Frases sobre folhas
Máscaras, estrelas, folhas e tintas secas espalhadas pelo chão...
engano tanto assim a mim mesma com cheiros de ópio que me vem à tenda?
uma doçura amarga que me segue...
uma paciência que não espera...
cheiro de roupas do baú, fantasias velhas e gastas pelo tempo
ponto final ou reticências?
Pessoas
Pessoas não são folhas em branco
A qual riscamos com tinta ou grafite
Uma pessoa é como um viajante
Levando consigo sua bagagem
Onde traz sua leitura de tudo existente
Fazendo a compreensão do mundo existente
Revelando através da escrita o conhecimento
Explicando o mundo
Intensificando o senso político
Revelando sonhos
E no contexto da vida, troca experiências.
O pé de mangaba farfalha com o vento.
A garôa lhe escorre pelas folhas e galhos.
Na rede eu balanço o tempo com um suspiro..
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
E ao acordar com o farfalhar das folhas das rhapis da vizinha
pé ante pé chego até a cozinha...
lá me deparo com um pardal
em círculos a voar...
É o primeiro pássaro na minha casa nova a adentrar...
mel - ((*_*))
O vento sopra, folhas caem e a vida passa depressa. Não perca esse momento! A qualquer hora o vento pode soprar e você não saberá onde vai parar.
O vento sopra as folhas, que ventam meus pensamentos,
O sopro leva vida, leva almas, leva membros.
Queria que fosse tudo diferente,
Quando o vento soprou minha mente,
Ficou tudo mais reluzente,
Assim que eu faço. Meu próprio mundo na mente.
Sozinho eu pude ver, mais claramente.
O vento te salva, o vento te leva,
O vento é a batalha contra a guerra.
Já mas poderão tocar, mas sempre poderá sentir.
Se o seu ar acabar, foi que o vento preferiu assim.
Já notou que quando está muito calor as pessoas em tudo sente dor, ou todas ficam desanimadas?
Já notou que quando o vento volta todas as pessoas ficam mais animadas?
Já notou que além do céu não existe nada?
Sinta respire esse vento neste momento!
O vento fala sempre, o vento leva vidas para virar vento, e ventar novas vidas para ter novas ideias de pensamentos.
O ventou soprou minha mente, cada um pensa oque pensa,
Nunca ninguém viu Deus, mas mesmo assim eu tenho minhas, crença.
(Caminho pela fé e não pela visão).
Deus, agente pode sentir, mais não pode tocar.
“Tipo o vento, tipo o ar”.
VENTAVA
Ventava...
E naquela estrada
Cabelos esvoaçavam,
Folhas secas rolavam,
Arranhando o chão.
Arbustos vergavam
E a poeira subia,
O vento assoviava,
Saci-Pererê?
Ventava...
Um coração
Batia lentamente,
A cada passo, uma dor.
O vento arrepiava a alma,
Mexia com o corpo,
Como se tocasse um sino.
O toque era triste
Como no réquiem
E ecoava campo a fora
Dizendo:
- Estou com saudades!
Outono
As folhas caem,
O vendo frio se tornou a companhia,
As lembranças se desprendem como folhas secas que caem no meio vão,
Ali se ver uma época de sobrevivência,
O estádio desse tempo suspira no verde morto a suplicar à próxima estação.
O seco do ar frio congela os pensamentos mais nobres.
E o silêncio que esse tempo traz, deixa mudo o bom dia dos bem-te-vis.
A vida hiberna com o inverno que se aproxima,
Que o medo do vazio configura uma realidade marrom,
Marcada pelos tons amarelados e dos galhos secos,
Na controversa tensa dos dias cheios e noites abandonadas.
O orvalho teme cair como lágrima de uma história oculta,
Que a cada ameaça desse tempo, prolonga o sofrimento na janela,
Esperando essa estação passar, o inverno desabar, o frio passar...
Para então reaquecer o coração gelado de que espera a primavera voltar.
FOLHAS
Eu sabia que as folhas que voavam no quintal não eram simples folhas.
Eram sinais de você.
Eu sabia: o vento que brincava no quintal não era simplesmente vento.
Eram enigmas indecifráveis.
Depois, sorrindo, morri.
As folhas já não ventam mais.
E o quintal permanece
Intacto.
Assim como as folhas de uma arvore que caem dando oportunidade as novas, deixe que o tempo retire aquilo que impeça sua felicidade e busque aquilo que realmente te faz bemn, com o tempo tudo muda e as coisas acontecem...
Como o vento segue seu caminho,
Pelo espaço por ele escolhido,
E como as folhas que caem,
após sua tarefa terem cumprido,
Também seguimos pelas estradas da vida,
Tendo em mente os sonhos que saem
Não nos importando com as subidas,
Sabendo que logo adiante,
Para descansar tem uma descida.
Nesta vida somos só aprendizes,
De tudo o que se possa fazer
E das coisas que podemos ter.
Por isso somos felizes.
Para a Oficina de Fanzines estava tudo separado: Colas, tesouras, 500 Folhas d sulfite coloridas, 40 Revistas, algumas tantas imagens impressas em cima da questão Bullying. As crianças na EE Chácara Sta Maria - Pq. Independência ficaram ansiosas para saber o que era um fanzine. Mas devido o pouco tempo, não conseguiria desenvolver todo o processo.
Decidi somente usar as xerox do zine original. Distribui para cada um deles e passo a passo fomos dobrando, vincando, falando sobre o processo de criação, das margens, as formas e conceitos que o fanzinato faz na vida de quem quer se deixar aventurar. Como o tema Bullying já estava sendo falado através de vídeo, palestra, teatro, cartaz, rap, pintura de rosto e baloes de gás, me atentei em mostrar a arte de fazer fanzines.
Minutos depois, estávamos todos com seus zines em mãos. Antes somente uma folha sulfite impressa, agora um lindo zine de bolso formato revista, que num tempo de 2 a 5 minutos de leitura termina. Foi uma experiencia mui gratificante.
Agradeço ao Pda Sampa Sul, Cidadania Ativa, Visão Mundial, a Escola, o Coletivo de Artes Sarau Comics Edition e a Cartoon Network. Que Papai vos abençoem grandemente.
Um forte Abraço.
Paxxx Ao Fronte!
Solitárias são as folhas
Labirintos de almas
Guardam calmarias e tormentas
O viver e o morrer de outras vidas
Você se apega na pessoa e ela te abandona como as arvores no outono que deixam as folhas cairem, sem se preocupar com o que vai acontecer.
Feridas secas
Folhas de outono
Não há razão para me embriagar
Fugir... Sair da realidade
Se acabou a realidade.
Joguei as palavras no lixo
Não há seu vulto pálido, cálido, angustiado
Eu plantei o chão para pisar
Na ausência de voz, de nós, a sós
Na sua ausência - palavras no lixo.
Eu sinto medo, de acordar, olhar para a janela e ver o vento carregando as folhas, mas ainda sim ver um vazio. Sinto medo de não poder mais subir nas árvores e ouvir os pássaros cantar, tentando fugir dessa realidade. Sinto um grande medo de não poder mais ver aqueles olhos que um dia me guiou. E eu ainda sinto medo, de não poder ver o amanhecer sob sua sombra...
