Grilhões
Se desvencilhar dos grilhões no qual foi vítima por pertencer ou ter escolhido viver e conviver nessa realidade de toxidade e inadequações de comportamento e negatividade é o caminho da sua evolução, do seu desenvolvimento pessoal.
Sobre Grilhões Contemporâneos:
Não há sentido em tentar viver uma perfeição humana inexistente para agradar seres imperfeitos.
"Se não se libertares dos grilhões que você mesmo impõe em sua vida, ainda se viveres mil anos e não deixares o teu legado, serás sempre um servidor da tua própria escravidão."
Eu sou cristão e sou protestante. Cristão porque acredito que Deus pode quebrar os grilhões que prendem sua alma. Protestante porque acredito que a reforma política pode quebrar os grilhões que prendem sua cidadania.
Aguda sapiência
Destrua os grilhões que te prendem
Plenamente estás liberto da quimera
Os impostores finalmente se rendem
Ao teu gênio impetuoso de pantera
Romance sem as luzes apagadas
Pois não há nada para esconder
Casais andando de mãos dadas
Para que todo mundo possa ver
Fale em público em alto e bom tom
Assim serás por uns quantos notado
Não se esqueça de aumentar o som
Quando o teu hino de vida for tocado
Boa ação sem exigir dividendos
Afinal o caráter é o maior lucro
Distribuir sinceros cumprimentos
Sendo a humildade um invólucro
Atire o projétil da aguda sapiência
De modo que finde a ignorância
Combata a popular maledicência
Proferindo discursos de relevância.
Sua indagação feita de mentiras, nunca será tão boa quão aquela forjada sobre os grilhões da verdade.
“Desfaço, pouco a pouco, os grilhões da vaidade e caminho descalço entre as sendas das ideias e os templos dos ideais.”
”A queda é destino de quem ergue impérios sobre grilhões. A liberdade, ao contrário, floresce na leveza de quem compreende o fim e ainda assim escolhe o amor.”
Muitas vezes os grilhões que nos prendem e escravizam não passam dos grilhões da nossa própria ignorância, a qual nos cegava e não permitia enxergar o quão livres éramos, antes de, imprudentemente, nos arvorarmos em re evolucionários, pedindo a volta da ferrugem.
Criar, colocar algemas e grilhões em você mesmo; ser prisioneiro em cela sem tranca; ser seu próprio refém; viver num purgatório; sem dúvida: é um prisioneiro da mentira. Não é uma alma perdida, pois padecer com estes sentimentos e sensações, seu caráter não naufragou. Não sairá ileso, terá perdas e dolorosas feridas, mas será resgatado e liberto ao assumir uma iluminada senhora: a verdade!
"A liberdade me atenta, com doçura me cerca.
Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela.
Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela.
No fim, não existia magia nas estrelas cadentes, eram só pedras.
Roguei ao brilho, para me fazer estar junto dela.
A paixão, inspira parvos devaneios e certezas sobre coisa incertas.
A paixão é o flagelo dos poetas.
A felicidade mora nos lábios dela.
Templo de perdição, onde o meu eu, incompleto, se completa.
Já é tarde, acabou nosso tempo, me cansei das batalhas, perdi essa guerra.
Um clima lúgubre, tomou conta de nós, logo nós, que éramos festa.
Prisioneiro do seu amor, vem a liberdade e me atenta e com doçura me cerca.
E novamente, derrotado, não evito tais mazelas..."
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