Frio
O vento passou e a nuvem chegou trazendo consigo a chuva e o frio,
que cada vez mais trazia a paz. e o brilho do teu sorriso By: Jefferson Allmeida
Poema da Noite:
Elementos.
O rio em seu caminho leva consigo o frio e o desequilíbrio causado por homens que ao seu ver diz ser racionais e os animais normais para perecem para eles apenas irracionais.
A água em si traz vida,vida que esperança,esperança que a terra produza o alimento que queremos.
Fogo que nos esquenta ou que ao meu tempo ilumina a escuridão que dantes assolava e hoje ela se acaba,
O ar ou vento dançam em sintonia com o tempo,envolto com cada elemento o equilíbrio volta o tempo.
Autor: Jefferson Allmeida :D
Poesia:
Nova etapa da minha vida chegou o frio passou e Deus simplesmente sempre me amparou...
Autor: Jefferson Allmeida
A noite chegou o frio se aproximou. Com o tempo que vivi e batalhas que enfrentei encontrei nas feridas as cicatrizes que eu nunca quis. Quem me dera acorda e te ver de novo minha amada,descansar em teus braços e por ti ser amado. Mas o tempo te levou dos meus braços e procuro outra vez em sorriso ou abraços. A razão de viver novamente sem ter os teus abraços. Autor Jefferson almeida
Eu tenho meu lado carinhoso.
Tenho um lado frio.
Tenho um lado estressado.
Tenho um lado tranquilo.
Tenho um lado preguiçoso.
Tenho um lado disposto.
Tenho um lado engraçado.
Tenho um lado irônico.
Tenho um lado insuportável.
Tenho um lado amável.
Tenho um lado atencioso.
Tenho um lado desinteressado.
E cada um tem o meu lado que merece.
E o mal inventou o frio e eu inventei o conforto. Ele criou o sofrimento e eu a paz. O capeta inventou a solidão e eu acabei com a bagunça e inventei a Mãe.
Está escrito:
E o mal inventou o frio e eu inventei o conforto. Ele criou o sofrimento e eu a paz. O capeta inventou a solidão e eu acabei com a bagunça e inventei a Mãe.
Rovedo 11:5
Nuvens grisalhas com lágrimas geladas
Mãos trêmulas e voz baixa
Assim o frio me acalenta da saudade que tenho de ti
Olhos nublados e boca trincada
Procurando em você a minha morada
Assim o frio me acalenta da saudade que tenho de ti
Solitário andar nesta cidade
Com a lembrança ficcionada dos nossos corpos cansados
Do calor assombroso que vinha de ti
Da falta que faz o desejo velado que ao relembrar me faço existir
Fiz um acordo com o tempo, combinei com ele, pois vai fazer frio por esses dias. Pedi para que ele passe bem devagar e me deixe ver os ipês, que ainda estão floridos, neste final de outono. Que ele me deixe admirar as flores de maio
Chuva fina que cai, vento frio que vem...
Mas eu estou tão inteira
em minha total alegria
que o cenário que pinto
é de um poema ao sol
Sou eu sorrindo pra vida,
a vida sorrindo pra mim
É minha alma em festa,
que contempla e contempla
a sinfonia vagueante
_ de chuva mais frio _
trepidante e barulhenta,
mas chã, deixando a todo vapor
minha vida alagada
de esperanças e de amanhãs.
Eu não sinto amor.
Eu não sinto apego, ou pena.
Não sinto vontade, ou repulsa.
Não sinto frio, ou calor.
Eu sinto ódio.
Eu sinto muito ódio.
Fora isso, tudo é muito indiferente.
Indiferente demais, na minha opinião.
Desejo
O frio da serra
Uma casa de madeira, ouvindo os passos de quem se anda
Fogão a lenha, um café e o chimarrão
Um pé de fruta qualquer, para subir, sentar e desfrutar
Andar descalço pelo barro fofo
Correr no pasto
Pular a cerca, de arame farpado
Nadar no açude.
Andar a cavalo pelo campo
Em algum lugar bonito, parar, respirar fundo, e sorrir.
No entardecer ao voltar para casa, em uma roda de amigos me envolver
Com uma viola e cantigas antigas
Um amor de inverno a surgir
Adormecer feliz por tudo o que vivi ali.
Homens que se propõem a passar frio, fome, medo e falta de ar, escalando montanhas gigantescas e geladas durante dias, semanas até meses. Muitas vezes perdem amigos durante essas jornadas, alimentam-se mal, perdem peso, perdem tempo. (Tempo não, horas). Tudo isso com o constante pensamento de que tudo pode dar errado a qualquer momento... Aí eu te faço uma pergunta, a troco de quê? É uma ótima pergunta... Para alguns é praticamente impossível entender que, nem sempre, o troféu é o que importa, o prêmio, ou o desejo tão almejado que te faça cair em sua zona de conforto. Para alguns, na maioria das vezes, o que realmente importa é a conquista, ou o modo como foi conquistado. O caminho, o trajeto, o percurso. As dúvidas, os receios, os anseios, e finalmente as certezas. No final, que seja. Aquele frio na barriga que nos alerta sobre o risco, mas que ao mesmo tempo atiça nosso brio, dando pista de como saboroso pode ser escalar mais um objetivo. E se mais uma montanha for escalada? E se no topo houver sol, houver céu azul, houver tudo? E se não houver nada? Só gelo, frio e vazio? Não faz diferença. Existem outras montanhas a serem escaladas. Outros caminhos a serem percorridos, outros aprendizados, novos medos a serem enfrentados, novas conquistas. As escaladas sim nos ensinam. E antes de se acomodar no topo da sua montanha, pare pra pensar que ás vezes o finalmente. Ás vezes o finalengana. Ás vezes ainda não é o final. E ninguém aqui está falando de alpinistas, montanhas ou gelo. Isso é a vida.
No fim do poço eu já decorei as pedras, eu já senti o frio, eu já tive medo e já quase desisti mas chegou a hora de começar a subir.
