Fui
com amor
sim, eu menti muito
mas sinto muito se não fui sincero
pois escorrego entre a verdade
e já não caio em prol da honestidade.
mesmo sendo um chorão idiota
eu ainda (não) acordo de madrugada
e (não) lembro de você;
também (não) lembro seu aniversário;
quando desbloqueio meu celular.
acho bem feio
esses hipócritas que rimam muito
que dizem serem poetas
mas que só escrevem flores
se esquecendo dos cravos
escrevendo amores perfeitos
mas eu não!
eu deixo claro, com amor
e com amor adoto este dilema
que eu sou o defeito desse poema.
odeio rimar aos prantos
pois nunca estou pronto para parar,
e já não adoto todas as rimas
pois já não escrevo por amor.
mas sempre, com amor.
sei que a gente não se conhece a muito tempo, mas cada dia que passava eu fui ficando cada vez mais apaixonado por você, na quele dia(ontem) em que fiquei bravo com você, eu queria voltar correndo para te mandar mensagem, pois minha ansiedade só aumentava, e minha cabeça só te desejava. Eu espero por você todos os dias, esperando o seu bom dia nem quê a mensagem seja fria, sempre gostei do seu jeito, que me comove de desejo de ser feliz, nunca fiquei todo apegado, que nem um carrapato atrás de alguém, como você!.
FUI QUANDO NÃO ESTAVA
Parti tantas vezes sem me mover.
Deixei que o silêncio me carregasse,
tornei-me ausência antes mesmo de partir.
Houve dias em que fui sombra,
presença sem voz,
um nome dito sem significado.
Eu estava ali,
mas não me sentia,
não me encontrava.
As palavras se calaram,
as vontades murcharam,
e no espelho, vi alguém que não reconheci.
A vida seguia ao meu redor,
mas dentro de mim,
eu já tinha ido.
Agora percebo—
partir nem sempre significa ir embora.
Às vezes, é apenas desistir de permanecer.
E o mais difícil não é partir,
é reaprender a estar.
Expliquei-me aos que amava, mas não fui entendido. Então, expliquei-me a mim mesmo — e não me entendi. Olhei para o reflexo no espelho para ver quem eu era e, nos cacos quebrados, só enxergava fragmentos de uma alma ilegível. Olhei para a água do lago, e minha melancolia o perturbou: as ondas fugidias distorceram-me, reafirmando minha ausência no mundo. Então, expliquei-me à existência: ela me ignorou.
Como podem os ventos e a chuva tocar-me a pele? Como pode o sol, ao reluzir-me, criar sombra — se não sou nada e nem ninguém para nada e nem ninguém?
REGRESSO
Não me pergunte
por que fugi de novo.
Não me pergunte
aonde fui,
por que voltei
nem o que fiz pelos caminhos
de ida e volta.
Não me diga
que minha ausência
provocou saudades,
também não fale
que lhe fiz falta
enquanto estive fora;
pense apenas que voltei
para ficar.
Aperte-me contra o peito
com ternura,
sem cobrança,
e deixe entrar
mais uma vez em sua vida
o homem que a ama
e cujo tempo de fuga
terminou.
Uma vez, eu fui feliz
Uma vez, eu soube o que era amar
Uma vez, eu tive esperança
Uma vez, eu fui verdadeiro
Uma vez, eu fui EU.
Eu era uma simples semente, vi a luz e na terra pisei em choro
Fui empurrada cada dia, seguindo o fluxo natural obrigatório dele, o tempo
Confusa com um vento que sussurrava vozes para lá e para cá como um coro
Estava com minhas raízes fincadas esperando crescer, tudo parecia lento
Vendavais e mais vendavais terríveis
Fui obrigada a cavar minhas raízes mais fundo
Escorriam gotas, enquanto perdia minhas folhas mais sensíveis
A luz daquela rosa laranja, que ilumina outro canto do mundo
Vinha com outra estação, onde me nascia um novo cuidado
Então, olhando para aquilo que chamam de céu, aquela coisa misteriosa
Pensei, talvez esse azul é um gramado
Árvore curiosa
Um dia neste pedacinho de terra, deixarei de existir
Entre dores
Deixarei belas flores
Pirata
Outrora fui pirata e roubei a maior joia existente, roubei o teu coração e com ele guardado naveguei em outros mares desconhecidos me aventurando e ao mesmo tempo perdido em meio a tanta solidão da alma.
