Grandes poesias sobre Vida
̶F̶R̶A̶G̶M̶E̶N̶T̶O̶S̶ ̶D̶E̶ ̶D̶E̶S̶E̶J̶O̶
"Deliçia do meu viver a cada dia amo mais você.
Você é o sinônimo do amor singelo, Amor mútuo que compartimos em um duelo. Onde a amizade, carinho, entendimento, compreensão... faz caminho à juntos continuar nesta união.
A fragrância do amor-desejo me faz tontear com seu aroma na hora de um beijo, fragmentando cada instante esta paixão que está no ar, e a cada dia bate forte meu coração que só sabe te amar."
—By Coelhinha
Esta palavra é digna de confiança: Se morremos com ele, com ele também viveremos; se perseveramos, com ele também reinaremos. Se o negamos, ele também nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.
2 Timóteo 2:11-13
Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.
Filipenses 4:11-13
"É Maravilhoso viver na presença do Senhor.
A cada manhã as misericórdias dEle se renova em mim. E me REGOZIJO cada dia vivendo desta graça contemplando toda a Sua glória." Aleluyass
—By Coelhinha
Carnaval
Vamos encher a cara de alegrias e
Amores, sempre obedientes à
Lei: viver cada emoção na folia!
Vamos que vamos, colombina,
À diversão com a fantasia que nos
Liga e mistura e diverte e rima!
Vai e vem, pelo amor de Momo!
Aqui tem sedução, bom humor e
Lição: minha dona, seu homo!
Vai muito bem nosso Carnaval:
Assim e assado nós na avenida!
L&P: sou seu bem, és meu mal!
“Uma das dores que mais corroem o homem por dentro é a anedonia: quando a alma continua vivendo, mas já não consegue sentir prazer naquilo que antes lhe fazia feliz. O corpo segue, a mente luta, mas a alegria parece ter perdido a voz.”
— Bispo Ederson Dantas | Psicanálise e Saúde Emocional
O prazo máximo
Vivemos como se o tempo nos devesse eternidade, ignorando que existir é habitar um prazo cujo limite desconhecemos. Talvez o maior engano humano seja acreditar que ainda há tempo, quando até o instante presente já começa a pertencer ao passado.
Bruno Bellotti
A intuição grita mas você não silencia pra ouvir, vive a acreditar nas pessoas, no lado bom que supostamente elas deveriam ter, porém se as tem, vêm emaranhadas de bajulações e oportunismo mundanos.
Se decepciona com as expectativas do ego, da ganância e do orgulho que gritam e dominam todo seu ser.
Na solidão você se vê, nada o preenche, olha pros lados e é só tumulto, energias tão contraditórias que acaba se igualando. Ninguém o nutri, nem você mesmo.
Você se corrói de porquês, são tantos que você procura esquecer se afogando em papéis e pessoas supérfluas , conflituosas , na busca de não sentir tanto o que sente e anestesiar momentaneamente a dor de não entender.
Permanece dia a pois dia e nada o faz querer ver, mesmas dinâmicas reativas, negativas e você não entende o porquê.
Sente que precisa, mas luta com todas as forças para se firmar nas certezas que sabe bem que não as tem.
O tempo continua a passar e você permanece cego, continua preso, natural, pois ainda não sabe quem é, nem o que precisa fazer. Tudo porque não procura entender.
Entender que nunca será só por você, mas sim pelo muito que ainda precisa oferecer.
O paradoxo então é essa complexidade de pensar em não se permitir viver tudo isso, afinal, como saberia se assim não fosse.
A paciência atua com a certeza de que tudo está acordado. Uma longa e profunda respirada, ahhh
Você consegue sentir.
Você consegue vê.
Longos anos até aqui, a cada relação novos desafios. A cada desafio superação e coragem. Com a coragem, confiança e esperança. Na esperança o sentimento de pertencimento.
Aquele de enfim se preencher, de se respeitar, de confiar, de acreditar, de apenas ser gentil com VOCÊ.
Não é conto. É realidade.
Nada é como parece ser, e tampouco será como um dia já foi.
Vivemos entre véus sutis, numa linha do tempo que se desdobra em ilusões paralelas. O passado nos chama com memórias que já não existem, o futuro nos assombra com imagens que ainda não nasceram. Mas a vida… a vida só respira aqui, no agora.
É nesse instante sagrado que o ser se revela. Quando o silêncio dissolve as máscaras do tempo, compreendemos que não somos prisioneiros das histórias que repetimos, mas viajantes da eternidade. Cada pensamento, cada emoção, cada escolha, molda o mundo que vemos.
