Gostaria
Também já fui criança um dia e viajei por mundos que gostaria tornar a visitar novamente ; só não me lembro mais como entrar neles.
Ah como eu adoraria de ser como você gostaria
Ser o que você sonhou, como me idealizou
Construí para nós um mundo feito apenas na minha imaginação, no meu desejo, na minha esperança
Ah como eu gostaria...
Que me olhasse nos olhos e me dissesse “é você que eu quero “
Ah como eu gostaria de poder ser chamado de seu amor, de sua paixão, de sua vida
Ah como eu gostaria...
Mas gostar não é poder, e querer não é estar, e amar... é apenas um detalhe no meio de tantas desilusões.
EU GOSTARIA
Eu gostaria
Que as rosas fossem só rosas
E que as flores escolhessem os seus tons e os seus sentidos
Eu gostaria
Que a alma fosse sempre incolor
Mas que os artistas e romancistas lhe pusessem os tons que lhes fossem queridos
Eu gostaria
Que o amor fosse mais dado do que querido
E mais vivido e sentido que cantado
Eu gostaria
Que a vida fosse justa ao apaixonado
E que garantisse ao poeta, eterno namorado, sem ouvidar
Igual amor ao que este busca eternizar.
Eu, simplemente, gostaria.
queria ter conhecido seus segredos mais profundos,
gostaria de ter conhecido seus gostos mais bizarros,
e as suas manias mais discretas,
gostaria de ter te beijado
e ter ficado abraçada contigo durante algum tempo
pra saber se nossos corações iam se sincronizar
que nem naquela matéria que te mostrei, lembra?
gostaria de ter sentido seu cheiro mais de perto,
e sair falando de jesus contigo
gostaria de ter feito você ser a pessoa mais feliz desse mundo
A MENINA QUE GOSTARIA DE VOAR
Mariana era uma menina, que não tinha asas,
mas, gostaria muito de voar, de poder ter asas...
Tal qual os pássaros, gostaria de voar, para po-
der, no infinito, voar e saber o que haveria atrás das
nuvens, que ela avistava como, se algodão fossem...
A menina, sem asas, morava em uma casa ama-
rela, cujo portão e as janelas eram pintados de azul...
A casa de Mariana tinha duas janelas, que davam
para a rua e duas que, através delas, podia se
avistar o quintal da casa e os pássaros, que, lá, davam
rasantes, para pegar algumas sementes...
Ali, em uma das janelas, ela avistava o quintal,
onde os pássaros pousavam...
Gostaria muito de conversar com eles, perguntar como faria, para que pudesse ter asas e poder, ao infinito, chegar. Voando...
Nessa casa amarela, em que Mariana morava,
havia um lindo jardim, onde pássaros, sempre, vinham visitá-lo, principalmente, o beija-flor, para tirar
o néctar das flores, que sua mãe havia semeado...
Certo dia, enquanto sua mãe aguava o jardim,
com a mangueira, Mariana tinha, em suas mãozinhas,
um pequeno regador, para ajudar a mãe colocar água
nas flores, que estavam lindas e perfumadas...
A casa era pintada de amarelo, mas, Mariana tinha apele cor de rosa, como todas as meninas, com
asas ou sem elas, aliás, seus cabelos loiros realçavam
com sua pele rosada... Seus olhos azuis combinavam
com o azul do portão e das janelas, onde, vez ou ou-
tra, algum passarinho resolvia fazer seu ninho...
Como ela gostaria muito de ter asas, resolveu,
certo dia, conversar com um lindo pássaro azul, que
pousou em sua janela e, olhando para ela, ficou...
Mariana se aproximou e logo puxou conver-
sa com o lindo passarinho: – Olá amiguinho, como
posso fazer para ter asas como você as têm, para que
eu possa voar também, como você?
E não é que o passarinho entendeu o que Ma-
riana perguntou e lhe disse que, asas, a gente nas-
ce com elas... Não seria possível colocá-las e, muito
menos, comprá-las, a não ser que ela arrumasse um
anjo como seu amiguinho, quem sabe ele consegui-
ria, para ela, um lindo par de asas...
Mariana pensou, pensou, mas não foi trouxa,
logo bolou um meio de poder conversar com algum
anjo: – Quem sabe se eu subir em uma roda gigante
bem alta, conseguirei me encontrar com algum anjo,
que me dará um par de asas...
Certo dia, foi ao parque de diversão e, com mui-
ta vontade de se encontrar com um anjo, subiu na
roda gigante... Lá, em cima, a roda parou e Mariana,
com tanta vontade de poder encontrar um anjo, até
teve a impressão de que havia visto sua asa.. Mas, era
uma parte das nuvens que envolvia a roda gigante...
Havia uma mangueira frondosa, na frente da
casa amarela, a casa onde a Mariana morava...
E por ser mangueira, mangas davam, não peras
ou ameixas, mas mangas, amarelas, alaranjadas...
As mangas eram suculentas, lacrimosas, pin-
gando mel, eram tão perfumadas e doces...
Quem por, ali, passava, ficava adocicada com o
mel, que pingava das suculentas mangas...
Ficaria sumarenta, perfumada com o doce perfu-
me, que exalava das mangas alaranjadas, amareladas...
