Frases de Fernando Pessoa meio Ambiente
Eu já aceitei o fim, só ando trocando todas as palavras por ‘amor’ ou ‘namoro’ no meio das frases, por mera distração.
O amor que sinto por você é diferente de tudo que já foi demonstrado por meio de músicas, frases e poesias. Eu e você formamos um complemento perfeito!
“Descrever em pequenos espaços, por meio de frases nossos sentimentos, se conseguir tal fato, sentir-me-ei realizado.”
Guardo para mim o cheiro, dos momentos em que amei, foram dias meio incertos, foram frases que gritei, entreguei os meus sentidos, sem ter medo de os perder, sei que para mim um gesto é , muito mais do que o saber.
sim ando meio desocupado nos últimos dias por isso essa inundação de frases versos chatos e irrelevantes, sem era nem bera, que leva os sentidos do nada ao lugar nenhum.
Pense numa pessoa meio louca
que gosta de fazer trapalhadas,
no verão só usa quente touca
e no inverno pouca roupa, a danada!
Dedicatória:
Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.
Podemos nos separar na política, na religião, nos esportes... no amor ou na guerra... mas na filosofia todos sempre iremos nos encontrar...
Não. Amigos não traem, te decepcionam.
Inimigos, sim, traem com a finalidade de se passar por amigos. O que é diferente.
Quanto mais alta a sensibilidade, e mais sutil a capacidade de sentir, tanto mais absurdamente vibra e estremece com as pequenas coisas. É preciso uma prodigiosa inteligência para ter angústia ante um dia escuro. A humanidade, que é pouco sensível, não se angustia com o tempo, porque faz sempre tempo; não sente a chuva senão quando lhe cai em cima.
A loucura, longe de ser uma anomalia, é a condição normal humana. Não ter consciência dela, e ela não ser grande, é ser homem normal. Não ter consciência dela e ela ser grande, é ser louco. Ter consciência dela e ela ser pequena é ser desiludido. Ter consciência dela e ela ser grande é ser gênio.
(Aforismos e afins)
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira.
Em que hei de pensar?
Tudo o que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.
Que nojo de mim fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica
E eu sou um mar de sargaço –
Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem
"Há um cansaço da inteligência abstrata, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma”.
( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa]).
