Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Outono


Há dias em que acreditamos
que nada se move,
que o cinza se instala
e o vento só traz despedidas.


Mas o outono sussurra
que a mudança não chega de repente:
ela começa em pigmentos,
em tons que ardem nos olhos —
laranjas, vermelhos, amarelos,
um fogo silencioso antes da queda.


As folhas cedem devagar,
soltam-se em coragem,
aceitam o chão
como quem aceita o próprio destino.


A árvore, nua,
não é fraqueza —
é força em repouso,
guardando em silêncio
a seiva da próxima primavera.


Assim somos nós:
precisamos perder camadas,
despir memórias,
para que o novo encontre espaço.


Resiliência não é resistência:
é confiança na passagem,
é coragem no cair,
é força no recomeçar.


O outono nos ensina:
a beleza também está
no processo da despedida.

⁠Há caminhos que parecem fechados, mas Deus abre oceanos onde ninguém vê passagem — e a fé nos ensina a atravessar.

⁠Há decisões que não nascem da lógica
nascem de um chamado.
E a ousadia é reconhecer
que a alma já chegou
antes mesmo do corpo partir.

⁠Há travessias que não pedem certeza,
pedem entrega.
E, quando a fé guia o passo,
o impossível deixa de ser muro
e se torna caminho.

Fibromialgia: há dias em que levantar da cama já é um ato de coragem.

O sistema politico sempre foi voraz. Nele há dois interesses: "Primeiro nos palcos haverá encenações antes dos "espetáculos", e o segundo : Depois de seu voto, ocupar a atenção de uma parte da população com mentes vazias, entre os ensaios da briga de partidos que não os sustentam em nada , a não ser na maneira mínima de coexistir, mesmo que sem a dignidade completa de um cidadão !

Quando há uma dúvida dentro de mim, afasto-me, observo e só volto quando a dúvida se tornar um caminho.

Difícil é como exprimir ou explicar o que há na minha mente e expressar o que há no meu coração.

Minha escola tem nome: eremonopsicofilosofante. Onde só há um professor: Pauleremonopsicofilosofante.

O espelho quer agradar, mas por trás da cosmese há decepções, medo, preocupações, tristeza, dor, impaciência e mentira.

Eu espero em Deus!
Se há uma lei que não precisa de corpo delito e provas para desmascará os criminosos... É a justiça de Divina!

Não há vento que derrube raiz que se espalha.
(Vanessa Brunt)

Nesse abismo de solidão e tristeza me pego a pensar que não à por que viver, não há razão para acordar todas as manhãs e passar por todos os piores sentimentos já me incumbido. Não há motivos para causar tanta tristeza para outros, tenho o poder de livrar todos do mal que as causo, mas não tenho a coragem suficiente de acabar com o meu sofrimento e com os delas. Talvez eu seja um tolo egoísta, ou apena só um garoto solitário.

Há dias em que chove em mim. Nesses dias eu já acordo com os olhos molhados e a alegria completamente alagada, sinalizando que é impossível chegar até ela mas, eu não desisto, coloco uma esperança no olhar e sigo. Logo à frente eu sei que o sol voltará a brilhar em mim e a luz de um sorriso inteiro dissipará essa tempestade que se formou nos olhos meus.

Com o tempo a gente aprende que a vida além de justa é recíproca. Não há nada que você dê que não receba de volta.

⁠Há coisas que simplesmente não consigo dizer, travam a garganta, mas como eu amaria se você percebesse sem eu se quer tentar dizer.

Re Pinheiro

⁠“Existem pessoas raras, sentimentos nobres e almas puras… Ainda há sorrisos sinceros, abraços que curam, palavras que cicatrizam. Existe quem ama, sem falar em amor… Ah, existe sim!
Re Pinheiro

Não permita que a escuridão que há nos outros faça você duvidar da luz que há em ti.


HÁ DOIS MIL ANOS ATRÁS

Poeta Brithowisckys

Há dois mil anos atrás
Nas portas de Jerusalém
Uma multidão aclamava
O Rei nascido em Belém
Que trouxe uma nova Mensagem
Pro povo sedento e faminto
Mas Ele foi rejeitado
Julgado e condenado.
Estr. : ô ô ô ô
Há dois mil anos atrás
Nas ruas de Jerusalém
Uma multidão condenava
O Rei nascido em Belém
Ninguém aceitou sua mensagem
De paz para um mundo sem luz
Pregaram o Rei do universo
Nos braços de uma Cruz
Há dois mil anos atrás
Num morro em Jerusalém
Uma multidão assistia
A agonia do Rei de Belém
A Terra cobriu-se de trevas
O sol se negou a brilhar
Um gritou ecoou no universo
CONSUMADO TUDO ESTÁ!
Há dois mil anos atrás
Bem perto de Jerusalém
Puseram num túmulo sem vida
O corpo do Rei de Belém
A morte não pode vencer
O Rei que foi morto na cruz
Pois Ele ressuscitou:
Ele é Deus, Seu nome é Jesus
Há dois mil anos atras
Bem perto de Jerusalém
O Filho de Deus conquistava
O nosso lar no Além
Subiu às alturas dos céus,
E em breve há de voltar
Prepare o seu coração
Pois Cristo vem nos buscar!

Fazer você sorrir não é o mesmo que te fazer bem;
Nem todo sorriso é cuidado há sorrisos que distraem, mas não curam.