E, por não ter asas, a menina voava como po-
dia... Abria livros e viajava pelo mundo, através das
estórias, que lia em uma coleção vermelha, de capa
dura, com lindas estórias, de meninas, que consegui-
ram ganhar um par de asas e voar para o infinito,
para poder, por detrás das nuvens, conversar com os
anjinhos, que se tornaram seus amiguinhos...
Virando as páginas desses livros, Mariana ob-
servava lindas figuras e se deslumbrava com aquilo...
Sentia como se estivesse voando e, pelo cami-
nho, encontrando-se com um anjo, de asas longas, que
sorria para ela... Como ela gostaria de ter aquelas asas...
Quando parava de virar as páginas do livro, que
estava lendo, parecia que tinha, em suas mãos, peda-
ços da asa do anjo, que ela houvera encontrado pelo
caminho da sua imaginação. Nas páginas daquele li-
vro, que ela acabara de folhear e lê-lo...
Ela quisera poder voar até a frondosa mangueira
e, de lá, poder avistar, de cima, da mangueira, os pas-
sarinhos pousarem no chão, para ciscar as pequenas
sementes, que sua mãe jogava por lá, para que eles
pudessem se alimentar... Ali, também, eram coloca-
dos pequenos pedaços de frutas, que sua mãe, cuida-
dosamente, partia e lá deixava, para os pássaros...
Assim, a menina, da pele cor de rosa, seguia so-
nhando, em um dia, poder ter as asas de um anjo e
poder voar até às alturas, onde nasce o arco-íris...
Quem passasse em frente à casa amarela, de ja-
nelas e portão azul, jamais saberia, que, ali, morava
uma menina, com a pele cor de rosa, que gostaria de
ter asas, mas, não as tinha, possuía o imaginar de cada
página soberana, de um livro... Mesmo sentada em
sua cama, olhando para o céu, se achava senhora de
si, coroada de estrelinhas, tinha certeza...
Mariana, a menina rosa, sabia que, em seu mundo
imaginário, era rainha. E, em sua casa, entre seus
livros, alada era e asas tinha...
Marilina Leão (es no livro "Pérolas Cultivadas" página 237
Gostaria que pudesse se ver através dos meu olhos, mas como posso quer isso se nen isso infelizmente vc pode olhar.
Gostaria que pudesse sentir os meus lábios,para que minhas palavras de amor vc possa contemplar.
Gostaria que pudesse está em meus braços, para que com o calor do meu corpo seu coração frio esquentar.
Gostaria soubesse que de todas as formas quero eu um dia poder te amar.
Eu te quero.
Eu te quero só pra me.
Eu te espero.
Te espero até o fim.
E te carrego.
Te carrego até eu não ter mais forças.
Quero eu poder viver uma longa vida com vc, não quero outra pessoa...
Trate as pessoas como você gostaria de ser tratado.
Distribua sorriso ....
De um abraço bem carinhoso ...
Demonstre amor, respeito, carinho ....
Você verá como o bem volta para você de maneira sobrenatural..
Faça o bem sempre ao próximo, a sua família e as seus amigos.
Em que estado você gostaria de viver? No estado da graça, onde a beleza da vida brilha com intensidade.
“Gostaria saber, porque sou perseguido, deveras gostoso, bonito e saboroso, outrossim a inveja diabólica é realmente perversa.”
Giovane Silva Santos
Hoje ao fechar os olhos imagine um futuro que gostaria de viver amanhã. Quando o chilreio dos grilos ecoar na alvorada e seus olhos se abrirem; levante-se sorrindo, pois chegou o dia para viver o seu futuro.
‘Para todo louco, um louco e meio basta!’ Gostaria de o tempo todo ser o louco e meio para todos os loucos que me atravessam o caminho, mas sempre que sou, fico com um peso enorme, como se nem os loucos assim merecessem ser tratados. Contudo, sempre que não sou, quase sempre, eles voltam e voltam sempre loucos. Afinal, ‘ninguém dá o que não têm’!
Gostaria de encontrar alguém que tenha plena vontade de descobrir meus lados ocultos,que tenha a paciência de decifrar o garrancho de meus rascunhos e tente organizar essa confusão interna que carrego. Seria pedir muito?
Quem é o encarregado aqui? Gostaria de me queixar da minha vida. Claramente, pedi uma vida feliz, com um marido amoroso, para combinar com meu bebê recém-nascido, e que falsificação grotesca era aquela que me ofereciam?
Gostaria de ser uma poetisa
Mas poetisa jamais poderei ser.
Poetisa tem o dom de pensar em tudo
E o meu pensamento, só paira em você.
Não te dou uma poesia,
Porque não sei escrever.
Mas te dou meu coração de menina
Que berra: Eu amo você!
Não peço nada em troca.
Mas sei que me darás.
Pois o seu coração de mãe,
Foi feito para me amar.
Obrigada por me gerar em teu ventre
E fazer com que eu sinta o sopro da vida
Não consigo, por mais que eu tente,
Deixar de ser a tua menina.
Véi na boa... sou humilde e simples, quem me conhece sabe, eu só não sou otário como você gostaria...
Se não me conhece, não me julgue... Pode ser? Tranquilo?
