Grandes poesias sobre Vida
“Vivendo em paz, porque sei que minhas intenções são boas, meu coração é puro e tenho princípios e valores.
Então, eu nunca perco nada.”
“Eu ia me vingar, mas lembrei que você vive de aparências, tem trauma, vazio interno e precisa mentir para ter alguém.
A vida te odiou primeiro.”
Entre a amizade e o amor: um dilema silencioso
Depois de viver um amor, o homem descobre que ficar sozinho não é só silêncio, é também aprendizado. Ele começa a se acostumar com a própria companhia, mas percebe que a vida fica mais suave quando aparece uma amiga presente, aquela que está ali no dia a dia, que escuta, que se importa.
E é aí que mora o problema: o coração dele, carente de afeto, acaba se apaixonando. Não por uma fantasia, mas pelo cuidado real, pelo jeito simples de estar junto. Só que, muitas vezes, para ela, ele continua sendo apenas “o amigo”.
O paradoxo dói: o homem que cuida não é visto como parceiro, e o parceiro que ela deseja pode não cuidar como o amigo cuida. Ele passa a medir todas as outras mulheres pelo carinho dessa amiga, e nenhuma parece suficiente. Ela, por sua vez, guarda o amigo no espaço seguro da amizade, sem nunca enxergá-lo como homem.
Talvez não exista saída fácil. Talvez seja preciso aceitar que nem todo carinho precisa virar romance. A amizade já é uma forma de amor, um amor sem posse, sem cobrança, que floresce na liberdade. E quem sabe, ao aprender a valorizar isso, o homem abra espaço para que outro amor, verdadeiro e recíproco, apareça no caminho.
A SABEDORIA DE VIVER
Silenciar diante das provocações é sinal de sabedoria, não de fraqueza. É escolher não descer ao nível de quem tenta tirar sua paz.
Ter bravura é enfrentar as dificuldades da vida com firmeza, mesmo quando o medo existe e as forças parecem faltar.
E cultivar a paciência é compreender que nem tudo está sob nosso controle e que algumas batalhas não dependem da nossa vontade, mas do tempo e das circunstâncias.
Tenha serenidade para não reagir a tudo, coragem para não desistir diante das dificuldades e sabedoria para aceitar o que não pode mudar.
Porque a verdadeira força não está em controlar o mundo ao seu redor, mas em não permitir que ele destrua a paz que existe dentro de você.
Uns não evoluíram e culparam o meio em que vivem. Culparam as pessoas com quem andam e aquelas com quem um dia caminharam.
Outros não evoluíram e culparam os próprios familiares, esquecendo-se de que nem sempre podemos escolher de onde viemos, mas podemos decidir para onde queremos ir.
Uns perderam-se pelo caminho e culparam a falta de oportunidades, como se o amanhã não fosse também construído pelas decisões de hoje.
Outros caíram e culparam a ausência dos «nãos» que nunca tiveram coragem de dizer, habituados a dizer «sim» até mesmo àquilo que os destruía.
Uns ficaram perdidos no tempo, culpando as distrações que, outrora, eram o auge dos seus prazeres e a fonte da sua felicidade.
Há ainda aqueles que continuam à procura de si mesmos, enquanto vivem uma vida repleta de milagres que não conseguem reconhecer.
E existem outros que permanecem de braços cruzados, confiantes nas oportunidades que o amanhã poderá oferecer, esquecendo-se de que o futuro não se constrói apenas com esperança, mas também com atitude, coragem e acção.
Lidar de modo significativo com o tema da morte.
Vivemos orientados para o futuro: metas, projetos, desejos, legados; minha formulação do ‘sentido preferível’ que nos move e outros direcionamentos que virão.
é UMA luta por dia.
E SE QUISER.
há dias em que viver
é um verbo empurrado pr’amanhã.
a gente acorda no ontem,
carregando restos que viraram peso,
pendurando no corpo memórias mal digeridas,
ressacas de um tempo que não soube parar.
corre no hoje,
com o coração batendo metas,
com a cabeça tropeçando nas horas,
com a alma tentando lembrar que ainda é manhã
mas já se cobrando como se fosse tarde.
e só entrega no depois –
no depois que nunca chega inteiro,
porque quando chega
já virou mais uma tarefa vencida,
mais um alívio breve,
mais um acúmulo na agenda da exaustão.
o corpo levanta,
mas a alma ainda dorme –
ou melhor,
a alma continua trabalhando
enquanto o corpo finge que descansa.
tudo exige,
cobra,
grita,
empilha tarefas como quem empilha pedras
nas cachoeiras ‘marasmas’.
não há pausa,
não há freio,
não há colo.
só uma esteira que gira
e gira
e gira,
até que vem a vertigem
e a gente esquece
de onde veio
e sequer sabe
pra onde vai.
a vida virou isso:
uma dialética sem síntese.
uma luta sem trégua.
uma demanda que gera outra,
e mais outra,
e mais outra…
até o infinito de um dia comum.
preciso acordar amanhã cedo.
