Gosta de Mim do meu Jeito

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O que tem por traz do meu medo?
Um ser louco para encarar a vida sem medo.

Estou exatamente onde eu deveria estar, fazendo o melhor que eu posso dentro do meu nível de consciência, cumprindo a minha missão com amor e sabedoria.

Nenhuma situação externa pode me desequilibrar.

Nenhuma instituição política ou governamental pode me afetar.

Nenhuma energia intrusa pode me desviar do meu caminho.

Nada e nem ninguém podem influenciar minha saúde, felicidade, segurança e prosperidade.

Eu estou pulsando no ritmo perfeito e harmonioso do Universo aceitando e me adaptando aos seus movimentos.

Com amor e muita gratidão por mais um dia!

Meu trabalho é muito simples.
Tenho apenas que ajudar as pessoas a verem a si mesmas, os outros e a vida através dos olhos do Amor.

Minha energia se renova a cada dia.
Meu poder cresce no desafio.
Minha capacidade de amar se expande através de todas as minhas relações.
Minha motivação é me tornar melhor que eu mesmo todos os dias.
Eu agradeço todos os dias por tudo que chega até mim.
Eu entrego, confio, aceito e agradeço.
Me adapto e aprendo com tudo ao meu redor.
Me sinto cada vez mais conectado.
Estou pronto para mais um dia!

⁠Empatia por triangulação

Meu sofrimento é parecido,
mas não é igual ao do meu irmão.

Petit:

Eu fui do cais ao caos
cheguei ao estopim,
vomitei palavras,
e tu nem percebeste meu ais.

A rã de Bashô
sai num pulo do haicai
dele para o meu.

Porque quando alguém, meu caro, vangloria-se / de ser um homem honrado, depois de dar / a sua palavra, esta deve ser sagrada. // E mesmo que a estrada seja longa, feia ou bela, / custe o que custar, nem que ele tenha de ser morto, / mas a sua palavra deve ser mantida.

Só, tudo parece breu.
Um hálito ébrio vem de fora:
Estranho, mas é meu.

sol quente de outono
a mão do amigo morto
toca meu ombro

Folha de jornal
vem no vento ao meu pescoço;
cachecol de letras.

Manhã de frio.
Se fosse menino escrevia
Meu nome no vidro.

A porteira bate -
Do meu lado esquerdo,
A lua de verão.

meu cachorro velho
ouvindo com interesse
o canto do verme

Meu Deus, como ficam / sozinhos os mortos!

Maria-fecha-a-porta
ao toque do meu dedo:
ah plantinha tímida...

E por esta arte de conhecer os homens, digo-vos, meu filho, que se pode aprender, mas que não se pode ensinar.

A ociosa espada
sonha com suas batalhas.
Outro é meu sonho.

Ao lado do homem vou crescendo

Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente

Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas

Ao lado do homem vou crescendo

E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.

Antes de vos pertencer, pertenço ao meu país.