A gente é de verdade
É pura sagacidade
O meu radar de otário nunca falha
Eu sei fazer com maldade
Gosto de ter liberdade
Aqui não trabalhamos com canalha
A fronteira que separa a sátira do ataque vil é mui estreita. Estreita pra burro. E os palanques desta delicada cerca estão firmados entre o coração de quem as escreve e na alma daquele que as lê.
“Quando um idiota fala, articula e despeja a verborragia de suas idéias diante uma platéia atônita de sábios, estes tornam-se a lenha, seus silêncios, o oxigênio e seus aplausos a faísca que acende a fogueira do infortúnio.”