Gosta de Mim do meu Jeito
Enquanto esta coisa [o meu cérebro] em mim, se ligar...
Enquanto esta coisa em mim, se ligar;
Em poesia, a vós mui contarei;
Do que em este viver, por cá achei;
Pra consolar-me a em verso, a vós tal dar!
Por isso em dela forma, a mim darei;
Todo o saber que nela em mim gravei;
Enquanto esta coisa em mim, se ligar.
Enquanto esta coisa em mim, se ligar;
Por tanto adorar a em nós, poesia;
Dar-vos-ei, todo o bom, que em mim havia;
Escondido, com mais o que irei achar!
Para em tal, vos poder anunciar;
Em mil poemas, para começar!
Enquanto esta coisa em mim, se ligar.
Enquanto esta coisa em mim, se ligar;
Vou tentar o injusto, pouco ofender;
Por injustiça em nós, não poder ver;
Mas nele tanta haver, pra semear!
Por tal com ela em ele irei bater;
Pra o bem, tentar fazer, em tal nascer;
Enquanto esta coisa em mim, se ligar.
Enquanto esta coisa em mim, se ligar;
Por em mim, um assobiar, pra o lado;
Num ver em nós, a alguém, ser maltratado;
Não dar pra esta a mim mesma, desligar!
Irei usá-la, como a tão tenho usado;
Por isso foge de mim desgraçado!
Enquanto esta coisa em mim, se ligar.
Enquanto esta coisa em mim, se ligar;
A ti que andas BEM a em nós semear;
Por tanto em mim gostar de o apreciar;
Só me resta um, a em tal, de ti gravar!
Para a todos em nós, TE poder dar;
E em poesia, a todos, TE amostrar;
Enquanto esta coisa em mim, se ligar.
Com Carinho;
Cuida de mim, afaga meu coração, renova minha fé, me abençoe naquilo que minha alma precise. Me afaste das tempestades, me aproxime da paz, faça o brilho do meu olhar ser sempre por felicidade, esperança e amor. É o que espero sorrindo, é o que peço pra hoje, é o que desejo pra todos Senhor!
Meu coração grita,
num sussurro abafado,
querendo-te perto,
mas ele desavisado,
não percebeu,
já estás dentro,
fazes parte de mim.
{Bros}
Seguiste a tua vida, encontraste outro amor, esqueceste-me e eu aqui a escrever isto sobre ti, se soubesses a quantidade de cartas e poemas que escrevo sobre ti, acho que repensavas os teus sentimentos, mas já que isso não vai acontecer, que o destino faça com essa pessoa te ame de verdade, porque tu mereces, minha joia.
Desculpa por tudo, estraguei tudo, destroí o que me fazia feliz. Agora lembrar de ti significa dor e sofrimento, mas quando penso bem , lá no fundo, consigo reviver o que tivemos.
Sinto muito...
Da tua admiradora, "X"
Saudade.
Vejo nossas fotos e vídeos juntos, e começo a pensar
“Como um amor tão lindo, pode se acabar em segundos?”
A saudade dói. Eu sei. A saudade vem quando menos esperamos…. Vc nunca se esquecerá do que viveu, e a saudade não te deixará arrependida e sim com uma vontade de querer voltar no tempo e dar aquele último abraço apertado.
Se eu soubesse que tu irias partir, eu teria sido alguém melhor a ti.
Lembre-se, saudade dói, mas não mata.
Nunca se arrependa do que viveu com alguém e muito menos culpado(a). Apenas agradeça pela oportunidade de ter vivido algo tão bom.
Falar de mim não vai afetar o meu comportamento e nem mudar o meu caráter, a personalidade que existe no meu DNA não é compatível com à arrogância dos que falam mim.
Não gosta de mim?
Não me "visite",
não me leia,
não perca seu precioso tempo comigo.
Simples até demais....
Cika Parolin
Jamais desista das coisas que você mais gosta. Por mais difícil que seja o momento que você esteja vivendo, ore para Deus fazer o impossível, e você continue fazendo o possível. Não deixe que nada prejudique a sua força de chegar aos melhores lugares da vida. Quando sentir que está difícil demais, não diminua os seus sonhos, e sim aumente a sua fé em Deus. Ele te mostrará o caminho mais curto até a vitória (Código 03/04)
(Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu)
Eu não me importo se você gosta de rock ou rap, ou de skate ou de festa, ou de livro ou de filme. Eu preciso ir no banheiro de qualquer jeito. Disse meu cachorro Focker
"Às vezes um simples ato muda toda uma história.
Às vezes a gente dá dicas do que não gosta,e é contrariado.
Falamos com todas as letras um "NÃO" e não somos ouvidas.
NÃO GOSTO DISSO,
NÃO CURTO ISSO,
NÃO QUERO ISSO,...
De várias formas expressamos nossos sentimentos em relação ao nosso querer.
Amar e ser amada é bom.
Ser compreendida é melhor ainda."
(Marcela Nunes)
Ela gosta de calor
E gosta de sentir carinho
De ser tratada com amor
E também mandar beijinho
Ela gosta de atenção
Sentir a presença de alguém
Gosta que lhe dêem a mão
Para se alegrar e se sentir bem
Ela adora um colinho
Sentir o toque do seu rosto
Um abraço apertadinho
Coceguinha feita com gosto
Gosta da suavidade
E da música de embalar
Gosta de dormir a vontade
E ver alguém quando acordar
Tudo alcança, tudo pega
Em sua boca quer levar
Olha só essa banguela
Coisa linda de olhar
E se pensa que é cedo
Para o mundo decifrar
Ela observa, em silêncio
Sabe bem o que o apanhar
E consegue quase sempre
um novo mimo a se estimar
Artimanhas de bebê
Eu não sei como escapar
Quando vejo, lá estou
Derretida a me entregar
Entrelaçada nesse abraço,
Tão macio, eu me desfaço
Quietinha nesse espaço,
Curtindo o tempo passar. . .
Pra você que gosta de mim, um beijo, flores e bom dia, pra você que não gosta apenas flores e um bom dia...
Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.
O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.
E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.
E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.
E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.
Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.
E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.
E isso muda tudo.
Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.
E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.
Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela.
Tu gosta de mim, eu gosto de tu, pois vamos juntos no caminho.
Sem procrastinar a felicidade, estamos em contagem regressiva.
Quando iremos nos ver e ficar sem jeito? Refaço a cena e repito, pra ficar perfeito.
Mas nem adianta imaginar, sei que o seu olhar vai resultar em branco.
Se você gosta de mim
ou me acha esquisita,
Não me importo.
De uma maneira ou de outra,
eu consigo chamar sua atenção.
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