Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Há coisas indescritíveis e magníficas que só existem porque alguém ousou senti-las.

Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?

Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?


Essa cratera nada mais é que o descaminho, o retrato da nossa omissão cotidiana, que vai se normalizando. Se perpetuando.
Enquanto alguns seguem contornando, fingindo não ver.


Cuidado para
não cair no buraco.
Cuidado para não se perder.
Não é à toa que, quando o erro vira rotina, a queda deixa de assustar.
Condeúba precisa despertar,
para o começo de uma nova consciência,
ou esse abismo vai soterrar até a nossa dignidade.




Esse buraco vai acabar é engolindo a cidade.


E quando não houver mais escombro,
nem saída pra manter a evasão,
vamos entender, finalmente, que esse buraco nunca foi só no chão.

“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.

“Entre o que foi vivido e o que virá, há um intervalo sagrado: reconhecer o que deve morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.” - Leonardo Azevedo.

“Há regiões da mente onde a razão não falha por fraqueza, mas por excesso de lucidez; é ali que o homem se confronta com aquilo que prefere chamar de loucura.” - Leonardo Azevedo.

“Há verdades que não suportam o ruído do mundo; por isso se revelam em tom baixo, como quem sabe que a profundidade não precisa de aplauso, apenas de escuta.” — Leonardo Azevedo.

“Nem sempre a mente precisa adaptar-se ao padrão; há situações em que a sociedade precisa aprender novas formas de aceitar e compreender suas singularidades.” - Leonardo Azevedo.

⁠“Há feitos que nascem na solidão, espinhos cravados pela ausência. Outros florescem na solitude, raízes profundas no silêncio escolhido.”

⁠“Mesmo no abismo do medo, há uma luz sutil apontando o caminho. Mude o foco do olhar.”

⁠“Há gritos que só o silêncio consegue traduzir.”

Há quem pense que morrer é o fim; eu não penso assim!
A morte é uma porta de passagem que se abre para o mundo que escolhemos enquanto vivos estivemos sobre esta terra.
Morrer é apenas passar, passar desta para melhor, ou para pior, quem sabe?!
Nildinha Freitas

Há uma verdade incômoda que poucos têm coragem de encarar: a maioria das pessoas não vive, apenas reage. Seguem padrões, repetem pensamentos herdados, obedecem medos que nunca questionaram. Chamam isso de destino, quando na verdade é ausência de consciência.


Essa visão não pede fé cega exige lucidez.


Ela revela que a luz não vem de fora para te salvar. Ela nasce quando você ousa olhar para dentro sem filtros, sem desculpas, sem máscaras. Quando você encara suas próprias sombras e percebe que o maior cárcere nunca foi o mundo… foi a sua própria mente condicionada.


Ser livre não é fazer o que quer. É não ser controlado pelo que te limita.


A maioria espera um sinal, uma oportunidade, um “momento certo”. Mas o momento certo é uma ilusão confortável para quem teme agir. O poder real sempre esteve no agora na decisão consciente, firme, inegociável.


Não é sobre rebeldia vazia. É sobre a ruptura com a ignorância. É sobre recusar viver no automático. É sobre assumir a autoria da própria existência, mesmo que isso custe o conforto de pertencer ao comum.


Isso exige algo raro: responsabilidade total.


Sem culpar o passado.
Sem terceirizar o futuro.
Sem negociar com a própria consciência.


Você não é vítima do mundo.
Você é reflexo daquilo que tolera, alimenta e repete.


E aqui está o ponto que transforma tudo:


Tudo o que você não domina… te domina.


Seus pensamentos.
Seus hábitos.
Suas emoções.
Suas decisões adiadas.


O caminho não é externo. Nunca foi.


É interno, silencioso e muitas vezes solitário.


Mas é nesse caminho que você deixa de ser espectador da própria vida… e se torna criador.


Então a pergunta que permanece não é espiritual, filosófica ou abstrata.
É direta:
Você vai continuar sendo conduzido…
ou finalmente vai assumir o controle?

O amor genuíno pelos animais se manifesta quando não há exploração, escravidão, aprisionamento ou utilização deles como vigias para residências. Amar um cavalo não significa montá-lo e forçá-lo a te transportar; isso não é amor, é exploração!⁠

A ofensa gratuita é como uma fratura óssea: a recuperação é um tanto quanto morosa.
Há enxerto ósseo das emoções e/ou pinos das opiniões de outrem…
No final, você nunca mais será o mesmo.

“Há uma ironia silenciosa na existência: aquele que se sente perdido muitas vezes já se tornou farol na travessia de outro.” - Leonardo Azevedo.

Em cada sessão há um milagre:
ao dividir a chama,
o Venerável multiplica a luz —
como acontece com o Amor.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

Há uma beleza que não se deixa pisar; ela apenas mergulha para mudar de cor.
​Enquanto o mundo pisa no que cai, a água acalenta o que afunda; a planta não vira pó, vira segredo submerso.

Estações da alma

O fim não existe
enquanto há vida.


Encaramos muitos finais,
mas em cada um deles
nasce a oportunidade
de recomeçar.


Assim como as estações
mudamos ao longo da vida.


E por mais que existam
outonos e invernos,
verões e primaveras
sempre retornam.


Enquanto há vida, recomece.
Enquanto há vida, viva.
Enquanto há vida, aproveite.


Pois enquanto houver vida,
as primaveras sempre voltam

Há momentos em que tudo parece frio e difícil.
Ainda assim, permanecer de pé é coragem.
Insistir também é fé.