Frases sobre folhas
**A Transparência do Amor**
Neem toda história se desenrola como esperamos. Algumas folhas caem antes do tempo, e o vento muda a direção. Mas, ainda assim, acredito no amor. Não porque seja perfeito, mas porque é humano. Ele nos molda, nos ensina, e, mesmo nas cicatrizes, deixa marcas de algo maior que a dor.
Amar é um ato de coragem. É acreditar que, apesar dos desencontros, há uma verdade que permanece. Não carrego mágoa no peito, porque sei que o amor não foi quem me decepcionou. A imperfeição é nossa, mas a força de tentar outra vez é dele.
Hoje, caminho com a certeza de que o amor é mais forte que qualquer ferida. Ele é recomeço, é cura e é promessa de que a vida, mesmo em suas tempestades, sempre nos convida a amar de novo.
Sou trevo de quatro folhas
Sou a sorte do tempo
Sou a beleza da vida
Sou feliz a todo momento
Sou trevo de quatro folhas
Sempre serei vencedor
Nunca perdendo
E sempre ganhando
Com a sorte a meu favor
Sou trevo de quatro folhas
Carrego o verde da esperança
Me encho todo de confiança
Para jamais desistir
Sou trevo de quatro folhas..
“Sentada na praça vi o outono chegar, folhas secas voando ao léu. Assim como as folhas voando tranquilas para longe, vi meus sentimentos “secos” voando tranquilamente à espera da nova estação, ao encontro da primavera da Minh'alma."
Amara Antara
"Quando eu morrer estará chovendo folhas em branco e dentro do meu caixão estarei rodeada de papel, lápis e tinta."
Quero captar o melhor de ti , tocar como o vento toca às folhas , sentir como o pulsar do meu coração e me entregar como faço nas orações .
Quando estiver triste e achar que ninguém te ouve, escreva. As folhas de um caderno irão te entender
O VAGABUNDO DAS FOLHAS CAÍDAS
Ando perdido há tanto tempo
Na noite de um amarelo profundo,
Quase cego
Sem meu ego,
Que fará o do mundo.
Sou no tempo, um vagabundo
De olhar iracundo,
E de sonhos quase igual
Vestindo roupa de gente
Mas sempre nu,
Tão diferente
No ser e na mente
Infelizmente desigual.
Mundo, não leves a mal
A distorção dos sentidos
Porque há acessos proibidos
Nesta vida de mortal.
Desejo tanto ser esquecido
Por mim,
Mesmo sem ter ainda vivido
O meio do princípio do fim.
(Carlos De Castro, in Porto, 25-06-2022)
QUE SOSSEGO
Era só a minha avó.
E em tardes de calmaria
Debaixo da velha ramada
Das folhas do morangueiro
O corriqueiro,
Americano,
Ela, aos botões, dizia:
- Que sossego! Bendito ano!
Ela não sabia
Que eu estava
Com ela,
Mirando-a de uma janela
Pequenita que havia
Logo atrás dela.
E eu ouvia tudo naquela viagem
Feita miragem
Que minha avó fazia,
De consciência apurada,
Sem precisar de andar
Ou sola dos chinelos gastar
Em qualquer estrada...
Foi ela que me ensinou,
Aqui onde vou,
Que para sonhar,
Só basta estar!
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 29-05-2023)
As pessoas são como folhas em uma resma de papel: algumas serão apenas rascunhos, outras serão importantes durante um tempo e depois descartadas, mas somente as de extremo valor serão imortalizadas no livro do seu coração.
*O meu pão e vício de cada dia
Não sei nadar
sem pescar folhas perfumadas de menta fresca
nas ondas saborosas da minha Via Láctea...
Não sei pular ondas
sem pintar faíscas coloridas como os vagalumes
na húmida penumbra dos campos floridos no meu Verão...
Não sei cantar sem pronunciar o doce eco da cantiga serena da alma nas alturas silenciosas do meu Himalaya...
Não sei escrever
sem manchar as brancas folhas mortas
com o batom vermelho da minha espada/caneta sanguinante...