[são 2h37 da madrugada]
e o sono se recusa a vir deitar comigo.
e mesmo o descanso
[quando vem]
chega culpado,
envergonhado,
pedindo licença
num lugar onde o silêncio é luxo
e o cansaço é fraqueza.
mas ainda assim,
às vezes,
há brechas.
um café que se toma mais lento,
uma rega nas plantinhas com amor,
um vento no rosto,
um canto de passarinho
que rompe o pedido de pressa.
nessas fissuras do tempo,
a gente lembra:
sentir cansaço também é estar vivo.
não dar conta também é verbo.
parar também é verbo.
existir não é produção.
e talvez a revolução
seja, primeiro,
descansar.
então,
amanhã,
lutarei apenas UMA luta,
E SE QUISER.
A geração que sente, mas não demonstra
Estamos vivendo em uma geração que sente falta, mas não procura; gosta, mas não demonstra; tem tudo nas mãos, mas não sabe valorizar.
Uma geração que, muitas vezes, prefere o orgulho ao abraço, o silêncio à conversa e a distância a um simples pedido de desculpas.
Erra, mas não pede perdão.
Machuca, mas espera que o outro compreenda.
Perde, mas só percebe o valor quando já não pode recuperar.
E talvez uma das maiores tragédias seja esta: deixar a ignorância falar mais alto que o afeto e o orgulho ser maior que a vontade de preservar alguém.
Quantas histórias poderiam ter terminado de outra maneira se alguém tivesse dito:
“Eu errei.”
“Senti sua falta.”
“Você é importante para mim.”
“Vamos conversar?”
A vida é curta demais para transformar sentimentos em silêncio e pessoas importantes em saudades.
Porque, no fim, algumas perdas não acontecem por falta de amor.
Acontecem porque alguém preferiu ter razão quando deveria ter tido humildade.
E quando a pessoa finalmente entende isso, às vezes já é tarde demais: há portas que o orgulho fecha que nem o arrependimento consegue abrir novamente.
MENDIGOS ELEITORAIS
Mendigos eleitorais são aqueles que não se informam o suficiente, mas vivem convencidos de que o governo lhes dá tudo de graça. São ignorantes que não percebem que pagamos impostos até sobre uma bala. Então, anotem aí, o governo não produz dinheiro por milagre, ele apenas administra o dinheiro que arrecada da população. E, se vocês apoiam um governo corrupto simplesmente porque ele lhes oferece alguma facilidade, saibam que são tão ordinários quanto aqueles a quem, a cada quatro anos, vocês entregam o voto.
Mundo
Vamos tentar viver no meu mundo...
Se não der certo, viveremos no seu.
E, se ainda assim não conseguirmos,
construiremos o nosso próprio mundo.
Sonho artificial
As pessoas vivem aprisionadas a um padrão social, alimentando crenças limitantes e, em nome delas, se autodestroem. Vivem uma vida que não existe — um sonho artificial, distante da verdade. Tornam-se artistas impecáveis, encenando papéis que não lhes pertencem, enquanto renegam quem, por coragem ou necessidade, ousou sair do roteiro.
Isso não é poesia. É assustador. São pessoas que se colocam em pedestais frágeis, julgando, ferindo e apunhalando o outro, enquanto batem no peito para se autoproclamar honestas e dignas. Mas a verdade é dura: a maioria — talvez todos, não sei — são apenas covardes. Covardes demais para abandonar a zona de conforto, para lutar pelo que querem, para assumir o que amam.
No fim, essa omissão também vira crime. Crimes silenciosos ou explícitos, como os cometidos pelos pais dessa menina de 15 anos. Porque nem todo pai é pai de verdade. E, da mesma forma, nem todo humano é humano de verdade.
Hoje vivemos em busca da validação do mundo, mundo esse que crucificou alguém prefeito ...
R&F Perazza.'.
O problema da cobra é que ela tem uma visão ruim, por isso vive mostrando a língua...
Deus dá-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
Perazza .'.
Viver preocupado é como achar que Deus vai falhar.
Então se sinta grato sempre como se tudo já tivesse dado certo, porque Deus sabe o que faz...
Deus daí me, fortaleça minha fé para cumprir a tua vontade Paí.
Perazza .'.
Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.
Alexandre, o pequeno príncipe. Viveu tão pouco, e talvez tenha sofrido mais do que o tempo que lhe foi concedido poderia justificar. Partiu antes de conhecer a vastidão do mundo, antes que a vida lhe revelasse suas infinitas contradições, suas descobertas inesperadas, seus prazeres efêmeros e suas dores inevitáveis. Não conheceu tantas pessoas, tantas tecnologias, tantas possibilidades que ainda estavam por nascer diante de seus olhos. O futuro permaneceu para ele como uma biblioteca cujos livros jamais seriam abertos, um universo de experiências suspensas na eternidade daquilo que não aconteceu.
Havia tanto por descobrir, tanto por experimentar, tanto por compreender. A humanidade continuaria reinventando seus brinquedos, seus desejos, suas máquinas e suas ilusões. O mundo mudaria de pele inúmeras vezes, enquanto Alexandre permaneceria para sempre na imobilidade de sua breve existência, alheio às revoluções que transformariam o cotidiano e aos pequenos milagres que aprenderíamos, pouco a pouco, a considerar banais.
Talvez tenha sido melhor assim. Há sofrimentos que a brevidade interrompe, tormentos dos quais a eternidade dos dias não nos oferece garantia de libertação. Talvez a vida, em sua inexplicável indiferença, lhe tenha poupado de algumas das crueldades que ainda estavam por vir. Ou talvez essa seja apenas a maneira imperfeita com que os vivos tentam reconciliar a razão com a injustiça de uma partida prematura.
Porque existe uma crueldade particular em morrer cedo: não apenas a de perder a vida, mas a de perder todas as vidas que poderíamos ter vivido dentro dela.
Alexandre, o pequeno príncipe, não chegou a conhecer o mundo inteiro. Mas o mundo também jamais saberá quem ele poderia ter sido. E talvez seja essa a tragédia mais silenciosa de todas: não sabermos apenas o que perdemos, mas tudo aquilo que nunca terá a oportunidade de existir.
Talvez, tenha sido melhor para o mundo.
✔ Você nunca conseguirá viver em seu passado.
✔ Nem tão pouco lá no futuro distante.
✔ Você só tem, seu tempo presente, para...
Extrair de seu passado experiências.
✔ E pavimentar a sua estrada para o seu futuro, tudo isso no seu agora.
✔ Então desperte, pare de viver com expectativas.
🤝🏽 Mãos a obras.
Às vezes, a saudade não é apenas da pessoa.
É da história que imaginamos viver ao lado dela.
É dos planos que criamos em silêncio, das conversas que nunca aconteceram, dos lugares que sonhamos conhecer juntos e da vida que o coração começou a construir antes mesmo de a realidade confirmar que ela existiria.
E é importante entender essa diferença.
Nem sempre sentimos falta de quem a pessoa realmente foi. Muitas vezes, sentimos falta daquilo que acreditávamos que ela poderia se tornar.
O amor cria expectativas.
Mas a maturidade aprende a olhar para a realidade.
Quando alguém entra em nossa vida, é natural enxergar seu potencial. No entanto, relacionamentos não são construídos sobre promessas, possibilidades ou versões idealizadas de alguém. Eles se sustentam nas escolhas diárias, na presença, na reciprocidade e no compromisso.
Por isso, faça uma pergunta sincera a si mesmo: você sente falta da pessoa que ela demonstrou ser ou da pessoa que você esperava que ela um dia se tornasse?
A resposta pode transformar a maneira como você enxerga essa história.
Proteja o seu coração sem endurecê-lo. Continue acreditando no amor, mas permita que o tempo revele quem merece caminhar ao seu lado.
Os sonhos são importantes.
Mas a paz nasce quando deixamos de amar apenas o que imaginamos e aprendemos a valorizar aquilo que a realidade nos mostra.
Porque o amor saudável não nos convida a viver de expectativas.
Ele floresce no encontro entre duas pessoas que, todos os dias, escolhem construir a mesma direção.
Espero que esse texto lhe sirva de lembrança de que amar também é discernir. O coração pode sonhar, mas a sabedoria observa os fatos antes de entregar a própria vida às promessas da imaginação.
Alexsándra Duárte
Cada dia faz histórias na frequência que você decide viver . Cada dia acontece várias formas e oportunidades para você escolher. Faça de sua vida uma bela história de amor , mesmo que enfrente por vezes a dor .
João Batista Barbosa
Amizade é como Amor;
não se vive correndo atrás de quem não se importa.
Acho que... Se pra mim me faz falta!? Deveria a outra pessoa também fazer.
—By Coelhinha
