Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Não há quem tenha orado sinceramente sem aprender alguma coisa. ⁠

⁠Não há uma única contenda que não seja seguida por uma derrota.

Há formas de ir pra lama!⁠

Se há caminhantes, há caminhos.

Não há nada mais religioso do que a religião sem reflexão.
do livro Frases cristãs 9⁠

⁠Há muitas coisas que Deus deseja fazer, mas não o faz porque seu povo não ora.

⁠Não há nada comum ou insignificante na vida cristã.
do livro: Frases cristãs Vol.9

⁠Há sempre um "mas" neste mundo imperfeito, disse a Poeta.

Há um método na loucura, disse o filósofo. ⁠

Não há mágica para conseguir realizar um sonho. É preciso trabalhar para conseguir.
sfj,reflexões⁠

Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre-arbítrio, mas também nada de mais doloroso.

Fiódor Dostoiévski
Os irmãos Karamázov (1880).

Entre a palavra proferida e a ação executada, há um abismo.
sfj,pensamentos⁠

"Há dois tipos de amores: o que esvazia os olhos e o que transborda o coração."

"Há dias em que tenho medo do mar, do rio
Outros dias, já sinto vontade de mergulhar
Nadar até às profundezas
E me tornar parte das águas
É como me sinto:
Às vezes, calma
Outra hora, turbulenta
Às vezes, reluzente
E outra hora, tão escura"

No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.

Há uma armadilha refinada no caminho: a tentativa de usar a prática para se tornar uma versão mais controlada, mais equilibrada ou mais espiritual de si mesmo. Isso ainda é o ego operando em um nível mais sofisticado. A verdadeira transformação começa quando você percebe que não há ninguém ali para ser aprimorado, apenas padrões sendo vistos com lucidez.

Não há transição real entre ignorância e clareza - essa ideia só existe dentro da lógica da mente. O que parece um caminho é apenas o desgaste gradual das ilusões que impedem o reconhecimento imediato do que sempre esteve evidente. Nada novo é alcançado, apenas o falso deixa de se sustentar.

No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.

No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.

Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.