Não sei existir na veia da palavra
sem ser o sangue da poesia...
Não sei me escrever Poesia sem me ler Alma.
A guerra entre o bem e o mau
Faz tanto sentido quanto o
Vento que leva as folhas avermelhadas
Em um dia de Outono
A vida não parte, somos nós que passamos por ela, como vento leve entre folhas, sem saber quando chegará a hora do último sopro.
Foi pro mundo que viemos
Falhas e folhas
Algumas caídas e secas
Outras brotando
Foi pro mundo que viemos
Falas e filas
Algumas nos tiram a paciência
Outras nos ensinam a esperar
E enquanto encanto a vida tem, tem no entanto tanto som
Que até no silêncio a mente não pára
Sabiá/cantando sem saber parar e por fim nos fazendo ser/será
"Quando as Folhas Caem"
Adoro como as folhas caem,
quando e onde elas pousam, se lançam
ao impossível e improvável
e apenas caem;
Adoro o balançar delas ao vento
à procura de abrigo,
um colo seguro
que se possa aconchegar.
Adoro a leveza delas
o modo como voam, planam
e apenas caem;
não um cair nervoso
com medo,
mas um cair
de se libertar.
Adoro como as folhas caem,
é parecido como se erguer
e caminhar.
Como aprendem as crianças
longe do seio materno
a viver, correr e a sonhar.
Aprendo com elas,
aqui abstruso e absorto
entre pensamentos
sob um céu de reticências,
aguardando apenas
o momento
quando elas caem.
Num momento de contemplação,
vi uma parte da flora de tom amarelo,
de folhas verdejantes
e pétalas que veneram o sol,
alcançando um esplendor que embeleza, que traz vigor ao espírito assim, descrevo um lindo girassol
que pra mim, possui um encanto irresistível.
Contemplando e pensando nisso, lembrei de ti e cheguei a seguinte conclusão
que talvez tenhas a essencialidade
de um girassol devido a tua presença que enriquece o mundo a tua volta,
que aquece intensamente o meu coração, além de seres linda
e simplesmente encantadora
tanto que olhos ficam em exultação.
Uma Flor de Girassol e Uma Mulher feita de Amor,
ambas possuem a minha admiração
por suas naturalidades radiantes
que trazem primor em cada parte,
essências cativantes com uma riqueza de detalhes
que deixam-me exultante
e com muita vitalidade.
EXÍGUO TEMPO (B.A.S)
Nas páginas viradas do meu existir
Vejo folhas mal preenchidas,
rasgadas, borradas, rotas, rabiscadas,
inacabadas e que não fazem sentido...
aliás a vida não faz sentido algum...
No espelho vejo o avesso
Um ser refletido e falso reflexo
Uma imagem inacabada
Re-criada e carente de nexo
Na inutilidade das coisas
Uma vida mal resolvida
Tolamente vivida e insolúvel
Tentando encontrar algum sentido
Nos entulhos e lixos guardados
Guardei tantos entulhos, velhas lembranças
Tolos embrulhos e embrulhadas para dar a ninguém
Em tão exíguo, escasso tempo
Vou passar pela história na mediocridade
Buscando alguma coerência
Que nunca existiu...
Repleto de ontens sem sentido...
Numa fenda profundíssima...
Assusta-me o abismo dos meus dias
Vou partir e ver que nada valeu...
O que criei ou o que deixei...
O abismo dos meus dias, cada um a mais...
Gigantes, para mim, INEXPUGNÁVEL(*)...
(*)adj: INVENCÍVEL...
O sol reflete nas folhas da goiabeira.
A brisa passa lentamente.
Teu rosto amoroso em esteira.
Palavras soltas na mente.
Delícia o paraíso do ontem.
Delírios nos devaneios do hoje.
O sol reflete nas folhas da goiabeira, enquanto a brisa passa lentamente.
Teu rosto amoroso repousa na esteira, com palavras soltas na mente.
As delícias do paraíso de outrora transformam-se em devaneios de agora.
