Frases Conhecidas

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Só muito tarde te convencerás de que viver não é obedecer às paixões, mas aborrecê-las ou sufocá-las.

Machado de Assis
Ressurreição (1872).
Inserida por Juliansolo

A ideia é um direito, a mocidade outro; perturbá-los é quase um crime.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).
Inserida por germano2206

Acrescia o abatimento que era impossível evitar no meio de tanta fadiga, certo cansaço dos olhos, que os fazia moles e talvez mais adoráveis, um rosto sem riso nem vivera, um silêncio atento e laborioso.

Inserida por pattynoturna

A fidelidade à moda custava-lhe um pouco, quando esta não ia a passo com a impaciência.

Inserida por pattynoturna

Eis aqui um que não fará grande carreira no mundo, por menos que as emoções o dominem...

Machado de Assis
Dom Casmurro
Inserida por pandavonteese

Quem não sabe que ao pé de cada bandeira grande, pública, ostensiva, há muitas vezes várias bandeiras modestamente particulares, que se hasteiam e flutuam à sombra daquela, e não poucas vezes lhe sobrevivem?

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).
Inserida por AdagioseAforismos

Todas as suas graças foram chamadas a postos e obedeceram, ainda que murchas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
Inserida por Filigranas

Nunca a alma de Sofia pareceu convidar a dele, com tamanha instância, a voarem juntas até às terras clandestinas, donde elas tornam, em geral, velhas e cansadas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
Inserida por Filigranas

Palha e Camacho olharam um para outro... Oh! Esse olhar foi como um bilhete de visita trocado entre as duas consciências.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
Inserida por Filigranas

O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contrarregra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objetos, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).
Inserida por carlosmachado67

Eu deixei-me estar a contemplá-la. Súbito, deu um grande salto, estendeu os braços e as pernas, até tomar a forma de um X: - decifra-me ou devoro-te.

Machado de Assis
ASSIS, M., Memórias Póstumas de Brás Cubas
Inserida por tuud

Deus é dono de tudo; ele é, só por si, a terra e o céu, o passado, o presente e o futuro.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).
Inserida por PensandoComOCoracao

Há dores secas, como há cóleras mudas.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).
Inserida por Filigranas

Eu creio que a senhora sonha talvez demais. Sonhará uns amores de romance, quase impossíveis? Digo-lhe que faz mal, que é melhor, muito melhor contentar-se com a realidade; se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).
Inserida por KeeyMachado

A deliciosa paisagem ia ter enfim uma alma; o elemento humano vinha coroar a natureza.

Machado de Assis
A mão e a luva (1874).
Inserida por lucijordan

Um leitor perspicaz, como eu suponho que há de ser o leitor deste livro, dispensa que eu lhe conte os muitos planos que ele teceu, diversos e contraditórios, como é de razão em análogas situações.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).
Inserida por lucijordan

A natureza incumbira-se de completar a obra, – melhor diremos, começá-la. Ninguém adivinharia nas maneiras finamente elegantes daquela moça, a origem mediana que ela tivera; a borboleta fazia esquecer a crisálida.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).
Inserida por lucijordan

Não mofes dos meus quinze anos, leitor precoce. Com dezessete, Des Grieux (e mais era Des Grieux) não pensava ainda na diferença dos sexos.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).
Inserida por Nunees17

Nem tudo tinham os antigos, nem tudo têm os modernos; com os haveres de uns e outros é que se enriquece o pecúlio comum.

Machado de Assis
“Notícia atual da literatura brasileira: Instinto de nacionalidade”. In Obras completas. Rio de Janeiro: Ed. Nova Aguilar, 1973, vol.III.
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Inserida por joao_gabriel_barbosa

⁠Quem escapa a um perigo ama a vida com outra intensidade.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881).
Inserida por jorge_henrique_elias