Gente Mesquinha
Como fazer um bolo de gente
Abrace uma pessoa
Depois chame outra
Para este abraço
E mais outra
Outra
Outra….
Pronto!
O bolo de gente está pronto!
Mesmo que critiquem o seu olhar sobre algo, não deixe de ser autêntico. Gente traumatizada tende a desmerecer a leitura de vida e o entendimento prático das pessoas boas.
Com o tempo a gente vai deixando tudo
Vai deixando de amar,
Vai deixando de gostar,
Vai deixar de elogiar e admirar
A gente vai deixando e se afastando
A gente tira o nome do contato de amor,
A gente põe só o nome e quando ver só tem o número e nada mais
A gente vai deixando sabe?
O mundo é real cheio de gente falsa, e de longe todos nós somos normais.
Quem é certo, reto e correto não precisa se preocupar com o pensamento ou o que outros dizem, porque quem é de verdade e verdadeiro não usa máscara, mas fingidores e mentirosos fazem isso.
.....
As folhas caindo e
nossos olhos se
encontrando assim
ao por do sol a gente
vai se apaixonando
As flores
desabrocehando
nossa vida vai
caminhando um
rumo sem fim
ao tardio final de ano.
Respirar é nascer; não importa o momento; o mais importante é proteger o humanismo; gente de bom coração pode fazer aniversário a qualquer dia do mês, e mesmo assim, pode ganhar o rótulo de pessoas especiais. Agora, gente arrojada, resoluta, de reconhecida lhaneza e assaz especial faz aniversário no dia 23 de abril. Os astros nesse dia emitem sinais de que quem nasce em 23 de abril, é dotado de sabedoria, muita luz, resiliência e hiper protegido por Deus.
"O NOME
O nome que se encerra em meus lábios
não é de gente, nem de bicho,
nem cabe no estampido
de um fonema solto ou comum.
O nome que meus lábios sepultam
está além da palavra,
por isso se cala e se cola em minha boca
na saliva espessa do silêncio.
Que nome é esse que me queima a língua
e se deita frouxo
na monotonia do grito cansado,
carente de vida e de voz?
Esse mesmo nome cheio de pecado
e da nociva perplexidade
é aquele nome abstrato, quase sêmen,
quase um mantra, quase sagrado,
que cura toda a tribo quando se evoca
e entra na dança, entra na história,
e se faz verso, se faz lido
na capa negra de um livro.
O nome que caminha
entre a alvura dos meus dentes
e neles se senta
porque nas pernas não se sustenta
como se um velho fosse
sendo uma tenra criança ainda.
Louco de fazer-se ideia.
Código de guerra
num vasto tapete de procissão.
O nome que sufoca o ‘não’,
que desmancha o ‘sim’,
que desfaz o tempo impreciso do ‘talvez’
e salta à tez...
E amanhece mulher
na palma da minha mão.
Poesia errante
Que às águas do papel se precipita.
E se afoga na intenção obscura
do sentido.
E vira mito.
O nome que morre sem nunca ter sido,
Sem nunca saber quem foi,
para o poema poder nascer."
Somente quando o fardo torna-se impossível de carregar, a gente percebe que estamos carregando pesos que não são nossos. Só somos responsáveis pelas consequências das escolhas que fizemos. Entender que não cabe a nós administrar problemas que não criamos, dores que não causamos e expectativas não criamos torna a vida mais leve.
Meu pensamento voa....
Até você....
Sonhei que te encontrava..
A gente ria e se emocionava
É tão forte, e maluco
Que sinto o que você pensa..
Tem uma frequência que nós sabemos.
"Oh rio, oh ventos de Abril,
onde os teus cravos brotam pela cidade,
sois a voz de gente mil,
que gritam e declamam pela liberdade.
Mar de gente que festeja de bela flor ao peito,
são as vozes vivas da Revolução,
que celebram de vivo afeito,
a história do dia da libertação.
Oh militares de Abril de cravo armado,
a vos dedico esta declamação,
foram a voz de um povo amordaçado,
foram a voz da razão.
Oh tu Lisboa, foste o palco desta história bem amada,
pois nas ruas da bela Ulisseia cidade,
enfim se passeia a paz iluminada,
pois na tua mais bela avenida por fim inspira-se a Liberdade."
26/IV/2015
Nem tudo acontece como a gente quer, e devemos aceitar isso. Não era pra ser, não deu, não foi. Mas o que fazer a seguir?
