Ha como eu Queria q ela Soubesse
Não há caneta que seja capaz de escrever o futuro de alguém, nem borracha que possa apagar o que está escrito!
Tenho a chave pra ir e voltar quando quiser
Não há cena de filme me esperando na esquina
"Paisagem paradisíaca"
Contendo lágrimas aquarrágicas sem colher e química
Não posso ver estrelas no céu se a noite está chuvosa. Mas posso ver os raios da tempestade que há em mim.
O novo assusta, o novo subverte as certezas, compromete as estruturas de poder e dominação há muito vigentes.
Momentos
Tempestades vividas
Sorrisos escondidos
Lágrimas caídas
Momentos há muito esquecidos
Sonhos passados
Planos despedaçados
Quando eu pensei não mais amar
Quando eu deixei de acreditar
Como uma tempestade aconteceu.
Rápida, envolvente e, completamente inesperada
Laços de ternura que me confortam
Me levam aos mais longínquos cantos da minha mente...
Por onde anda a minha razão?
Perco o fôlego
Palavras somem da minha boca.
Hoje vejo tudo claramente.
Tudo o que eu quero é viver este momento intensamente
Como eu queria ser o senhor do tempo!
O senhor da razão e de todo o alento.
Para que, este momento jamais se fosse!
Que assim seja!
Alegrias e sorrisos sempre!
Tudo o que quero em minha vida...
De tanto querer estar, acabei me afastando. De tudo que nós vivemos, não há nada que esqueci. Chorar, por que existe Isso? Por que existe sofrimento? Queria que tudo fosse mais simples, nosso amor... minha vida. Queria poder te abraçar e beijar em público, sem medo que alguém fosse nos repreender. Queria poder passar a noite observando as estrelas, com você. Queria acordar e poder te dar um beijo. Queria que nosso amor fosse possível.
É necessário concretar em base mais firme aquela vontade que foi semeada há tanto tempo e que se mantém estável, mas ainda instável em certeza de que vá frutificar.
by/erotildes vittoria
Há pedaços de mim que são refeitos com a cura infalível do amor. Mas, essa cura só é infalível, quando esses pedaços de mim formam, através do amor, um todo, deixando o mesmo invadir-me por completo.
Há coisas que o brasileiro ainda faz bem: jejum, jogar futebol, fé na mega sena. Entretanto, há uma coisa, que muito brasileiro não faz: sentido.
Moça, sai da sacada
Você é muito nova pra brincar de morrer
Me diz o que há, o quê que a vida aprontou dessa vez?
Venha, desce daí
Deixa eu te levar pra um café, pra conversar
Te ouvir
E tentar te convencer
Que a vida é como mãe
Que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais
Pois sabe que faz bem
E a morte é como pai
Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar
Como se não houvesse amanhã
Moça, não olha pra baixo
Aí é muito alto
Pra você se jogar
Vou te ouvir
E tentar te convencer
(Somos programados pra cair)
Que a vida é como mãe
Que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais
Pois sabe que faz bem
E a morte é como pai
Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar
Como se não houvesse amanhã
Mas, tudo bem, nem sempre estamos na melhor
Moço, ninguém é de ferro
Somos programados pra cairrrrr
O que há atrás dos olhos que vêem, cada tom, cada sabor, cada textura, cada vibração, cada música sem som, todo som sem música, uma bela salada de frutas,sem frutas, sem sabor, sem tom, com textura, sem vibração, com todo som, com toda música.
Há pessoas, de fato, especiais !
humanas, amigas e amadas,
não as esqueceremos jamais
enquanto a vida nos for dada !
Há coisas que podem ser ditas apenas no silêncio da alma
pois são expressivas demais...
Talvez se forem ditas, os ouvidos não seriam capazes de entendê-las em sua essência.
Há uma Luz que sempre me guia
e me ajuda todos os dias a levantar.
Chama-se: DEUS .
Não há mal no mundo
que consiga me derrubar
Se arrependimento matasse...
Se arrependimento matasse...
— e não mata, isto é certo,
há muito eu estaria morto
e o mundo seria um deserto.
Se arrependimento matasse...
este mundo estaria vazio
como o leito de um seco rio
que corre pra lugar nenhum.
Se arrependimento matasse...
este mundo seria um porto
de onde todos já tivessem partido
e mais nenhum navio ancorasse.
Se arrependimento matasse...
e se morrendo eu devolvesse
a vida de quem eu amasse
e que mesmo assim eu roubasse,
eu já teria morrido.
Se arrependimento matasse...
e estando morto eu devolvesse,
eu já teria devolvido
a vida de quem eu tirasse,
de quem tanto queria viver,
de quem jamais esperasse
o que eu lhe pudesse fazer.
Se não me faltasse a coragem
e não sobrasse a covardia,
eu teria feito a minha viagem,
escolhendo a hora e o dia.
Se eu pudesse ir embora
na hora em que bem quisesse,
se pedindo Deus me desse
escolher o dia e a hora
pra que Ele me levasse,
pra que daqui me mudasse,
mortalmente arrependido
eu já teria partido.
Deste mundo teria ido,
pra outro lado fugido,
com a alma plena de euforia
só por ter restituído
o prazer e a alegria
pra vida de quem eu amasse.
E mesmo que pra sempre eu perdesse
seu amor pra quem o merecesse
mais do que eu tenha merecido,
pra quem a soubesse amar,
pra quem a sua vida respeitasse,
como eu não soube respeitar,
há muito eu teria morrido.
Se arrependimento matasse...
— e não mata, isto é certo,
há muito eu estaria morto
e o mundo seria um deserto.
- CASA DO COMENDADOR -
Naquela casa esquecida
Há janelas de saudade
Um brasão desenhado
E uma história perdida
D'um morto consagrado.
Pássaros sem asa
Olhares sem vida
Gente que sofreu
E quem por lá passa
Diz: "A casa morreu!"
O tempo falou
Nas paredes caladas
Mas a Alma da casa
Em nada mudou!
Alguém a abraça ...
Retornou o passado,
A casa renasceu!
E numa hora estranha
Viu-se a Tez do Fidalgo
Dom Infante Paçanha.
Poema ao Solar brasonado de Dom Infante Paçanha no centro histórico de Ferreira do Alentejo.
Senzala do amor
Acorrentado, não posso fugir,
Não há janelas, as portas fechadas,
É minha prisão, rústica e abafada,
Total é o desconforto, nada a contemplar,
Ouço lá fora, o canto dos pássaros,
Eu sei que estão felizes, livres a voar.
Liberdade, liberdade, ah! sonho meu!
Enquanto isso, eu estou aqui.
Somente eu.
Amanhece o dia, ouço movimentos,
Talvez humanos, ou desumanos, não sei.
Só sei que lá fora, o que me espera,
Não é minha amada, minha namorada, certeza não é.
O que me espera, nada desejado,
Somente a jornada,
Trabalhos, trabalhos!
Ah! Minha vida, será que eu vivo?
Não sei, nada mais sei.
Só sei que lá fora, me espera a lei.
A lei que tirou, minha liberdade,
Que também tirou, de mim minha amada.
Que não mais à vi.
Porém o amor,
No meu peito ficou,
Ninguém o arrancou,
Meu direito de amar.
Muito embora que a sorte,
Forte como a morte,
Me trancafiou,
Em masmorras de dor,
Na senzala de horror.
Porém, no entanto,
Fiz em meu coração,
Suave canção.
E um lugar reservado,
Pra abrigar minha amada,
A senzala do amor.
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