Gotas
O sentimento do poeta
Transbordei
Senti o gosto das gotas do oceano que impiedosamente obliteram qualquer sentimento
Não sinto nada além de uma partícula de indiferença.
Ocasionalmente parece que me enterraram viva
Os vermes rastejam pela minha pele nua.
Há algo escrito onde os meus olhos não podem enxergar
Tento alcançar o sol, mas a bela estrela agora rasga minha pele e queima os meus olhos.
Já não me é permitido o vislumbre da felicidade
Sou como aquele que já não pode ser encontrado:
Um poeta na penumbra.
Rios de dopamina,
quando sinto
a tua foz,
caindo sobre mim,
como gotas de chuva
e lágrimas
caiam no mesmo
vazio
As lágrimas são a fonte brilhante na qual se reflete uma alma pura são as gotas cristalinas que brilham o raio da virtude.
Vazio
Vazio, um grito que ecoa como gotas numa caverna que escoa.
Vazio, acordar todos os dias e procurar no espelho o brilho de uma vida sombria.
Vazio, o desespero obscuro no olhar de quem procura uma luz no fim do túnel.
Vazio, o desejo sombrio...
Chuva: Serenata da Melancolia
Chuva, tua melancolia se mistura ao meu pranto,
Gotas suaves, como lágrimas que caem do céu.
Em tua tempestade, encontro meu abrigo,
O som das gotas acalma minha alma, que se debate ao relento.
Trovoes ecoam como pensamentos tumultuados,
O vento sussurra segredos que só eu posso entender.
Teu toque frio é como um abraço, me envolve e acalma,
Na dança das águas, encontro paz no caos que se instala.
Chuva, és minha favorita, minha confidente nas horas de dor,
Teu rugido é a música que embala meu coração aflito.
E quando o sol brilhar novamente, lembrarei de tua canção,
Chuva, és minha companheira, meu consolo na escuridão.
Elaine N Silva
O Descanso do Mar
O mar
descansava no cinza;
gotas de chuva tocavam a sua essência.
Aos poucos, ondas cresciam
num impulso de desfazer a monotonia
acinzentada.
Ó mar!
Ó mar!
Ó mar!
Quando o olho,
megulho no meu próprio
mistério.
(Suzete Brainer)
Poema: "Gotas da chuva"
Hoje o dia foi chuvoso,
o céu não abriu,
o Sol não apareceu,
as estrelas também não,
e no fim das contas
nem você.
Cada gota parecia lágrimas
que caíam pelos miseráveis.
Afinal o que era miséria,
ninguém sabia o certo,
uns achavam falta de dinheiro
quando na verdade
miséria é ter um coração vazio.
Quando um homem está na miséria
ele vê como realmente a vida funciona,
quem ta embaixo vê tudo
que está acima,
Enquanto quem está em cima
não vê as cabeças que pisa.
Ironia viver do simples
bebendo bebidas baratas,
tendo uma casa humilde,
mas o coração cheio
sem miséria.
Felicidade talvez seja isso.
Enfim, você não apareceu
meu coração esta partido
mas não vazio,
no fim das contas pensar em você
se tornou o menor dos problemas.
"Olá meu bem...
Hoje é uma manhã chuvosa de domingo, e essas gotas me trazem memórias especiais de nossos momentos juntas. Lembro-me da nossa conexão intensa e da alegria que compartilhamos.
Gostaria de poder reviver esses momentos, sentir seu toque novamente. Mesmo que por uma última vez, faria desse instante algo inesquecível.
Relembro das nossas conversas, da sua voz, do seu sorriso. Sinto sua falta.
Lembro-me também da nossa química, da nossa paixão. Que intensidade!
Gostaria de poder te abraçar novamente, sentir seu calor.
Infelizmente, o destino não nos permitiu continuar juntas.
Ainda assim, valorizo as memórias que construímos.
Quando nos encontramos no trabalho, sinto um misto de emoções.
Admiro a maturidade com que lidamos com nossa separação.
Respeitei seu espaço, entendendo que precisava se proteger.
Ainda nos cruzamos, e o abraço que compartilhamos é um conforto.
Gostaria de poder expressar a falta que senti, mas respeito seus limites.
A ausência ainda é sentida, mas guardo as memórias com carinho.
Foi um prazer, meu bem Girassol 🌻
Com o silêncio da madrugada, as gotas da chuva ao cair sobre o meu telhado ,se misturam com as lágrimas que escorrem dos meus olhos, pois é a maneira que meu coração encontrou de mostrar o meu luto! Morri por dentro e ninguém se importou.
A chuva cai em forma de gotas para mostrar que na verdade são as lágrimas que carrego dentro do meu coração...cada momento chove mais forte e com o barulho da chuva acelera ainda mais meu coração, coração angustiado, por não se sentir amado. Se sentir desprezado e esquecido no meio a escuridão.
O som do silêncio toca meu coração como as gotas da chuva de uma tempestade,arrastando tudo pelo caminho à uma fenda aberta no solo como aque uma boca sedenta por água,armazenando tudo num poço profundo que tão logo irá transbordar inundando todo o meu viver dando transformação ao meu mundo num estrondo de uma tromba d'água preparando o solo pra uma semeadura, onde todo um novo possa brotar e assim a vida se remova sob a força estrondosa de meu silêncio.
Gotas de chuva caem suavemente
Sobre o sítio onde o amor se sente
A natureza canta em harmonia
E o coração se enche de paz e serenidade
A chuva lavra a terra renovando
A vida e a esperança em cada canto
O ar está carregado de um cheiro doce
E o sítio se transforma em um paraíso.
Árvores verdes, flores coloridas
E o som da chuva, que nunca se esgota
O sítio é um refúgio um lar
Onde o amor e a paz nunca param.
A chuva traz vida traz renovação
E o sítio se enche de uma beleza rara
É um lugar mágico, onde o coração
Se sente livre e sem preocupação
A chuva acalanta a terra com suas gotas de vida, restaurando o verde das matas campinas e florestas para que toda vida viva em harmonia.
Eu saí naquela noite sem guarda-chuva,
sentindo as gotas da chuva deslizar sobre o rosto,
uma dança fria e sincera que me tocava mais
do que as palavras vazias que insistem em rondar.
Naquela noite, antes de dormir, chorei.
Chorei por mentiras que se fantasiam de verdades,
por promessas que nunca tiveram alicerce,
e por mim, que quis acreditar no impossível.
A verdade? Ah, ela é crua e profunda.
Eu não sei viver no raso, não sei me poupar.
Eu me entrego, mergulho, quero sentir o momento,
enquanto tantos apenas buscam o efêmero prazer.
Por isso, não me mande mensagens sem a intenção de ficar.
Não me procure se o seu coração for passageiro.
Deixe-me viver meus momentos de alegria,
mesmo que sozinha, pois prefiro a plenitude do real
ao vazio de uma presença que nunca quis ficar.
