Frases sobre folhas
A maturidade colore as folhas e torna os frutos mais doces.
Mas, as pessoas...
Algumas amadurecem belas e doces.
Outras apenas envelhecem, vão murchando e se tornando mais amargas.
Sejamos como as árvores, fortes em suas raízes, destemidas em seus caules, suaves como tuas folhas e frutificaste como teus frutos.
O saber indígena consiste no silêncio dos ventos, no canto dos pássaros, no embalar das folhas, no olhar indígena, no balanço do maracá e na pisada firme.
Não deixe que o relógio do tempo arranque as folhas em branco do calendário da vida, faça o que tiver que ser feito agora, pois a próxima o vento poderá levar embora...
Não deixe que o relógio do tempo arranque as folhas em branco do calendário da vida. Faça o que tiver que ser feito agora, antes que o vento da incerteza leve a próxima folha embora.
Lu Lena / 2026
PODANDO SENTIMENTOS...
É melhor cortar de vez a raíz…
que ficar só podando as folhas…
Lembre-se que as folhas sempre
vão estar espalhadas pelo chão…
Palavras não são folhas secas
Ecoam, mas não são levadas
Pelo vento a se perder de vista
Elas fazem morada no coração!
“O Guardião da Lua”
Sob folhas de sangue e silêncio encantado,
Ergue-se o guerreiro de olhar velado.
A lâmina rubra dorme em sua mão,
Mas seu espírito vibra como um trovão.
Vestes escuras, sombras no chão,
Carrega no peito a sua missão.
Entre pétalas soltas ao vento lunar,
Ele aguarda o momento de se revelar.
O céu é um véu de nuvens e lua,
A noite é um campo onde a alma flutua.
Montanhas vermelhas, memórias em brasa,
Ecoam os passos de quem nunca atrasa.
Não há grito, nem glória, nem dor,
Somente o silêncio — seu fiel mentor.
Pois o caminho do sábio, ainda que frio,
É forjado em honra, é moldado no vazio.
“O Guardião Interior”
Num mundo de sombras e folhas caídas,
Ergue-se o homem de alma erguida.
Olhar sereno, mas com fogo no peito,
Caminha em silêncio, firme e direito.
Na noite que dança com a luz da razão,
Ele guarda segredos, coragem e visão.
Não empunha apenas espada e presença,
Mas traz no sorriso a sua crença.
Entre os ramos vermelhos da vida,
Ele encontra a paz na luta vencida.
Pois o verdadeiro guerreiro não grita —
Ele cala, observa… e acredita.
Quando o homem pecou transgrediu a justiça divina e humana. As folhas de figueira cobriu a nudez e atendeu a justiça humana, mas a transgressão divina só podia ser paga com sangue, pois a sentença era morte; então Deus os cobre com pele de animal. Mostrava assim, que no futuro, o Cordeiro cumpriria a justiça divina.
Folhas de primavera
Corações esparsos como folhas
Corações que voam como folhas
Nascem dos caules endurecidos
Flutuam para amolecer corações enrijecidos
Nos vastos cenários da vida
A decretar a beleza em liberdade
A certeza da infinidade
Nas suas infinitas cores
De primavera
Folhas flutuam a trazer
Os sinais de esperança
Folhas flutuam a anunciar
A temporada de luz
Do caule endurecido
Com o tempo se desprendem
A gozar da liberdade
Como os pássaros
Nas suas infinitas cores
De primavera
Ciclo sem fim
Vem primavera, vem com suas pétalas!
Traga sonhos, deixe-os voar!
Folhas q nascem, secam, caem, surgindo novamente!
Assim como a esperança!
Tens sempre que regar!
Pra cultivá-las!
Secam, caem, brotam novamente!
Transmutando-se!
Num ciclo sem fim!
Novas vidas em novas pétalas!
Novas oportunidades em novas folhas!
Nada se repete assim como cada dia q passa!
Gotas de orvalho!
Q caem na terra!
Recicla!
Num ciclo sem fim!
Rainha do deserto
Pedras me rodeiam!
Desenhando minhas asas!
Jogada num cinturão de folhas!
De várias cores! O sol drena a água das raízes
Por sobre minha cabeça emulando uma coroa!
Calibres de areia moldam folhas secas
Sobre as curvas do meu corpo!
A encapada flutua nas areias quentes
Como um véu distorcido!
Sucumbo ladeira baixo ornamentada!
Guiada por calangos e dromedários!
Abutres e carcaças!
Sou a rainha do deserto!
A cigana flamejante das terras
Áridas e quentes! Sou uma escultura
De areia que resiste as dunas!
Procuro o tuareg perdido!
Nessa imensa vastidão desértica!
Estarei nas folhas, aquelas soltas, estarei na brisa, aquelas que relaxam, estarei nas árvores, aquelas que trazem sombra e um aconchego.
Esperança.
Farei com que os sonhos antigos caiam como as folhas no outono, e assim vou guardar toda minha ceifa para a primavera,
E logo na entrada da estação estarei esperando como uma criança espera seu pai a porta, com Fé que tudo se renasça e se destaque como um jasmim.
Gritarei aos quatro ventos gritos de espanto , e farei com que levem minha voz aos ribeiros mais distantes e me tragam água cristalina.
Chamarei por chuva para que molhem as colunas do meu coração, e penetrem sobre suas paredes e façam-me sentir sua umidade e o cheiro de terra molhada, e que eu escute o som suave e angelical de suas portas se abrirem.
A noite contemplarei as estrelas e o luar e contarei minhas agonias e eles me entenderão,
E me dirão: seja paciente pois logo o sol cortará o horizonte e fará com que tudo se renove.
À tarde me sentarei à beira do mar para admirar o limite das ondas,
elas me encherão de compreensão,
direi aos esquecidos meu nome, e eles se alegrarão ao lembrar de mim,
Pois saberei eu, que posso sempre continuar persistindo.