A consciência crística surge então como farol. Ela não fala apenas de um homem, mas de um estado de ser. É a lembrança viva de que podemos olhar além das aparências, além da dor e da ilusão, e escolher o amor como direção. A consciência crística é o sopro que desperta, o chamado que cura, a chave que liberta.
O despertar não está no amanhã, nem repousa no ontem. Ele acontece no instante em que abrimos os olhos da alma e nos reconhecemos como parte do Todo. Esse é o verdadeiro milagre: perceber que a salvação não é promessa distante, mas presença viva.
Assim, ao caminharmos no aqui e agora, guiados por essa luz, deixamos para trás o peso das linhas paralelas e entramos no fluxo da verdade. E nessa verdade, descobrimos que somos eternos, e que o amor é a única realidade que jamais se desfaz.
Se meus olhos não sentissem tanto o mundo, talvez viver fosse mais fácil…
mas não seria tão verdadeiro.
Dozy di X
Ser criança é viver no paraíso sem escalas.
Ser criança é comer tudo de tudo.
Ser criança é errar o alvo.
Ser criança é cantar semitonando em gritos falsetes.
Ser criança é fazer um golaço com uma bola de meia.
Ser criança é sentir dor e continuar correndo.
Ser criança é tomar banho sem vontade.
Ser criança é brincar de vida real.
Ser criança é sonhar sem se preocupar com o amanhã.
Ser criança é ler sem a mínima fantasia.
Ser criança é crer no nunca.
Ser criança é um caldeirão de verbos, como a sutileza de uma pluma colorida e a veracidade de um dragão preto e branco.
A alegria de viver é fascinante;
ela suaviza, supera e dilui todas as curvas sinuosas do caminho percorrido.
REALIDADE PARALELA
Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.
Viver com medo de decepcionar os outros é carregar um peso invisível todos os dias. Muitas pessoas aprendem, desde cedo, a agradar, corresponder expectativas e esconder sentimentos para não serem rejeitadas. Aos poucos, passam a medir o próprio valor pela aprovação alheia e deixam de ouvir a própria voz. O problema é que, nessa tentativa constante de ser suficiente para todos, corre-se o risco de deixar de ser verdadeiro consigo mesmo.
Esse medo pode parecer cuidado, responsabilidade ou até amor, mas, quando se torna excesso, vira prisão. A pessoa começa a dizer “sim” quando queria dizer “não”, aceita caminhos que não deseja seguir e silencia partes importantes da própria essência. Com o tempo, já não sabe mais o que sente, o que quer ou quem realmente é.
Por isso, amadurecer também significa entender que decepcionar faz parte da vida. Nem sempre será possível atender às expectativas de todos. E tudo bem. Mais doloroso do que desapontar alguém é olhar para dentro e perceber que, para agradar o mundo, você abandonou a si mesmo e esqueceu seus sonhos pelo caminho.
A gente não precisa,
De uma exposição de afetos.
A gente só quer,
Disposição de quem desejar viver isso.
Viver sem expectativa do outro , é a certeza que vocē entendeu a fragilidade humana !!
Simone Vercosa
A gente não se cura vivendo . A gente se cura refletindo , compreendendo cada situação e se conscientizando .
Simone Vercosa
Viver de forma consciente
é sair do palco das desculpas
e assumir as escolhasque escrevem
o roteiro daprópria vida.
Beatriz Campos Arroyo
Pare. Leia. Respire. Releia
Sobre viver é,
muitas vezes,
sobreviver.
E quando só se sobrevive,
ainda se vive
ou se vive sem viver.
Oh, querida, você é a razão do meu viver, você é tudo que eu quero! Você me acalma como o som do mar. Mas, minha querida, tem dias que eu fico com medo de te perder. Será que realmente você me ama? Dê-me um motivo para eu não ir embora.
Meu amor,
Não há razão para temer a correnteza do nosso mar.
Se sou o som que te acalma,
Você é a âncora que me impede de navegar para longe.
Seu medo de me perder não é um fardo, é a prova exata do seu coração,
um espelho do meu próprio pavor secreto de não ser o suficiente para você.
Sim, eu te amo. E o motivo para você ficar é simples e eterno:
Motivo é cada vez que sua voz me alcança,
Motivo é o silêncio que fazemos juntos, que só a alma entende.
Motivo é que o mel dos seus beijos me viciou em um futuro que só existe ao seu lado.
Eu não sou um porto passageiro,
sou a morada.
Eu te amo porque você me oferece o infinito, e com ele, o medo.
Mas é ao vencer esse medo, de mãos dadas, que transformamos o amor em destino.
Fique. Não por mim, mas porque você já está em mim.
E para onde você iria que eu já não estivesse esperando?"
