Grandes Pensadores
Quem financia o comunismo é o mercado - sistema de trocas voluntarias de bens e serviços - que Marx pejorativamente apelidou de capitalismo. O inimigo do comunismo não é o capitalismo, é o cristianismo.
Karl Marx só esqueceu de prever a alienação do homem sobre o amor. Ele transfere o amor pra outra pessoa, achando que é da mesma, quando na verdade, o único amor em movimento é o amor próprio. Em alguns casos, ele achava que o sentimento era próprio, mas não era dele e acaba indo de encontro a pessoa certa. Resumindo : Baboseira de consciência coletiva.
Tributo a Karl Marx:
A religião é uma consciência invertida do mundo.
É a lente invertida da realidade social.
A religião é o protesto contra a miséria real. É o suspiro do oprimido.
A supressão da religião como felicidade ilusória do povo é a exigência da sua felicidade real.
A exigência de que abandonem as ilusões acerca de uma condição, é a exigência que abandonem uma condição que necessita de ilusões.
O fenômeno da expansão das religiões é essencialmente um sintoma de uma problema estrutural das sociedades. A religião é o ópio do povo, mas também é o índice do sofrimento do ser humano, das minorias. Ela é um produto histórico, sintoma do capitalismo, como outra manifestação religiosa antes foi do feudalismo, e antes do escravismo, e por todo tempo, representando o sofrimento dos nossos tempos. Em vez de nos libertar, nos aprisiona.
"A religião é o ópio do povo" é uma célebre citação de Karl Marx (1843-1844), usada para criticar o papel da religião na sociedade. Marx a descreveu como uma forma de "ilusão" que alivia o sofrimento causado por condições opressoras, agindo como um consolo passivo que impede a ação revolucionária, funcionando como um "ópio" para entorpecer a dor das massas.
Karl Marx (1818-1883) mostrou a alienação dos indivíduos que não ficam com o produto de seu trabalho e que o Homem se fez e se faz no trabalho, desde quando o polegar mudou de lado e com a pega consegue dominar a Natureza. Para Marx, os proletários, os assalariados, vendem-se aos poucos, na medida da entrega da força de trabalho e recebe sua recompensa, o que, muitas vezes, nem garante a sobrevivência.Outras pessoas vendem sua própria carne, prostituindo-se. O resto da gentalha, quando não têm a mente na cabeça da genitália, vende a mente, o espírito, a alma, o seu próprio ideal para o “diabo”, ou usam-na para o mal.
Digo um Marx
A principal característica do contexto capitalista e de produção de bens, é que os meios de produção estão sob o controle de um proprietário privado, os meios de produção são objetos de uma propriedade privada.
Pierre-Joseph Proudhon
O Homem se fez e se faz no trabalho como disse Marx, não o Luther King Jr.
O Homem se fez e se faz no trabalho e, quando ele não detém o fruto do seu trabalho, este é furtado ou transferido ao outro e aí o gerador da riqueza se aliena. Igual padeiro que não tem pão em casa, o pedreiro que é sem teto, o boia-fria que é um sem terra, que não é de deus nem do diabo que não existem, mas do Homem, porém planta, colhe e passa fome.
Na sequência do raciocínio lógico, o dinheiro não dá em árvore, sempre alguém tomou de alguém e quem tem uma casa sobrando e vive da renda dela por aluguel, na realidade está roubando a renda do outro.
Foi Pierre-Joseph Proudhon que consagrou o chiste: "a propriedade privada é um roubo". E, foi que Karl Marx quem melhorou: "proletários do Mundo, uni-vos! Vós não tem nada a perder exceto os seus grilhões".
Leia Isso Marx
Trabalhei de graça
Não achei graça
Fiz a obra toda
Mas parece uma desgraça
Atrasado o capital
Na mente o Capital
Fui à Capital
A dívida cresce, um monstro voraz
Que a alma consome, em dor atroz
Noites em claro, um tormento sem paz,
O futuro incerto, um vazio feroz
O suor vertido, em vão se esvai
A recompensa, um sonho distante
A corda aperta, a esperança se vai
E a angústia domina, num instante
Mas a força reside, em cada fibra
A resiliência, um escudo tenaz
Ergue a cabeça, não te entregues à libra
A luta continua, a vitória se faz
"Os Bobo Útil!?sempre será o capacho e a sola do sapato de Marx..."assim como Stalin e outros Bobos Úteis foram a destruição de milhões de pessoas do Nosso planeta;e ainda alienar a mente de jovens ao uma liberdade controlada pelo estado e o pensamento Gabarola de pensadores modernistas fracassados com sua motivação falida...."
Diante de si, o homem encontra a Natureza, tem possibilidade de dominá-la e tenta apropriar-se dela. Mas ela não pode satisfazê-lo. (...) Ele só a possui, consumindo-a, isto é, destruindo-a. Nesses dois casos, ele continua só.
A relação dos dois sexos não é a das duas eletricidades, de dois pólos. O homem representa a um tempo o positivo e o neutro, a ponto de dizermos 'os homens' para designar os seres humanos ... A mulher aparece como o negativo, de modo que toda determinação lhe é imputada como limitação, sem reciprocidade.
A arbitrariedade das ordens e das proibições com as quais me confrontava denunciava-lhes a inconsistência.
Escravidão: esse fenômeno é consequência do imperialismo da consciência humana que procura realizar objetivamente sua soberania.
A vida conserva um valor enquanto atribuímos valor à vida dos outros, através do amor, da amizade, da indignação, da compaixão.
Um homem não deveria chegar ao fim da vida com as mãos vazias e solitário.
Quando compreendemos o que é a condição dos velhos, não podemos contentar-nos em reivindicar uma “política da velhice” mais generosa, uma elevação das pensões, habitações sadias, lazeres organizados. É todo o sistema que está em jogo, e a reivindicação só pode ser radical: mudar a vida.
O homem não vive nunca em estado natural; na sua velhice, como em qualquer idade, seu estatuto lhe é imposto pela sociedade à qual pertence.
O homem tem toda vantagem em fazer endossar por Deus os códigos que fabrica: e, particularmente, como exerce sobre a mulher uma autoridade soberana é útil que esta lhe seja conferida pelo ser soberano. Entre os judeus, os maometanos, os cristãos, entre outros, o homem é senhor por direito divino: o temor a Deus abafará no oprimido toda veleidade de revolta.
Isso é o que caracteriza fundamentalmente a mulher: ela é o Outro dentro de uma totalidade cujos dois termos são necessários um ao outro.
Nenhuma mulher deve ser autorizada a ficar em casa para criar os filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, precisamente porque, se houver essa escolha, muitas mulheres a farão. É uma forma de forçar as mulheres em uma determinada direção.
