Guerras
Afaz com o silêncio
capaz de acabar com guerras
Mas se aperras as pás e serras
soterras às contumácias
segues crente, agraz e as massas
pé na terra, pena é atolaz
atolado de tarefas
não suportas a própria fera
que da tua mente não desterra
dependente desapraz
faminto por vícios, é edaz
desenterra desculpas, é loquaz
de repente, num piscar de olhos
senta-se cansada de ser leva-e-traz
pára com a luta, para ficar em paz.
Todos os conflitos racionais e todas as guerras sociais se findam perante a máxima do equilíbrio! Infelizmente não somos seres equilibrados e nossa balança só pende para o lado certo: O nosso!
O que é o terremoto, senão a Terra tentando se acomodar confortavelmente?
De todas as calamidades que se abateram sobre o Século XX, além das duas guerras mundiais, a expansão da educação universitária nos anos cinquenta e sessenta é a mais duradoura. É um mito a crença de que as universidades são o berço da razão. São o abrigo de todo tipo de extremismo, irracionalidade, intolerância e preconceito; um lugar onde o esnobismo intelectual e social é propositadamente instilado e onde professores passam para os estudantes os seus próprios pecados de orgulho. A nova forma de totalitarismo – a Mentalidade Politicamente Correta – é, inteiramente, uma invenção universitária .
No futuro as guerras substituirão os gatilhos por teclas, as balas por ondas radioeletrônicas, as baionetas por raios, os estrondos pelo quieto, o sangue por cinzas, os gritos pelo silêncio e a morte não será mais, talvez, um medo, mas uma necessidade
Guerras
Talvez nunca se tornem "corretas"
Mesmo quando ocorrem por razões consideradas certas.
Mas o que é o certo?
O certo é aquilo que protege a maioria de um povo incorreto.
O certo é um conceito dominado por pessoas que infelismente não aceitam a opnião de um "malvado"
Falando em malvado, o que é o errado?
O errado é o conceito de um autor condenado
O errado é o principio de um povo injustiçado
Não existe lado certo
Não existe lado errado
Existe um conceito difamado
Criado por um rei destronado
Obrigado a mudar para um principio maculado
Guerras
Talvez nunca se tornem "corretas"
Mas isso não importa
Pois o certo é aquele que o errado derrota.
Todas as guerras e tristezas do mundo provêm da falta de tolerância.
Não é a distância em quilômetros que separa o homem do homem, mas o que está em seu coração.
by/erotildes vittoria (@ Jumpvit) 2012
De todas as guerras existentes, a que você deve mais se preocupar, temer e investir para ter êxito, é a guerra do seu interior; isso mesmo, você mesmo.
Entremos em conexão:
Razão, emoção, sentimentos, lembranças, coração, todos votam por uma decisão, mas quem decide é a mente; então, cuide bem dela; a edifique para ser sábia!
Existem mais guerras que amor no mundo,
por que o amor não dá dinheiro. O amor da paz. E a paz impede a guerra. Que dá dinheiro.
Olhando o Japão na copa me veio a mente; este são os índios asiáticos que sobreviveram as guerras, aos terremotos, com sua escrita cheia de símbolos, são índios mesmo, e índios que dominam a tecnologia mundial hoje, é se não fossemos tão tropical e se não tivéssemos tanta riqueza, poderíamos ser como eles, livre desta corrupção que mesclou e colonizou com mão grande nossa nação brasileira.
Ódio em tempos de Likes.
A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra.
Se há algo de humano é a agressividade "gratuita", talvez não tão gratuita. Freud nos sinalizou que o ódio antecede o amor, que o desconforto está na origem e assim o ódio ao desconforto. O amor vem depois, quando encontramos algum aconchego.
Em um mundo que já passou o ser e ultrapassou o ter, nos resta aparecer. E quando a vida, as circunstâncias, a sociedade, ou a família nos impede de nos vermos como gostaríamos, nos resta odiar.
Como diz Sandra Niskier Flander:
"Então, se, constitutivamente, o ódio vem primeiro, por outro lado ele desponta como o resultado da constatação de uma deficiência do Outro em suprir aquilo que o sujeito lhe demanda."
Cultivamos o amor a aparência, não só estética, mas a aparência de prazer, de sucesso, de satisfação. E quando o outro está mais à frente do que a gente acha que deveria estar, nos resta o ódio, a inveja e o rancor de não poder (se) amar.
Bruno Fernandes Barcellos
Psicólogo Clínico - CRP:05/39656
Atendimento para adultos e idosos.
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A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra.
