Fundo
O Mito que o Mundo não Conheceu
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
Entretanto, a ninfa não me quis,
Mas ainda nos trombamos,
Nossos olhos se fitam, ela diz:
Como vão os seus planos ?
Respondo: vão bem e vós ?
Completa: eu também.
A isso se resume o veloz
Contato apaixonante que a gente tem.
Sou o sapo que não foi beijado,
Um sapo desencantado.
Já o nefasto, subestimei-o;
Se promoveu e saiu.
Quando foi transferido
Do departamento, gargalhou e riu.
Encerrou-se aí o grande confronto.
O heroísmo me levou a um cortiço,
Afastado, mal localizado, onde me entoco.
Pago aluguel do buraco,
Prestes a ser interditado,
Saio ou serei despejado.
Recebo um salário mirrado,
Similar a infiltração na parede de onde esquivo.
Deleito-me nos passeios de coletivo.
O contrário de deslumbrante,
Até que seria um título instigante:
“O mito que o mundo não conheceu”
Ele não viveu feliz para sempre, mas viveu.
Há tempos não era eu
era a mesma face
e a mesma personalidade,
mas no fundo era um personagem
e eu até atuava bem
o tempo passava
e eu, meu bem
passava também,
estando mal ou bem
eu passava por cima
dos problemas, e eles
por sua vez
também passavam
por cima de mim
passei anos assim,
e ainda assim
fui feliz.
A arte de contar histórias não requer pano de fundo, spots, microfone; enfim, toda a parafernália que tem sido usada a pretexto de "colorir" a narrativa. O tom de voz, as nuances e, principalmente, a intimidade que o momento promove, são seus pilares. Equívocos à parte, continuemos contando e ouvindo histórias tradicionais. Os contos populares formam a argamassa para construção do indivíduo.
No fundo do túnel você avistará,
Apenas alguém com quem contar,
Apenas alguém em quem confiar,
E do seu pesadelo te resgatará.
Um olhar perdido.
Um olhar perdido
Uma mente insana
Um suspiro fundo
Um sorriso que engana
Muitos não percebem
Na verdade não vêem
Por fora tá lindo
Mas dentro explodindo
A destruição se fez
O semblante engana
O cabelo arrumado
A roupa deslumbrante
O perfume abstrato
O batom vermelho
Cabelo chapiado
Unhas feitas
No pé um salto
Mas por dentro um caos
Tudo acabado
Uma desolação
Um verdadeiro trapo.
Respirar fundo todas as vezes que pensarmos negativamente, com raiva ou qualquer coisa ruim. Isso é um exercício para nosso cérebro, temos que começar mudando nossa mentalidade, isso irá fazer uma grande diferença.
Só vai dar certo se você tentar!
Respire fundo e vá atrás dos seus sonhos, do que é certo, realize!
#bysissym
A paz reside dentro de você!
Se não estiver bem consigo mesmo, se não respirar fundo algumas vezes, se não descansar a mente e o corpo algumas vezes, não vai se sentir em paz.
#bysissym
Esse papo de que ‘no fundo é uma boa pessoa’ não cola comigo. Não tô cavando petróleo em ninguém. Ou a pessoa é boa no raso, onde se vive, ou não serve pra estar por perto.
Quando o suspiro da tristeza anuncia o momento da sua chegada é preciso respirar fundo e emanar sentimentos que possam soprar para bem longe o vendaval das lamúrias.
Portão sem tranca...
Qualquer um entra...
No fundo do copo...
A verdade ausenta...
O que é feio...
Torna-se bonito...
Vistas embaçadas...
Nada faz sentido...
Meus Deus o que faço agora?
O tempo urge...
As horas dançam...
A noite é fria...
Pesa a balança...
Jogo de olhar não é suficiente...
Tudo bem...
Está mau vestido...
Meu coração arde...
Ao sonhar já despido...
Tem a cor de meu pecado...
Será o cheiro bom?
O gosto imaginado?
Madrugada começa...
Não imagina...
O que tenho arquitetado...
Ah esses amigos...
Por que não anda sozinho?
Tudo seria mais fácil...
Pedindo a benção do destino...
Paschoal Nogueira
Paschoal Nogueira
Ah quisera eu que as pedras não fossem mudas...
Que no fundo dos copos encontrasse as verdades...
Que as palavras fossem de fácil entendimento...
E que os amores não fossem desfeitos...
Quisera eu que meus pés descalços não fugissem...
Do tempo que a tudo destrói e forma fuligens...
Que as ilusões não se desfolhassem...
Que os sonhos não perdessem as virtudes...
E que amando só conhecessemos as verdades...
Às vezes uma dor nos desespera...
E a verdade nos engana...
Então o desalento clama...
E a vida queremos que encerre...
Então para que nunca nada se perca...
O desejo cultivamos mesmo amargo e rude...
E diante das auroras que se avizinham...
Para que o sonho viva de certezas...
Para que o tempo da paixão não mude...
Por bem vos quero...
E morro despedido...
Na esperança de um vão contentamento...
Em saber que nem tudo está perdido...
Sandro Paschoal Nogueira
Grande ilusão morta no espaço tempo...
Do fundo do copo...
Disfarçando a espera de um qualquer sofrimento...
Pelas saudades que lhe aterram...
Procurando no amor a felicidade...
Entre conversas vãs...
Entre os descasos sem cuidados...
Pertencer a quem souber...
Apreciar os trejeitos...
No íntimo mais profundo...
Ignora o silêncio e o eco...
O que o coração murmura, a voz não diz...
Entorpecido sente-se feliz...
E vão-se em mar a fora...
Os sentidos embriagados e mal sentidos...
Que tudo é ilusão que esta alma sente...
Se nada há de novo e tudo o que há...
Sentir prazer em deitar-se com o perigo...
Que alguém lhe mostre a tua imagem, como tantos, sem sentido...
Sem expor à vergonha...
Sem alardear seus gemidos...
Pobre esperançado...
Que anda crê na ilusão…
Do amor…
Da fantasia...
Que nas portas dos bares aguarda...
Alguém a lhe acompanhar pelas ruas...
Tudo posso esquecer em minha vida...
As visões em minhas estradas percorridas...
Só não consigo me esquecer no entanto...
Dessa figura de alma nua...
Sandro Paschoal Nogueira
Sempre
Sou o dono dos tesouros perdidos no fundo do mar.
Só o que está perdido é nosso para sempre.
Nós só amamos os amigos mortos
E só as amadas mortas amam eternamente…
A dor de um sentimento único é apenas o peso de um amor que mora fundo demais para ser explicado
DeBrunoParaCarla
Que as energias positivas cheguem fundo à alma
Preencham o coração de paz e
se multiplem em forma de amor
Um pouco de transparência
Longas patas de verdades
Um fundo para decoração
Chão frio...
O velho instrumento em sua perfeição
E o silêncio do pergaminho.
A esfera gelada,
O cabelo comprido...
No longo caminho
'Safira" a cobra peregrina
Na estrada
Atropelada.
Por Kadu Costa - Anos 90
É carnaval, tempo de alegria
Do sonho e da fantasia
De guardar no fundo do peito
A dor que a gente sente...
Esquecer tudo que tira a paz
Que teima mesmo na canção
Mostrar uma realidade
Que ficará para depois...
Afinal este é o país da alegria
Neste momento a fantasia reina
Trazendo alegrias e descontração.
