Frases Reflexiva quem sou eu
Felicidade pra mim é poder ser quem sou
É poder me expressar sem ser reprimido
É poder pensar o que eu penso
Sentir o que eu sinto
Felicidade é o poder de ser feliz
De ACEITAR ser feliz sem medo
De aceitar-se
Aceitar as circunstâncias
e por mais difíceis que sejam
SUPERÁ-LAS
Por que não sei mais quem sou?
Já tive tantas certezas
Agora por onde vou está vazio
Só vejo um enorme vazio
A novidade é que não consigo preencher os vazios que invadiram minha vida
Sou um coração batendo no mundo prestes um dia quem sabe parar de bater, e ser aquelas estrelas mais e mais brilhantes de um lindo céu estrelado!
Não sou, quem penso que sou,
há algo a mais,
escondido no meu instinto,
fruto do meu labirinto,
que busca no inconsciente,
saídas.
Mas, o bárbaro insiste,
quer estar presente.
Quem um dia fui hoje não sou mais.
Quem estou sendo no meu presente
é que vai fazer toda a diferença no
legado de minha vida que terá o poder de perpetuar-me para todo sempre...
Todos os dias sofro mutações!
Permaneço
Irredutível em abraçar quem sou
Imperfeita
Desajustada
Insegura
Esfaimada
Regurgitando egos de outros
Que não assimilo
Porque conspurcam
A parca seiva
Que permanece em mim
Sou quem sou minha humildade e incomparável a qualquer coisa deste mundo tenho minha postura mas não esqueço de onde eu vim sei pra onde ir com quem está tudo e escolha e reciprocidade e chave da felicidade..
A visão de quem está olhando do alto do seu privilégio é a seguinte:
Justiça é quando sou favorecido.
Injustiça é quando eu sou contrariado.
Independente de quem sou, sobrevivi a coisas que fazem os caminhos obscuros parecerem um passeio.
Se não gosto da opinião, a cerceio, mas se o que ocorreu foi crime de quem gosto da opinião, sou condencendente. Triste cidadania capenga!
"Você não pode mudar quem sou, ninguém pode.. fui transformado no que mais temos, meus Demônios..."
"Tu escutaste a melodia errada!
Não sou voz! Não sou hino!
Sou um gesto de quem não pode falar!
Tu não entendes eficas a descobrir-me!"
Rogério Pacheco
Poema: Não sou voz. . . Não sou hino
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
