas, impõe certezas. Já a penumbra nos permite hesitar. E é na hesitação que nascem as perguntas que realmente importam. Não aquelas que pedem definições, mas as que nos atravessam e nos desconstroem.
A escuridão não é ausência de caminho, mas convite à escuta interior. Ao contrário da luz que expõe tudo de uma vez, a sombra nos permite escolher o que ver, e quando ver. Ela respeita o tempo do olhar. Ensina que ver não é o mesmo que compreender, e que a revelação exige maturação do espírito.
Quando aceitamos a escuridão como parte do processo, a luz deixa de ser uma meta e passa a ser consequência. Não corremos mais em busca de holofotes, cultivamos lanternas. E nelas, acendemos apenas o necessário. O essencial não precisa de alarde. A verdade, quando chega, não brilha, pulsa.
“Há mais de mil casos no mundo de cadáveres há séculos incorruptos, que conservam sangue líquido, transpiram, apresentam crescimento de unhas e cabelo. Há também estátuas de madeira em que as unhas crescem. Não há explicação pra isso. Um louco cortou com faca um quadro com a imagem da padroeira de Bolonha. A pintura da tela cicatrizou com cicatriz humana! Deus ri das nossas leis! Há casos em que o crucifixo de madeira abraçou o Santo e não se quebrou a madeira!”
Há algo a ser dito, feche os olhos e sinta. A coerência em saber que um gesto vale mais que mil palavras a fará compreender.
Cristo ou Barrabás? Que exemplo tem influenciado nossas escolhas?
Há mais de dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria. (Texto para nossa reflexão: Mateus 27:16-26)
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus ensinamentos para se ter a vida eterna. O primeiro julgamento que fazemos aquela multidão é ingratos, toscos, infiéis e merecedores da condenação a vida eterna nos porões do inferno.
Contextualizando para os dias atuais, qual seria a opção da maioria entre as duas propostas apresentadas por Pilatos? Seria mais cômodo conviver com um criminoso, mandando o Filho de Deus para morrer na cruz? Optaríamos pelo conforto do comodismo, pois Jesus seria uma escolha que incomodaria muito as pessoas?
Vejamos: Barrabás roubava para conseguir dinheiro, mas não faria nenhuma pergunta sobre como você faz pra ganhar o seu. Ele não se importaria se você honra a Deus com seu estilo de vida ou não. Para ele, você poderia até ter outros deuses, afinal, no final tudo se dá um jeito. Também não incomodaria ninguém dizendo que é preciso amar e perdoar e orar por seus desafetos. Por fim para Barrrabás, o importante é buscar a satisfação pessoal, mesmo que seja através do pecado.
Cristo nos escolheu dando a nós o privilégio de sermos chamados filhos de Deus e de podermos dia após dia buscar mais intimidade com o Pai. Cristo nos escolheu dando a nós a salvação e a Vida Eterna ao lado do Criador. E você? Tem escolhido a Ele quando tentam te influenciar? Você tem escolhido a seguir a Cristo em qualquer situação? Cristo te escolheu, escolha você também a Ele. Amem?
Que Deus nos abençoe,
“Há mais lucidez em um ato insensato do que em mil decisões calculadas.”
Do Livro (Entre a Razão e o Delírio - Confissões de uma insensatez Necessária)
— Nina Lee Magalhães
Sempre tenho em mente que o grande milagre que nos comove há mais de dois mil anos todos os anos, muito em breve pode se manifestar como um mantra em nossos corações todos os dias
A bondade nunca foi bem recebida neste mundo, entrou pela porta da frente há mais de dois mil anos, mas é cotidianamente escorraçada pela porta dos fundos