Vindo das profundezas do mar ouvia os sussurros do canto das sereias implorando para eu voltar a terra firme, porém o magnetismo do que era misterioso ainda corria em minhas veias e assim perdurou por longos e insaciáveis anos.
Invadi mundos, conquistei tesouros, empilhei moedas de ouro e prata, mas ao descer no calabouço aonde deixara a maior joia conquistada guardada e intocável, percebi com a clarividência da vida que o maior saque quem havia levado era eu, pois lamentavelmente descobri com o tempo que a distancia e os mares navegados só estavam me conduzindo cada vez mais para longe do que eu nunca deveria ter deixado para trás, ou seja, o meu próprio coração.
É melhor perecer na escuridão do que carregar um coração que já não pulsa esperança! Eu fui, porque o vazio que ficou tornou-se maior que eu. Me perdoe!
Eu já amei e tantas vezes fui traído por quem amei,
Eu tive amigos,estes foram sumindo com o tempo
Eu vivi momentos bons e ruins
E sobrevivi
Eu fui rejeitados pelos que recebi
Mas não me curvei
Das indiferenças que fui vítima
Eu Busquei forças
Eu estive muitas vezes só desolado
Mas me encontrei e fiz de mim minha melhor companhia
Agora, nada pode me abalar
Tornei-me uma Rocha sólida impenetrável.
Fui fã do Zé Béttio e via-o, não somente como um extraordinário comunicador do rádio - ele foi a identidade do homem do campo, da fazenda, da roça, da zona rural ... E das cidades também. Ele foi uma voz inspiradora de anônimo - divertindo e alegrando os seus fãs - com boa música e informações relevantes; um craque semeador de vida.
Deus proverá
Podem esperar
Eu vou orar
Eu vou esperar
No mundo fui rejeitado
Mas por Deus fui adicionado
Os humilhados serão exaltados
Faz de mim um vaso honrado.
Voei num cavalo alado
E toreei minotauro
Eu domei um dinossauro
Fui Príncipe de um reinado
Com Dayanna do meu lado
Na lua eu fui pescar
Com Aquaman fui nadar
Furei o pneu do trem
Quem quiser mentir também
Pode, mas só pra brincar.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
1⁰ de Abril de 2025
Me ofereceram "o pão que o diabo amassou", mas fui mais forte e preferi ficar em jejum, me alimentei espiritualmente por um tempo e na estatísticas deles, eu não fui mais um.
2 de abril de 2025
Em 2016, fui confrontada com a profecia de que não concluiria o ensino secundário. Posteriormente, ao aventurar-me em Maputo, deparei-me com a falta de apoio de certas pessoas. Contudo, persisti, depositando minha fé em Deus, e algumas situações evoluíram positivamente. Recentemente, fui novamente atingida por palavras depreciativas, insinuando que, apesar da minha dedicação à escrita, meu destino seria invariavelmente infeliz. É inegável que as palavras possuem um poder destrutivo intrínseco. A ausência de empatia em certas interações verbais é notória, refletindo, lamentavelmente, um arrefecimento do sentimento de benevolência."
Contudo, estas pessoas olvidam um princípio basilar: não são meus adversários. Ansiaria que compreendessem que o meu antagonista primordial reside em mim mesmo. A minha existência não se pauta pelas suas palavras ou observações; pelo contrário, nutre-se da fé."
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